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Aquisições mês de março 2021

  • “Façam o favor de ser felizes!” de João Carlos Silva

    “Quando viajo e regresso a São Tomé e Príncipe, os meus olhos chegam ansiosos, fotografando tudo ou quase tudo outra vez. Mas agora, mais do que nunca, é preciso fazê-lo, léve-léve (devagarinho), com amor. Mas o que é tudo ou quase tudo? A natureza dolorosamente virgem, com verdes em cascatas de pernas para o ar, subindo aos céus, tentando agarrar as asas do sol? Ou o peixe-voador, nosso pequeno avião sem direcção, nem visão na gravana, nosso cacimbo, Verão? Ou os sorrisos dos miúdos nas estradas, com pose de artistas de cinema, fruta-pão numa mão, noutra um brinquedo inventado com as marcas de todo o mundo, agora registados made in STP?”

    http://www.oficinadolivro.pt/pt/cozinha/facam-o-favor-de-ser-felizes/

  • “O santo” de Madeline Hunter

    “Para o mundo, ele é um modelo de virtude. Um santo. Se eles soubessem…

    Vergil Duclairc é um homem habituado a ter o que quer. E agora, que foi nomeado guardião da jovem Bianca Kenwood, o que ele quer é descobri-la e trazê-la de volta para casa. Não podia imaginar que iria encontrá-la escandalosamente vestida e a trabalhar no decadente mundo do teatro. E muito menos podia antecipar a atração que sente por ela, o desejo que o cega e sobre o qual nunca poderá atuar sob pena de ver os seus segredos descobertos e os seus planos frustrados.

    Por seu lado, Bianca não tem nenhum interesse em abdicar da sua liberdade, mas há algo de estranhamente cativante no belo e taciturno visconde. Pois Vergil – que parece acreditar que é dono dela e da sua fortuna - é um homem de segredos antigos e sensualidade poderosa… e Bianca não é imune ao seu charme. Subitamente, num momento que transformará tudo, ambos cedem à paixão, mesmo sabendo que vão ficar à mercê do escândalo, da intriga e de uma ameaça que poderá ser-lhes fatal.”

    https://www.almedina.net/o-santo-1591002308.html

  • “Guia de Portugal” de vários

    “De acordo com o responsável inicial por este projeto, Raul Proença, esta obra de índole histórica que se desdobra em cinco volumes com oito tomos e que foi produzida entre 1924 e 1969, pretende ser simultaneamente um minucioso roteiro do país; um repertório artístico; uma obra de sóbria literatura descritiva; uma antologia da nossa literatura pitoresca; um processo, um testemunho dos estrangeiros sobre Portugal; e, enfim uma bibliografia escolhida do que se tem escrito sobre o nosso país.”

    http://ebooks.gulbenkian.pt/book/guia-de-portugal-estremadura-alentejo-e-algarve-vol-ii/P09MOW

  • “Apogeu, morte e ressurreição da política nos jornais portugueses: do século XIX ao Marcelismo” de Carla Baptista

    “Esta é uma investigação que começa ainda no século XIX, num tempo de folhas e panfletos políticos exuberantes, atravessa os sombrios e mais silenciosos tempos da ditadura e culmina no período em que o país foi governado por Marcelo Caetano, entre 1968 e 1974. Fala de oposição e resistência, mas também do jogo e da cooperação que existem entre políticos e jornalistas. A profissionalização dos jornalistas portugueses, um processo que implica necessariamente a conquista da liberdade e da autonomia face ao poder, fez-se a duras penas, com muitas hesitações e de forma incompleta até ao final da década de 70 do século XX. Mas o facto do jornalismo ter iniciado um processo de modernização ainda antes da mudança de regime, em 1974, constitui um fator complexo e notável, que demonstra bem como, por debaixo de estruturas que, aparentemente, são imóveis e rígidas, existem campos e forças sociais em agitação e fervência.”

    https://europresseditora.pt/livraria-online/apogeu-morte-e-ressureicao-da-politica-nos-jornais-portugueses-do-sec-xix-ao-marcelismo/

  • “Comanda a tua mente, comanda o teu destino” de James Allen

    “Comandar a nossa mente é o primeiro passo para termos nas mãos o nosso destino.

    James Allen acreditava que cada um de nós é aquilo que pensa e que, por isso, tudo o que nos acontece depende sobretudo de nós mesmos. Neste livro, através de 10 passos divididos em três simples lições, o autor mostra que o caminho para a felicidade, o sucesso e a paz de espírito está ao alcance de todos.

    «As tuas possibilidades são infinitas; a tua liberdade absoluta.»"

    https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/comanda-a-tua-mente-comanda-o-teu-destino/23834551

  • “Besta de estilo” de Pier Paolo Pasolini

    “Esta é uma tragédia declaradamente Inspirada na história autêntica de Jan Palach que se imolou pelo fogo aquando da invasão de Praga pelos tanques soviéticos em 1968. E Pier Paolo Pasolini questiona-se sobre a Alemanha, a burguesia, o incesto, o Capital e a Revolução. Provavelmente, o texto teatral mais inquietante de entre aqueles que nos deixou o poeta, romancista, cineasta italiano.”

    https://artistasunidos.pt/livrariaonline/produto/besta-de-estilo/

  • “Hamelin” de Juan Mayorga

    “HAMELIN é um conto sobre a culpa dos adultos e o seu castigo. Sobre as crianças de uma cidade que não sabe protegê-los. Sobre um menino e os seus inimigos. Sobre o ruído que o rodeia e o medo que nos olha.”

    https://artistasunidos.pt/livrariaonline/produto/hamelin/

  • “O teatro da amante inglesa” de Marguerite Duras

    “Quem foi esta mulher que assassinou a prima e dispersou os pedaços do cadáver pelo viadutos do caminho de ferro? A notícia tocou Marguerite Duras. E o facto de a criminosa nunca ter parado de fazer perguntas sobre o que fizera e porquê.”

    https://artistasunidos.pt/livrariaonline/produto/o-teatro-da-amante-inglesa/

  • “Vemo-nos ao nascer do dia; Mais longe que a coisa mais longe” de Zinnie Harris

    “É de um mundo antigo, violento, primitivo, que nos fala ZINNIE HARRIS, autora singular que inventa uma Escócia entre mortos e maldições.”

    https://artistasunidos.pt/livrariaonline/produto/vemo-nos-ao-nascer-do-dia-mais-longe-que-a-coisa-mais-longe/

  • “O ponto cego; V.I.T.R.I.O.L.” de Yannis Mavritsakis

    “Obsceno, violento, desesperado, um mundo em colapso. Um autor do tempo do desespero. Grego.”

    http://artistasunidos.pt/livrariaonline/produto/o-ponto-cego-v-i-t-r-i-o-l/

  • “A noite canta os seus cantos” de Jon Fosse

    “Em "A Noite Canta os seus Cantos" há um jovem casal, os pais dele, o amante dela. E a presença inesperada da morte, sempre na linguagem escassa de Fosse, palavras comuns com uma música própria, em staccato, feita de repetições e silêncios.”

    https://www.wook.pt/livro/a-noite-canta-os-seus-cantos-jon-fosse/168097

  • “O doente Molière” de Rubem Fonseca

    “No Palais Royal, acaba de ser representado O Doente Imaginário. No palco, Molière, que representa o papel principal, dá sinais de mal-estar. Poucas horas depois, já em casa, deitado no leito, sussurra à única pessoa que está a seu lado: «Fui envenenado.» O homem que ouve esta revelação sai em busca de um padre. Não teria sido mais adequado correr para chamar um médico?”

    https://www.sextanteeditora.pt/produtos/ficha/o-doente-moliere/23936202

  • “Um passo sobre a terra” de Vasco Gato
  • “Luto pela felicidade dos portugueses” de Rui Zink

    “Um livro de auto-ajuda para tempos difíceis.

    Irónico, já se sabe, e verdadeiro (também já se sabe). Entre os jogos dos afectos e desafectos, da conjugalidade normal e da loucura mansa deste povo à beira-mar pasmado, Rui Zink luta seriamente contra a morte da capacidade de nos pensarmos e de rirmos de nós próprios e da nossa vidinha.

    Eis um livro que recolhe textos curtos, dos mais emblemáticos que tem escrito, e sempre, sempre, ao lado do povo.”

    http://www.ruizink.net/livro/luto-pela-felicidade-dos-portugueses/

  • “O estudante de Coimbra ou relâmpago da história portuguesa desde 1826 até 1838” de Guilherme Centazzi

    “A grande crónica contemporânea das Guerras Liberais, num estilo desassombrado, feita por um escritor pioneiro, esquecido e agora redescoberto, que deverá ser considerado o pai do romance português moderno.

    «Sem dúvida o melhor espécime da actual escola das belles lettres portuguesas com que até à data nos deparámos.» Assim se referiu em 1848, Thomas Carlyle, famoso ensaísta e crítico literário escocês, ao romance O Estudante de Coimbra, escrito pelo médico português Guilherme Centazzi, cuja tradução para alemão surgira quatro anos antes.

    Originalmente publicado entre 1840 e 1841, esta obra de Centazzi antecede aquele que é comummente considerado o primeiro romance português moderno: Eurico, o Presbítero, de Alexandre Herculano, que sairia em 1844. Dois anos mais tarde seria publicada a obra maior de Garrett, Viagens na Minha Terra.

    Eis, pois, uma obra a vários títulos histórica, que a Planeta se orgulha de apresentar aos leitores do século XXI e enriquecerá a biblioteca de todos os amantes da literatura portuguesa.”

    https://www.almedina.net/o-estudante-de-coimbra-1587544010.html

  • “Recomeçar: um guia para lidar com o mundo em mudança” de Vera de Melo

    “Um livro da Psicóloga clínica Vera de Melo, que é presença assídua no programa da Cristina na SIC e na Rádio Renascença, destinado a ajudar as pessoas a lidar com o “desconfinamento”, com o regresso à nova normalidade que vamos todos viver nos próximos tempos. Neste livro, a Psicóloga explica como “Recomeçar”: resolver angústias interiores, reposicionar-se na vida e adaptar-se com sucesso à (nova) realidade, às (novas) rotinas, enfrentando com otimismo e esperança os desafios que encontrará. Conheça as melhores dicas e estratégias para lidar com o novo normal e dê a esta história um final feliz.”

    https://www.almedina.net/recome-ar-um-guia-para-lidar-com-o-mundo-em-mudan-a-1590060512.html

  • “O lugar escuro: a minha mãe e o alzheimer” de Heloisa Seixas

    “Para onde vai a identidade de quem amamos quando chega o alzheimer?

    No instante em que a mãe de Heloisa Seixas mostrou os primeiros sinais da doença de Alzheimer, começou uma «espiral assombrada» na vida destas duas mulheres. Este testemunho resgata da obscuridade uma doença tabu da forma mais dolorosa, mas também mais honesta: através da voz de uma filha que assiste de perto enquanto a mãe desaparece ainda em vida.

    «Já não sinto raiva, nem culpa, nem dor. Apenas uma compaixão imensa. Mesmo em seus momentos de maior agonia, quando seus olhos de nuvens procuram alguma coisa que ninguém jamais descobrirá […] e quando me faz perguntas insanas, sempre em estado de sofrimento — O que vou fazer? E agora? Para onde nós vamos? Como é que vai ser? —, mesmo diante de tudo isso, eu me sinto em paz. A revolta acabou.»”

    https://tintadachina.pt/produto/lugar-escuro/

  • “Oríon” de Mário Cláudio

    “Oríon é o segundo romance de uma trilogia iniciada com "Ursamaior". Não se pense que é o seguimento do romance anterior. Muito pelo contrário. "Oríon" passa-se na floresta tropical de São Tomé e Príncipe, para onde foram deportadas inúmeras crianças judias, no séc. XV. O episódio é pouco conhecido (é referido pelos cronistas Garcia de Resende e Damião de Góis), mas chamou a atenção de Mário Cláudio, que fez dele uma reflexão "sobre as relações entre uma minoria e o poder" (entrevista a Valdemar Cruz, Expresso, 15/03/03). É esse o ponto de contacto com o romance anterior, tal como o facto de se tratar de novo de uma constelação (esta, de grande importância para os judeus), e de os personagens derem de novo 7. Abel é o narrador e o seu "discurso é impregnado pela febre tropical" (mesma entrevista), de que ressalta uma grande carga erótica, uma grande intensidade de vida (" Quem teve a experiência de viver num contexto tropical apercebe-se de que os sentidos funcionam no máximo da sua intensidade. Necessariamente que esses impulsos, que são básicos, tal como a voracidade, que também aparece - porque o estômago e o sexo são o sustentáculo da vida humana - , surgem com muita força." - mesma entrevista).”

    https://www.almedina.net/or-on-1564510738.html

  • “Spinalonga” de Amândio Reis

    “Livro de poesia de Amândio Reis. Capa a partir de gravura de Pieter Bruegel”

    https://www.fnac.pt/Spinalonga-Amandio-Reis/a6866884

  • “Moriturus e outros textos” de Henri Michaux

    “Há versos que, logo depois de virem até à luz de um espírito, tomam conta dela. Como uma respiração mais funda ao nosso lado, uma simetria desoladora. Abrem um capítulo e começam a escrever a sua história, feita de frases que se escapam à nossa mão e se nos impõem. Ao vê-las já encaminhadas, não podemos deixar de suspeitar de que carregam um peso diferente, uma inclinação diferente do corpo, alterando o próprio ritmo do sangue. [...] A morte é um tema obsessivo na poesia de todos os tempos, e desgraçadamente repetitivo no nosso, mas é o momento em que deixa de ser uma rábula narcísica, um medo obsessivo, que se torna possível contemplá-la. E é isso que Michaux faz neste texto. [...] A fortuna mais uma vez, a fortuna com língua de azeite, tendo lavado as minhas feridas, a fortuna como um cabelo que apanhamos e que entrançaríamos com os nossos, tendo-me agarrado e unido indissoluvelmente a ela, de repente quando eu já saboreava a alegria, de repente a Morte veio e disse: «Chegou a hora. Anda.» A morte para todo o sempre, a morte agora.

    Rui Caeiro, Nota Introdutória”

    https://www.almedina.net/moriturus-e-outros-textos-1563823996.html

  • “O que perdemos” de Zinzi Clemmons

    “Nomeado para Best Debut Author 2017 do Goodreads

    Criada na Pensilvânia, Thandi vê o mundo da infância da sua mãe em Joanesburgo demasiado longínquo, mas ao mesmo tempo indelevelmente presente. Sente-se diferente onde quer que vá, no intervalo entre ser branca e negra, americana ou estrangeira. Tenta juntar todas estas peças da sua vida e, enquanto a sua mãe sucumbe ao cancro, Thandi procura por uma âncora: alguém, algo, para amar.

    Numa prosa perturbadora e fugaz, acompanhamos a vida de Thandi, desde a perda da mãe à habituação de viver num mundo sem a figura que moldou a sua existência, até às suas aventuras românticas e maternidade inesperada. Através de pequenas descrições, Clemmons cria um retrato fabuloso sobre a força de escolher viver depois de enfrentarmos uma grande perda.”

    https://www.almedina.net/o-que-perdemos-1563812001.html

  • “Viagens” de Olga Tokarczuk

    “Prémio Nobel de Literatura

    Finalista do National Book Award 2018

    Prémio Internacional Man Booker 2018

    O coração de Chopin é secretamente levado de volta para Varsóvia pela sua irmã; uma mulher vê-se obrigada a regressar à Polónia para envenenar o seu primeiro amor, moribundo numa cama; um homem começa a enlouquecer quando a mulher e o filho desaparecem misteriosamente, apenas para, do mesmo modo, reaparecerem subitamente - através destas e outras histórias e personagens, brilhantemente relatadas ou simplesmente imaginadas, Viagens explora, ao longo dos séculos, o significado de se ser um viajante, um corpo em movimento, não apenas através do espaço, mas também do tempo.

    De onde provimos? Para onde vamos ou regressamos?

    Fascinante, intrigante e de uma originalidade rara, este livro é uma resposta sublime a todas estas questões, uma teia de reflexões que entretece ficção, memória e ciência. Uma exploração profunda sobre o corpo humano, a vida que surge, a morte e o movimento, levando-nos ao âmago do próprio significado de humanidade.

    «Viagens tem ecos de W. G. Sebald, Milan Kundera, Danilo Kis e Dubravka Ugresic, mas Tokarczuk domina um registo, rebelde e habilidoso, muito seu.» — The Guardian

    «A perspicácia da sua visão transforma o mundo, assim como o seu livro altera as formas convencionais de escrita.» — The New Yorker”

    https://cavalodeferro.pt/livros/viagens-olga-tokarczuk

  • “Portugal: desalento e esperança” de Joaquim Silva Pinto

    “Uma obra de análise e reflexão pessoal cheia de exemplos e histórias!

    Regressa o autor do livro Do Pântano Não Se Sai a Nado, com o seu peculiar estilo de suscitar o envolvimento do leitor como se estivessem em diálogo.

    Convida-nos a revisitar os mandatos de Salazar e Caetano com base em episódios que acompanhou. Mas, desta vez, confronta esses políticos do regime anterior com Mário Soares, que também conheceu de perto. Respeita-os a todos como líderes carismáticos mesmo quando os humaniza, por vezes em circunstâncias divertidas. Aponta para similitudes surpreendentes, propondo um jogo com resultado em aberto.

    Fixa-se depois em empecilhos ao progresso que persistem na sociedade portuguesa e, utilizando uma linguagem metafórica, debruça-se finalmente sobre o ruir de grandes construções sistémicas, o inconformismo do ideário templário e o milagre da Luz segundo a ancestral crença dos Incas. Frequentemente relembra Fernando Pessoa.

    Nestes capítulos, Silva Pinto não hesita em mencionar com frontalidade situações e responsáveis actuais. Nota-se o desassombro de quem, por índole e idade, não teme a ressonância do que escreve. A franqueza com que o faz tocará seguramente o leitor.”

    https://www.gradiva.pt/catalogo/15024/portugal-desalento-e-esperanca

  • “O gigante egoísta e O príncipe feliz” de Oscar Wilde

    “A leitura de um destes contos é obrigatória para o 4.º ano de escolaridade.

    Estes dois contos revelam-nos o valor da partilha através de duas figuras únicas: um gigante que tinha um belo jardim mas que, por ser muito egoísta, não deixava ninguém brincar nele; um príncipe feito estátua coberta de ouro e pedras preciosas que, apesar de ser feliz, se comove com o sofrimento dos homens, optando por se despojar pouco a pouco da sua riqueza.”

    https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/o-gigante-egoista-e-o-principe-feliz/14845258

  • “Pode curar a sua vida” de Louise L. Hay

    “Pode Curar a Sua Vida é o maior best-seller da área do desenvolvimento pessoal e um livro de referência indispensável para todas as pessoas interessadas em ser tudo aquilo que podem — e merecem — ser. A mensagem que transmite é muito simples e não tem segredos: os nossos pensamentos criam as nossas realidades; aquilo em que acreditamos profundamente torna-se realidade para nós. Há mais de vinte e cinco anos que Louise Hay tem vindo a praticar e a ensinar este princípio transformador, que tem ajudado dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo a alcançar a felicidade que lhes pertence por direito. Este livro revolucionário e inspirador é uma introdução perfeita à filosofia de Louise Hay, que irá certamente curar — e transformar — a sua vida!”

    https://www.11x17.pt/produtos/ficha/pode-curar-a-sua-vida/3501422

  • “Noite vertical” de Zetho Cunha Gonçalves

    “Há neste recente livro de Zetho Cunha Gonçalves (n. 1960) uma dupla inscrição: amor e morte. Amor na página 32 («E nenhum rio é como esse / o rosto magnificente da infância / a pátria inaugural da Poesia») e na página 67: «a minha escola primária / foi a sombra duma árvore muito antiga – e a voz / um pêndulo que soletrava / nas crateras debaixo do fogo / horas e números – no horizonte». A morte pode ler-se na página 21 («Os meus mortos deram-me versos, assombros – um rio acampado na memória») e na página 65: «Olho para o Tempo e digo: – Eu estive / onde a morte começou. Insensitiva, / reles, insidiosa, banal.»

    Entre o amor e a morte surge o poema inicial («Os rios tocam-se de águas iluminadas») espécie de janela para o poema da plenitude no qual tudo se liga: «Trago nas minhas mãos – o coração do mundo / o tempo em que os rios ardem / se volto o meu rosto / à tua passagem / na multidão». O poema da página 59 integra um programa de vida e de poesia na voz da Mãe: «Meu filho / se aquilo que sonhaste não chega / para encheres a barriga / ao teu desejo e ao teu sossego / canta / canta com a voz voltada para nascente / enquanto lavras / e lavras a força / e a dança do leopardo.»

    O autor convoca versos e frases de Dante Milano, Rainer Maria Rilke, Jacobo Fijman, Friedrich Hölderlin, António José Forte, Fernando Assis Pacheco, Ruy Duarte de Carvalho, Eduardo White e Herberto Helder para homenagear em poemas, aforismos e prosa-poemas figuras diversas das Artes e das Letras: António Ramos, Rosa, Fernando Assis Pacheco, António Prates, David Mestre, Robson Dutra, Roberto Chichorro, José Craveirinha, Ruy Duarte de Carvalho., Eduardo White e Herberto Helder. Nesta oscilação entre «cantar» e «reflectir», Zetho Cunha Gonçalves lembra David Mestre com um poema feito dos títulos dos livros do poeta morto em 1998 (…)”

    https://gazetadascaldas.pt/opiniao/um-livro-semana-559-noite-vertical-zetho-cunha-goncalves/

  • “Anti-bonsai” de Maria Teresa Maia Gonzalez

    “Plano Nacional de Leitura. Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma.

    Em cada conto, a personagem central identifica-se, de certa forma, com uma determinada árvore que fez parte integrante da sua história de vida e que é, em muitos casos, um alter-ego ou um reflexo vivo dessa mesma personagem. São contos sobre a condição humana — sobre homens e mulheres em momentos particularmente difíceis das suas vidas: momentos de mudança, de indecisão, de angústia, de conflito interior, de luta para vencer forças adversas vindas do exterior e, sobretudo, do interior da memória. São, se assim pudermos vê-los, homens e mulheres-árvores enraizadas num passado sempre presente, mas cujos ramos se alongam — até à exaustão e à dor — para alcançarem o azul. Esta é a segunda edição do único livro de contos escrito por uma das mais importantes autoras portuguesas de livros infantis e juvenis.”

    https://www.wook.pt/livro/anti-bonsai-maria-teresa-maia-gonzalez/9621176

  • “Jovens e a política” de José Miguel Bettencourt

    “A obra conta com o Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa, a Nota de Apresentação de Mota Amaral e o Posfácio de Jaime Gama, reunindo dez depoimentos inéditos de personalidades políticas e pensadores da Política contemporânea, sobre Portugal, a Política, os Políticos e as Novas Gerações - Adriano Moreira, João Carlos Espada, João Dias da Silva, Luís Campos e Cunha, Miguel Morgado, Mota Amaral, Paulo Almeida Sande, Paulo Teixeira Pinto, Pedro Magalhães e Rui Oliveira e Costa. As entrevistas exclusivas feitas a essas figuras de referência da sociedade portuguesa ajudam o leitor a refletir e a formar uma opinião mais fundamentada e alargada sobre a Política e a sua relação com os cidadãos.

    Ao pretendermos  pensar ou fazer Política, é necessário entender previamente, o que é a Política e Para que serve. Assim, a obra reflecte sobre questões fundamentais, como – “Quem é o Político?”, “O que é a Democracia?”, “O que é o Estado?”, “Qual o Papel de um Deputado e da Assembleia da República?”, “Quais são os poderes do Presidente da República?”, “O que é um Governo e como funciona?”, debruçando-se, em especial, sobre temas como a Cidadania, a Participação Cívica e o que ela pode significar, o Direito e a Constituição, o Sistema Político e Partidário Português, a Juventude e a sua intervenção na Política, a responsabilidade governativa na perspetiva de diversas Gerações de Políticos e Pensadores, as experiências e missões políticas que protagonizaram, desde o Estado Novo, o “Pré e o Pós 25 de Abril”, passando ainda pela análise de diferentes momentos relevantes dos 41 anos da democracia portuguesa. É feito um retrato da Juventude Política, do passado à atualidade, abordando-se essencialmente a relação entre a Política e as Novas Gerações. É igualmente feita nesta obra uma interpretação pessoal de todas as conclusões que foram surgindo, na sequência da apreciação dos mais relevantes inquéritos e estatísticas feitos na última década sobre os Jovens e a sua participação política e cívica, o seu interesse pela Política, pelo associativismo, assim como sobre a sua aproximação às Juventudes partidárias. São analisados dados e estudos sobre a participação cívica e partidária dos portugueses, em geral, e, em particular, dos mais Jovens, tentando entender-se aspetos importantes como o dos preocupantes índices de Abstenção.

    Pretendendo fazer-se uma reflexão sobre o Sistema Político, Partidário e Eleitoral Português, este estudo apresenta as perspectivas críticas e as propostas deixadas pelos entrevistados, com diferentes vias e soluções apontadas para se levar a cabo uma Reforma Eleitoral e Partidária, em Portugal.

    São apreciados ainda dados de diferentes eleições "diretas" e internas dos partidos e é feita uma análise da possível introdução de eleições primárias em Portugal, para escolha de deputados ou de candidatos a líder, relacionando-as com as experiências já realizadas, a nível europeu.

    Este livro é, essencialmente, um registo, escrito por alguém que, desde muito novo, tem acompanhado a Política, os partidos e a ação dos políticos, consciente de que da Política depende a felicidade e o bem-estar dos cidadãos.”

    https://www.chiadobooks.com/livraria/jovens-e-a-politica

  • “A mulher que venceu Don Juan” de Teresa Martins Marques

    “A Mulher que Venceu Don Juan inclui no entrecho ficcional três personagens de fundo donjuanesco. Amaro Fróis, cirurgião plástico, procura nas mulheres a vingança de um passado tenebroso Manaças, serial lover, recalca uma pulsão proibida Joana coleciona os namorados das amigas. Os três serão vencidos: o primeiro por uma mulher que subestimou o segundo pelo verdadeiro objeto do desejo recalcado a terceira por uma presidiária, cujo companheiro seduziu. A protagonista, Sara Dornelas, escapa à morte e encontra o amor, realizando, pelo estudo, um sonho antigo. Dois seres de eleição, a psicóloga Lúcia e Paulo, comissário da polícia, assumem um papel decisivo no desmantelamento de uma rede tentacular e no castigo dos criminosos, unidos por ignorados laços de sangue.

    Travejada por diálogos vivos, ora dramáticos ora humorísticos, a ação decorre em múltiplos lugares, potenciando o efeito de real pela intrusão de figuras verídicas que interagem com as personagens ficcionais, gerando uma atmosfera de suspense até ao último fio da intriga romanesca.

    Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.”

    https://www.ancora-editora.pt/pt/detalhe-do-livro/a-mulher-que-venceu-don-juan

  • “Para Isabel” de Antonio Tabucchi

    “Primeiro inédito publicado após a morte do autor.

    Como definir uma história como esta? À primeira vista poderia parecer um romance fantástico, mas talvez fuja a todas as definições possíveis. Antonio Tabucchi deu-lhe um subtítulo: «um mandala», mas na realidade, segundo critérios ocidentais, trata-se afinal de uma investigação, uma busca que parece conduzida por um Philip Marlowe metafísico. Mas à metafísica, nesta investigação espasmódica e peregrina, vêm juntar-se conceitos muito terrenos da vida: sabores, lugares, cidades, imagens que estão ligadas ao nosso imaginário, aos nossos sonhos, mas também à nossa experiência quotidiana.  E então, em que ficamos? Na sua «Justificação em forma de nota» Tabucchi sugere que pensemos num monge vestido de vermelho, em Hölderlin e numa canção napolitana. Podem talvez parecer elementos incongruentes. Mas talvez seja preferível não procurar verosimilhança num dos mais extravagantes, visionários e ao mesmo tempo envolventes romances que a literatura italiana alguma vez nos deu. O leitor português reconhece neste livro uma geografia familiar (Lisboa, Barcelos, Cascais e a Arrábida), mas a acção desloca-se também para o extremo Oriente (Macau), para a Suíça e para a Itália. E esses mesmos lugares surgem-nos então, através do olhar de Antonio Tabucchi, surpreendentemente transfigurados.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/para-isabel/

  • “Estética do performativo” de Erika Fischer-Lichte

    “As edições Orfeu Negro dão continuidade à publicação de obras de referência na área das artes performativas contemporâneas. Em ESTÉTICA DO PERFORMATIVO, originalmente publicado em 2004, Erika Fischer-Lichte propõe uma nova abordagem estética, apoiando as suas reflexões nas obras de Marina Abramović, Joseph Beuys, Richard Schechner, John Cage e Hermann Nitsch, entre outros artistas. A abolição de fronteiras entre as várias artes a partir dos anos 60 do século XX pode ser definida como uma viragem performativa. Os artistas, ao invés de criarem obras de arte, passam a produzir, cada vez mais, acontecimentos, que envolvem os espectadores e instabilizam as fronteiras entre sujeito/objecto e significante/significado.”

    https://www.orfeunegro.org/collections/livros/products/estetica-do-performativo

  • “Manifesto contra-sexual” de Paul B. Preciado

    “Publicado originalmente em 2000, MANIFESTO CONTRA-SEXUAL é já um livro de culto da teoria queer. Incisivo e desafiante, este manifesto convida a repensar as nossas concepções de corpo, género e sexualidade, rejeitando a estrutura heteronormativa do sistema patriarcal e assumindo a plasticidade dos corpos. O dildo, enquanto objecto artificial, anexável e iterável que evade a genitalização do sexo, é a base e o expoente da revolução contra-sexual aqui proposta. Fundindo filosofia com cultura pop e jamais sacrificando a vida em prol da teoria, Preciado desenha novas possibilidades para a experimentação política, sexual, social e artística.”

    https://www.orfeunegro.org/collections/livros/products/manifesto-contra-sexual

  • “Estão podres as palavras: uma antologia” de Jorge de Sena

    “Em vez da habitual seleção difusa do best-of poético ou ficcional que marcam este tipo de projetos, procurando cimentar a aura de consenso nacional tipicamente reservada para os defuntos, é a pulsação do sarcasmo, da ironia, da erudição e da multiplicidade dos seus interesses que guiam todas as páginas. É a revolta de um homem pela podridão em que viveu, um lodo nacional que persiste e muitos contemporâneos se orgulham em ver colado às suas próprias botas, mais mortos do que aquele que completa o centenário. Poesia, conto, teatro, ensaio, fragmento, tudo com a mesma enorme importância que a obra de Sena merece.”

    https://www.goodreads.com/book/show/49128617-est-o-podres-as-palavras

  • “Uma vida com propósito” de James Allen

    “Para aqueles que lutam corajosamente e nunca se rendem, está reservada a vitória.

    A Vida com Propósito não é para os espertos, os instruídos ou os autoconfiantes, mas sim para os puros, os virtuosos e os sábios. Os primeiros alcançam o seu sucesso particular na vida, mas só os últimos alcançam o Grande Sucesso, um êxito tão invencível e completo que até uma aparente derrota brilha com vitória adicional.

    É uma verdade pouco compreendida, ainda que simples e profunda, que o homem que não consegue controlar-se sob a mais severa pressão externa é incapaz de guiar os outros ou de controlar os acontecimentos. Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para cada propósito debaixo do céu.

    Cada ser vive no seu próprio mundo mental. As suas alegrias e os seus sofrimentos são criações da sua própria mente e dependem da mente para a sua existência. No meio do mundo, ensombrado por muitos pecados e sofrimentos, em que a maioria vive, reside um outro mundo, iluminado por virtudes resplandecentes e pura alegria, onde vivem os perfeitos.

    Este mundo pode ser encontrado e penetrado, e o caminho é através do autocontrolo e da excelência moral. É o mundo da vida perfeita e pertence por direito ao homem, que não está completo até ter sido coroado pela perfeição. A vida perfeita não é a coisa longínqua e impossível que os homens que andam nas trevas imaginam que ela é; é sumamente possível, e muito próxima e real. Descubra como experienciá-la ao ler este livro.”

    https://almadoslivros.pt/products/uma-vida-com-proposito

  • “As escolhas do director: Museu Calouste Gulbenkian” de João Castel-Branco Pereira

    “O Museu Calouste Gulbenkian está instalado num complexo de arquitetura moderna, o primeiro do século XX a ser classificado como Monumento Nacional em Portugal, pela sua excelência formal e integração do construído na paisagem natural. Apresenta coleções de Arte Plásticas e Artes Decorativas, desde o Egito até à Europa do século XX. A qualidade do projeto arquitetónico estende-se à exposição que, estruturada em dois grandes núcleos, o da Arte Oriental e o da Arte Europeia, permite entender bem o gosto próprio do Colecionador através de um conjunto de objetos raros do Egito, da Grécia, da Pérsia, da Índia Mogol ou da Turquia, ou de obras-primas de artistas como Domenico Ghirlandaio, Rembrandt, Rubens, Fragonard, Guardi, Houdon, Turner, Corot, Degas, Manet, Monet e também, nas Artes Decorativas, mobiliário de Cressent e Riesener, ourivesaria de François-Thomas Germain, Spire, Durant ou o conjunto único de joias de René Lalique.

    João Castel-Branco Pereira fez uma escolha caprichosa neste universo diversificado que é a Coleção Gulbenkian. Deixou-se guiar com liberdade pelos seus gostos pessoais, centrando-se, contudo, em três temas, os objetos, os lugares e as pessoas. Inevitavelmente o temperamento do colecionador passa por estas escolhas que o autor desejou tornar mais evidente para o público, através dos valores de humanidade que consagram.”

    https://gulbenkian.pt/museu/publication/as-escolhas-do-director-museu-calouste-gulbenkian/

  • “Nova dedução do direito natural” de F. W. J. Schelling

    “«Os presentes aforismos nada mais devem ser que aforismos. O autor reserva-se o comentário sobre eles, tanto mais que, posto que não pode utilizar as mais recentes elaborações do direito natural, lhe deram matéria rica para considerações mais apuradas e pretextos variados para desenvolver de modo mais completo os seus princípios.»

    1. W. J. Schelling”

    https://www.almedina.net/nova-dedu-o-do-direito-natural-1568969178.html

  • “Pangolim: líricas & patuás” de Narciso Pinto

    “PANGOLIM, de Narciso Pinto, com desenhos de Marta Silva”

    https://edlinguamorta.blogspot.com/2017/07/lingua-morta-077.html

  • “A ideologia afrocentrista: à conquista da história” de François-Xavier Fauvelle

    “Eva era negra? A primeira civilização foi africana? Os Egípcios eram negros?

    Poucos temas estão tão minados para o historiador como a história de África. Qual é a fronteira entre História e Memória? A memória selecciona, remenda, ornamenta, oculta. Será possível «descolonizar» a história sem subverter a própria noção de História? Há uma corrente, umas vezes académica, outras popular, o afrocentrismo, que defende África como o berço da própria civilização, assumindo a civilização egípcia como uma civilização negra, acusando de racismo os historiadores ocidentais e atribuindo aos judeus um papel no tráfico de escravos. Este livro afirma que essa corrente é ideológica, e não histórica. Das teorias especulativas às tradições inventadas, vê-se, da parte dos afrocentristas, um enorme esforço para a criação de uma «identidade negra africana», mesmo que as comunidades sejam já nadas e criadas noutros continentes. François-Xavier Fauvelle assume uma voz crítica e rejeita os perigos a que nos condena a ingénua e superficial leitura dos factos feita pelos afrocentristas.”

    https://www.guerraepaz.pt/inicio/625-a-ideologia-afrocentrista-a-conquista-da-historia-a-memoria-em-leilao.html

  • “Uma casa rica de misericórdia: o evangelho de Lucas em família” de Vincenzo Paglia

    “Em vista do Jubileu da Misericórdia, o Presidente do Pontifício Conselho para a Família propõe este livro com o intuito de ajudar a ler o Evangelho de São Lucas (chamado o Evangelho da Misericórdia), em família, todos os dias. O autor ao considerar o Evangelho a força e o tesouro mais precioso da Igreja, convida todas as famílias a pegarem no Evangelho, a lerem-no e a meditá-lo, sobretudo em família, para construírem uma nova fraternidade entre as pessoas e uma nova solidariedade entre as famílias.”

    https://paulus.pt/uma-casa-rica-de-misericordia-

  • “História com pénis e cabeça” de Vitor Vicente

    “História com Pénis e Cabeça é uma obra teatral. Narra sucessivos encontros de um par de intelectuais, desde uma livraria polivalente culturalmente falando até a um bar de jazz, passando por uma festa da música clássica e/ou erudita. À acção, no entanto, o leitor só acede através do diálogo entre a piça e a cabeça. Como o próprio título já antecipava.”

    http://editoracantoescuro.blogspot.com/2008/10/image-hosted-by-imageshackus.html

  • “Literatura, defesa do atrito” de Silvina Rodrigues Lopes

    “Conta-se que os malaios fazem buracos no tronco dos bambus que crescem nos bosques, e quando o vento sopra, os selvagens, deitados por terra, ouvem sinfonias executadas por essas gigantescas harpas eólicas. Coisa estranha, cada um ouve uma melodia própria diferentemente harmonizada segundo o acaso do soprar do vento.

    August Strindberg

    Nós queremos andar, por isso precisamos de atrito. Regressar à terra áspera!

    Ludwig Wittgenstein

    Os textos aqui reunidos, nos quais se questiona a noção de literatura e – através de temas como o ensaio, a correspondência, o ensino, a citação, a memória ou a experiência literária – as condições mínimas de um fazer que não se subordina a valores nem instituições, foram escritos, e publicados (excepto «A literatura como experiência»), ao longo de alguns anos e em circunstâncias diferentes. Ao relê-los, e por vezes acrescentá-los, verifiquei que há neles uma preocupação comum – o peso das palavras, aquilo que de “nosso”, do mundo, lhes permite atingirem-nos e desviarem-nos – e um tom, que poderei caracterizar como correspondente a um movimento de paciência e inquietação. Não se movem vertiginosamente em busca da novidade. Gostaria que fossem um gesto de defesa da literatura, de defesa do atrito.”

    https://www.almedina.net/literatura-defesa-do-atrito-1563823832.html

  • “A revolução por fazer” de Dalai Lama e Sofia Stril-Rever

    “«Jovens de todos os países, apelo-vos a serem a primeira geração de paz numa terra fraternal. Construam uma cidadania mundial.»

    Vivemos uma era de conflitos permanentes, de excesso de informação e contrainformação, onde o direito à vida está ameaçado por problemas políticos, ambientais e económicos e pelo crescimento dos nacionalismos. Com todo este cenário assustador, acabamos por nos afastar do que verdadeiramente interessa se quisermos construir um futuro melhor.

    Em A Revolução por Fazer, o líder espiritual tibetano Dalai Lama compartilha a sua visão do mundo e pede aos jovens que assumam o papel de agentes da mudança. Mais do que isso, encoraja a juventude a refletir sobre o mundo que estamos a construir e a iniciar já a transformação. Há uma revolução por fazer, que não é baseada em crenças ou ideologias, antes na ética: a Revolução da Compaixão. Este é o livro que urge ler para mudar o mundo.

     Inclui o Manifesto da Responsabilidade Universal”

    https://faroleditora.pt/livros/a-revolucao-por-fazer

  • “George e seta despedida” de Maria Judite de Carvalho

    “Metas Curriculares de Português. Leitura recomendada para o 12.º ano de escolaridade.

    Andam lentamente, mais do que se pode, como quem luta sem forças contra o vento, ou como quem caminha, também é possível, na pesada e espessa e dura água do mar. Mas não há água nem vento, só calor, na longa rua onde George volta a passar depois de mais de vinte anos.

    Um conto surpreendente de reflexão sobre as etapas da vida e a complexidade da natureza humana.

    A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.”

    https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/george-e-seta-despedida/16101041

  • “Contos” de Trindade Coelho

    “Metas Curriculares de Português. Leitura recomendada no 7.º ano de escolaridade.

    Tendo como cenário o mundo rural português, Trindade Coelho dá vida às suas memórias de infância e conta as histórias de pessoas reais (pastores, lavradores, mães, crianças…), retratando peripécias, episódios e dramas de vida e não esquecendo sequer o realismo da sua linguagem.

    A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelo Programa e Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.”

    https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/contos/16412561

  • “Que emoção!” de Gabriele Clima

    “Livros mágicos e surpreendentes, com uma roda que gira e muda o desenho central da página, revelando as maravilhas da transformação.

    Gira a roda e descobre todas as emoções que este livro tem guardadas para ti: ternura, alegria, tristeza, desespero...”

    https://leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/0-3-anos/literatura-infantil/que-emocao/

  • “O novo ajudante da biblioteca” de John Edwards

    “Numa das várias idas à biblioteca, Anna e Olaf ficam a saber que Oddvar, o responsável, se vai ausentar por uns dias e fechar a biblioteca. E agora? Será que Olaf vai conseguir ficar uns dias ler e partilhar histórias, as duas coisas que mais gosta de fazer? Descobre o vai acontecer ao leres esta deliciosa história do boneco de neve mais divertido de sempre!”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/4-6-anos/literatura-infantil/o-novo-ajudante-da-biblioteca/

  • “Crie alegria no seu trabalho: o método KonMari para organizar a sua vida profissional” de Marie Kondo e Scott Sonenshein

    “A autora do bestseller mundial Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida junta-se a um psicólogo das organizações para lhe revelar um método infalível de organizar o seu ambiente de trabalho e lhe trazer prosperidade, realização pessoal e alegria.

    O local de trabalho é um verdadeiro íman de desarrumação: desde a mesa atafulhada de material desnecessário e pilhas de papel, até aos ecrãs cheios de pastas inúteis e atalhos que não vão dar a lado nenhum… para não falar desse quarto dos arrumos caótico que é a caixa de e-mail! Se acrescentarmos a isso a desarrumação mental que advém de tarefas sem sentido e reuniões sem propósito, não é de admirar que cheguemos ao fim (ou ao meio!) do dia de trabalho sem um pingo de energia.

    Porque é assim? Será uma utopia pensar que o ambiente de trabalho pode ser uma fonte de alegria?

    Marie Kondo, a guru da arrumação de renome mundial, junta-se ao catedrático de Gestão e Comportamento Organizacional Scott Sonenshein para lhe mostrar como fazer dessa utopia uma realidade. Partilhando histórias, casos de estudo e estratégias simples e práticas, ensinam como qualquer um pode eliminar aquilo que está a mais e criar espaço para um trabalho que realmente importa.

    Recorrendo ao famoso Método KonMari, de eficácia testada em dezenas de milhões de lares em todo o mundo, e à mais recente investigação científica, Crie Alegria no Seu Trabalho vai ajudá-lo a ultrapassar os desafios da desorganização no local de trabalho e a desfrutar da alegria e da prosperidade que resultam de ter uma mesa - e uma mente! - limpas e organizadas.”

    https://www.pergaminho.pt/produtos/ficha/crie-alegria-no-seu-trabalho/23976396

  • “Contos de Grimm para todas as idades” de Philip Pullman

    “Philip Pullman escolheu as suas cinquenta histórias favoritas dos Irmãos Grimm e apresenta-as numa versão claríssima, com a sua voz ímpar e brilhante.

    Dos contos mais populares, como «Rapunzel», «Branca de Neve» e «Cinderela», a outros menos conhecidos, como «As Três Folhas da Serpente» ou «A Madrinha Morte», Pullman traz o cerne de cada história intemporal para primeiro plano, seguido de um breve mas fascinante comentário.

    Grimm de Pullman, contos de madrastas perversas, crianças corajosas e reis vilões que o farão ler, e reler por muitos anos.”

    https://www.bertrand.pt/livro/contos-de-grimm-para-todas-as-idades-philip-pullman/23797290

  • “Manual dos princípios do sucesso” de Jack Canfield com Dr. Brandon Hall e Janet Switzer

    “Não basta sonhar com a vida que deseja. Tome uma atitude com este guia complementar essencial para o bestseller de Jack Canfield.

    Aclamado por Oprah Winfrey como «um guia para elevar a sua vida até onde ela pode estar», Os Princípios de Sucesso®, do autor bestseller do New York Times Jack Canfield, inspirou mais de um milhão de leitores a realizar os seus sonhos e alcançarem o seu propósito. Mas o conhecimento não é nada sem ação. Agora, com O Manual dos Princípios do Sucesso, Canfield desafia-o a colocar os princípios em ação e a tirar o máximo proveito das suas lições centrais. O Manual dos Princípios de Sucesso revisita os princípios básicos do livro original - incluindo «Assuma a 100% a responsabilidade pela sua vida» e «Decida o que quer» - e fornece instruções passo a passo, exercícios, fichas de trabalho «Crie esse Hábito» e o Diário do Sucesso na sua vida. Se deseja alcançar as suas metas profissionais e pessoais, criar um novo estilo de vida emocionante, reformar-se mais cedo, desenvolver uma melhor rede de contactos ou atingir o seu maior objetivo, este livro indispensável fornecerá a clareza que procura para ter o futuro que sempre quis.”

    https://www.presenca.pt/products/manual-dos-principios-de-sucesso

  • “Os Illuminati” de Jim Marrs

    “Haverá uma conspiração secreta para decidir o curso da história?

    A ideia de que um pequeno grupo de indivíduos controla o mundo da política, das finanças e do comércio a nível mundial é altamente sinistra. Mas… e se for verdade?

    Iniciações arrepiantes. Grandes bancos e manipulação de dinheiro. Possíveis conexões entre as famílias mais poderosas do mundo… O nome Illuminati tem significado muita coisa para muitas pessoas diferentes, mas a maioria concorda que os Illuminati - e aqueles que seguem a sua doutrina - tentaram obter um certo controlo sobre os seus semelhantes, bem como sobre as instituições políticas e religiosas do seu tempo. A ideia de que um pequeno grupo internacional de indivíduos interligados pode controlar o mundo das finanças e do comércio foi confirmada por cientistas do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique que, combinando a matemática usada para a modelação de sistemas naturais com dados corporativos abrangentes, publicou, em 2011, um estudo na revista New Scientist, onde revelava que «1318 empresas de propriedade interligada» detinham um controlo centralizado sem precedentes sobre a economia global.

    Uma investigação profunda às origens, história, membros e atividades dos illuminati.

    Afastando-se de toda a especulação apocalíptica, mas também das tentativas de silenciamento de um espécie de pacto secreto com a intenção de controlar e manipular o nosso destino global, o premiado jornalista Jim Marrs explora as evidências, documentos e ligações e lança uma nova luz sobre a história, o funcionamento, a influência e o poder dos Illuminati.

    «Um livro fascinante e incrivelmente bem documentado!» Amazon”

    https://almadoslivros.pt/products/os-illuminati

  • “Banda desenhada: ensaio sobre a incoerência estilística” de Rita Alfaiate

    “Os artistas de Banda Desenhada são confrontados diariamente com a tarefa de transmitir uma mensagem e comunicar ao leitor toda a acção, diálogo, tensão e emoções da história, apelando, entre outros elementos deste meio artístico, ao grafismo. Este, apesar de ser intrínseco a cada artista, está sujeito a incoerências gráficas que se manifestam, quer naturalmente, quando um artista evolui na sua arte, quer intencionalmente, se um dado momento da história assim o necessitar. Neste ensaio, originalmente escrito no âmbito de uma dissertação de mestrado, iremos analisar a problemática da incoerência estilística, através de alguns artistas que a manifestaram ao longo da sua obra; e iremos acompanhar o Making Of do álbum “No Caderno da Tangerina” que, por apresentar incoerências de ambos os tipos, deu origem a este trabalho.”

    https://europresseditora.pt/livraria-online/banda-desenhada/

  • “Memórias, sonhos, reflexões” de C. G. Jung

    “«Apenas me consigo entender na luz de acontecimentos interiores, pois são estes que criam a singularidade da vida, e é deles que a minha autobiografia trata.» [Carl Jung]

    Este livro é a biografia de um dos psiquiatras mais influentes dos tempos modernos, e foi realizada a partir dos seus discursos, conversas e escritos.

    Na primavera de 1957, quando tinha 81 anos, Carl Gustav Jung decidiu narrar a sua vida. Memórias, Sonhos e Reflexões é o resultado desse desejo, sendo composto por conversas com a sua colega e amiga Aniela Jaffé e por capítulos escritos pelo próprio, entre outros materiais.

    Jung escrever as páginas finais do manuscrito dias antes de morrer, a 6 de Junho de 1961, o que torna este livro uma reflexão única sobre a vida e a obra do autor.”

    https://relogiodagua.pt/produto/memorias-sonhos-reflexoes/

  • “Como abordar... o conto tradicional” de Ana Cristina Ribeiro e Ana Paula Oliveira

    “Porquê abordar o conto tradicional na sala de aula?

    "Os contos tradicionais constituem uma excelente base de trabalho para o Professor: quer pela sua riqueza linguística e narrativa, no âmbito das aulas de Português, quer pelos valores que neles se debatem, ao nível de uma Área de Projecto ou da Formação Cívica".

    Para além de uma reflexão em torno da natureza e funções dos contos tradicionais, as autoras propõem um conjunto diversificado de actividades e pistas de abordagem que o Professor poderá desenvolver na sala de aula.”

    https://www.arealeditores.pt/produtos/ficha/o-conto-tradicional/125673

  • “Uma vindicação dos direitos da mulher” de Mary Wollstonecraft

    “Esta obra revolucionária e fundadora do feminismo é um clássico essencial sobre o papel social das mulheres. Em 1792, inspirada pela conquista dos direitos do Homem na França revolucionária, Mary Wollstonecraft proclamava alto e bom som que cabia ao «sexo fraco» tomar as rédeas do seu destino e quebrar as cadeias da submissão e ignorância que o prendiam. Trava-se, nestas páginas, um corajoso combate com uma moral conservadora que condenava metade da humanidade ao papel decorativo de companheira dócil do homem. Em cada linha desta resposta a Émile, de Jean-Jacques Rousseau, perpassam o acesso à educação e ao trabalho, como condição da emancipação feminina, e a ideia de que, sem liberdade, não há deveres sociais a cumprir. Uma Vindicação dos Direitos da Mulher conserva toda a sua actualidade e continuará a influenciar gerações de leitores.”

    https://antigona.pt/products/uma-vindicacao-dos-direitos-da-mulher

  • “Na curva escura dos cardos do tempo: poesia reunida” de Leonor de Almeida

    “Homónima da Marquesa de Alorna, Leonor de Almeida (1909-1983) publicou, entre 1947 e 1960, quatro livros de poesia aclamados pela crítica: João Gaspar Simões integrou-a no rol «dos melhores poetas portugueses contemporâneos»; Jacinto Prado Coelho saudou-lhe a «personalidade lírica invulgar»; Artur Portela descreveu-a como um «dos casos mais extraordinários da poesia moderna»; em 1951, a revista A Serpente destacou-a como autora dos «mais fortes poemas até hoje assinados por um nome de mulher em Portugal»; E. M. de Melo e Castro e Natália Correia incluíram-na em antologias de referência. Depois, Leonor eclipsou-se numa treva de silêncio e mistério. Este volume resgata ao esquecimento a obra de uma das mais espantosas poetas do século XX português.”

    http://pontodefuga.pt/comprar-livros/na-curva-escura-poesia-reunida/

  • “Na floresta” de Edna O'Brien

    “«Um retrato de desolação e raiva, brilhantemente contado, verdadeiramente chocante.» — Harold Pinter

    Baseado num caso real que chocou a Irlanda nos anos 90, Na Floresta conta-nos a história do regresso de Mich O'Kane, o Kinderschreck, a casa. Órfão violento e perturbado, tratado desde criança por todos como um bicho-papão, ninguém na pequena comunidade onde cresceu consegue lidar com ele. Até que uma jovem mãe e o seu filho de quatro anos desaparecem na floresta.

     

    Descrito pela crítica como um dos romances mais ambiciosos e expressivos de Edna O'Brien, Na Floresta arrasta o leitor para o interior da mente psicótica de um assassino, compondo um retrato chocante e compassivo da solidão, do desespero e da violência.

    «Edna O’Brien é uma escritora magnífica.» — The Washington Post

    «Um livro ambicioso e importante que trata temas difíceis de forma direta e corajosa.» — The Observer”

    https://cavalodeferro.pt/livros/na-floresta

  • “É urgente amar” de Pedro Chagas Freitas

    “Nem todos os erros são errados.

    Foi o que ele lhe disse, as lágrimas de um nas lágrimas do outro, a janela do quarto do hotel aberta, os corpos suados à procura do repouso depois da loucura.

    É impossível ter-te mas é inaceitável não te ter.

    Ela limpou com a parte de trás da mão uma das suas lágrimas, depois com a boca as lágrimas dele, o vento a empurrar as cortinas do quarto, alguns segundos do mais doloroso dos silêncios.

    Destruía a minha vida toda por ti porque sei que sem ti tenho a minha vida toda destruída.”

    https://www.almedina.net/urgente-amar-1598438343.html

  • “Conferências de Lisboa” de Anselm Jappe

    “Anselm Jappe esteve em Lisboa em Abril de 2013, a convite do Teatro Maria Matos, no âmbito do ciclo «Transição», tendo apresentado «Depois do Fim do Trabalho: Rumo a Uma Humanidade Supérflua». Na mesma ocasião, proferiu uma conferência sobre a Internacional Situacionista, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e foi entrevistado para o jornal Público por Alexandra Prado Coelho. Além destes textos com um contexto português, Conferências de Lisboa reúne também o artigo «Estarmos livres para a libertação» e uma entrevista ao autor por um colaborador da Antígona, aprofundando temas como a crítica do valor e a decomposição do capitalismo.”

    https://antigona.pt/products/conferencias-de-lisboa

  • “História das utopias” de Lewis Mumford

    “A História das Utopias, escrito e editado em 1922, é uma obra singular, na qual Lewis Mumford faz a análise das utopias históricas, partindo da distinção entre utopias de escape e utopias de reconstrução, nestas incluindo a maioria das utopias literárias clássicas – de Platão a Edward Bellamy, passando por Thomas More, Bacon, Campanella e outros.

    Inspirado nos valores humanistas, Mumford adverte-nos das derivas autoritárias susceptíveis de desfigurarem na prática os ideais mais sublimes. No modo de vida utopiano, cada homem goza da possibilidade de ser um homem porque ninguém tem a possibilidade de ser um monstro. O principal objectivo do homem é crescer até atingir o limite da estatura da sua espécie.”

    https://www.almedina.net/hist-ria-das-utopias-1563881423.html

  • “Tempo extra” de Camilla Cavendish

    “De uma jornalista premiada, conselheira do primeiro-ministro britânico David Cameron, uma análise profunda de um dos maiores desafios que a população humana enfrenta atualmente.

    O mundo está a passar por uma mudança demográfica dramática. Pela primeira vez na história, o número de pessoas com mais de 65 anos supera o das crianças com menos de 5 anos. Mas os sistemas de saúde e de segurança social não estão a acompanhar esta realidade. Precisamos de ser mais ambiciosos. É fundamental deixar de pensar que alguém com 60 anos é «velho», na reforma antecipada como algo desejável, na demência como inevitável e em boas ideias e energia a virem apenas dos «jovens».

    Neste livro, a autora embarca numa viagem para ver como diferentes países estão a responder a estes desafios sem precedentes, abrindo um debate sobre como os governos, as empresas, os meios de comunicação e cada um de nós deve lidar com a segunda metade da vida. Longe de serem um fardo, os mais velhos, pela sua experiência e sabedoria, podem contribuir de forma positiva para a resolução de todos os tipos de problemas sociais.

    Para tal, é necessária uma mudança radical de mentalidade. Estaremos preparados para dar esse passo?

    «Um livro pensado para ajudar as sociedades a envelhecerem da melhor maneira.» — Financial Times”

    https://vogais.pt/livros/tempo-extra-10-licoes-para-um-mundo-em-envelhecimento

  • “O atelier de noite” de Ana Teresa Pereira

    “Em 1926 Agatha Christie esteve desaparecida durante quase duas semanas, que ainda hoje permanecem envoltas em mistério. Os testemunhos desse episódio são raros e contraditórios.

    No conto Sete Rosas Vermelhas, que acompanha a novela O Atelier de Noite, Ana Teresa Pereira fala-nos do desaparecimento de uma outra mulher, episódio igualmente sujeito a interpretações diversas.”

    https://www.wook.pt/livro/o-atelier-de-noite-ana-teresa-pereira/23827671

  • “Asas de prata” de Camilla Läckberg

    “Depois do grande sucesso internacional de Uma Gaiola de Ouro, chega mais um episódio da história de Faye: traição, redenção e solidariedade feminina num novo drama sobre a vingança. Graças a um plano refinado e cruel, Faye deixou para atrás a traição e as humilhações sofridas pelo agora ex-marido Jack e parece ter assumido as rédeas da sua existência: é uma mulher independente, reconstruiu a sua vida num outro país e longe do seu passado, Jack está na prisão e a empresa que Faye fundou, Revenge (Vingança), está crescendo com sucesso.

    Mas novos desafios correm o risco de quebrar a serenidade conquistada com muito esforço. De facto, o lançamento da marca Revenge nos Estados Unidos de América desperta uma séria ameaça e Faye é forçada a retornar a Estocolmo.”

    https://www.almedina.net/asas-de-prata-1597238434.html

  • “Futsal: métodos de treino da formação ao alto rendimento” de Marquinhos Xavier

    “Este livro, de autoria de uma das maiores referências mundiais da modalidade, apresenta tudo o que é necessário para bem treinar e bem preparar uma equipa de Futsal.

    Com base na vasta experiência adquirida na prática de muitos anos ao mais alto nível, bem assim como nas contínuas ações de formação que há muito desenvolve e promove, Marquinhos Xavier explica e exemplifica neste livro uma metodologia de treino com os seus vários níveis e modos de atuação. Trata também da compreensão do jogo, com a identificação e a explicação dos conceitos de Futsal, não esquecendo os processos e os modelos de construção e seu desenvolvimento.”

    https://www.primebooks.pt/produto/futsal-metodos-de-treino-por-marquinhos-xavier

  • “Fé e existência cristã: viver o evangelho, hoje” de António Vaz Pinto

    “Nesta obra, P. António Vaz Pinto fecha a trilogia iniciada com os títulos Ateísmo e Fé: À busca de Deus e Revelação e Fé: Fundamento e conteúdo da fé cristã, em que procura expor-nos os fundamentos, conteúdos e práticas da vida cristã. Em Fé e Existência Cristã procura explicar e demonstrar os fundamentos da existência cristã do «homem novo» que surge com a Revelação de Jesus Cristo.”

    https://www.aletheia.pt/products/f-e-exist-ncia-crist

  • “Boris Hessen, o cientista subversivo” de Boris Hessen

    “Da autoria do físico e filósofo marxista russo Boris Hessen, As Raízes Sociais e Económicas dos Principia de Newton é um dos textos fundadores da história da ciência. Agora publicado pela primeira vez em Portugal, este estudo continua a surpreender em virtude da sua perspetiva iconoclasta e materialista, que, ao longo de décadas, foi objeto de inúmeras interpretações e controvérsias. A filosofia da ciência revelou ser um domínio de intensa polémica nos meios académicos soviéticos, tendo Hessen assumido um papel de destaque na defesa da teoria da relatividade e da mecânica quântica. Aquando da subida ao poder de Estaline, o trabalho do físico foi, porém, sujeito a críticas ferozes, que culminaram no seu fuzilamento durante as purgas dos anos 30. Graças à introdução e notas do físico e professor universitário Rui Borges, as ideias-chave de Hessen e o seu enquadramento e relevância históricos são aqui exemplarmente explicitados.”

    https://www.wook.pt/livro/boris-hessen-o-cientista-subversivo-rui-borges/16481399

  • “Louvor da terra: uma viagem ao jardim” de Byung-Chul Han

    “«Um dia senti uma profunda nostalgia e, além da nostalgia, uma necessidade premente de proximidade da terra. Por isso tomei a decisão de praticar diariamente jardinagem.»

    Louvor da Terra não é um ensaio filosófico, semelhante aos antes escritos por Byung-Chul Han.

    Situando-se entre a poesia e a filosofia a obra regista as reflexões de Byung-Chul Han sobre o tempo que dedica ao seu jardim.

    Louvor da Terra leva-nos a tomar consciência da ameaçada beleza do nosso planeta, num tempo em que se vai adquirindo a perceção de que, a médio prazo, algumas das suas regiões poderão tornar-se inabitáveis.

    A Terra cria vida e renova-a. Este poder pode ser entendido na jardinagem. Mais do que uma técnica, o cultivo das plantas é uma arte em que se pratica a meditação.

    O livro é ilustrado com as plantas que Byung-Chul Han cultiva no seu jardim.”

    https://relogiodagua.pt/produto/louvor-da-terra/

  • “Príncipe perfeito: rei pelicano, coruja e falcão” de Carlos Querido

    “D. João II morreu há quatro anos. Na Sé de Silves exuma-se o cadáver com vista à trasladação para o Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Um sobressalto percorre os altos dignitários do reino: o corpo do monarca mantém-se incorrupto. "Milagre!", grita-se nas ruas. Peçonha, sugere um conceituado físico, que procura no envenenamento uma explicação para o não apodrecimento do corpo sem vida, descrente da santidade de um monarca implacável com os inimigos, que não hesitou em apunhalar o irmão da rainha.

    Desterrado no Mosteiro de Nossa Senhora da Misericórdia, na ilha da Berlenga, o narrador, que fez parte do corpo de ginetes, guarda pretoriana do rei, vive atormentado com a suspeita do envolvimento da rainha na morte solitária e precoce do soberano na única batalha por ele perdida: a da sua sucessão. Pela memória inquieta de quem viveu aqueles tempos, neste Príncipe Perfeito - Rei Pelicano, Coruja e Falcão desfila a vida conturbada de um rei que sonhou um reino para além do mar e das fronteiras daquele que herdou.”

    https://www.wook.pt/livro/principe-perfeito-carlos-querido/16935630

  • “Graça Morais: territórios da memória” de Jorge da Costa

    “A presente dissertação desenvolve um estudo monográfico centrado na obra pictórica de Graça Morais, propondo sobre ela uma abordagem sistematizada e integral da produção de três décadas, balizada entre os anos de 1980 e 2008.

    Os temas, os elementos formais e expressivos, as técnicas, os fundamentos e as variações da gramática pictórica, as influências, as tipologias e as principais exposições são, aqui, o objeto de uma análise capaz de, e na ausência de qualquer outro estudo do género, promover uma visão de conjunto sobre a obra de uma artista com inequívoca expressão no contexto da arte contemporânea nacional.

    Pela dimensão de uma obra, ainda em evolução, assente em múltiplas derivações formais e em sucessivas deambulações criativas, optou-se pelo seu tratamento cronológico, bem como pela valorização de obras e séries de trabalhos mais representativas da sua produção artística, capazes de atestar que o trabalho de Graça Morais não só tem evoluído em fases muito distintas, como é alicerçado em marcas autorais muito vincadas.”

    https://www.uceditora.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_uce.asp?SSPAGEID=2942&lang=1&artigoID=1432

  • “Pelos caminhos assombrados de Portugal: rota dos mitos e lendas” de Vanessa Fidalgo

    “Da curiosidade, da singularidade e da profícua imaginação popular nasceram a maioria das histórias que povoam a nossa tradição oral. Transmitidas de boca em boca e depois de geração em geração até aos dias de hoje, as histórias de fantasmas, bruxas e antigos heróis - que ninguém sabe ao certo se realmente existiram - tornaram-se parte imprescindível da identidade de uma comunidade.

    Num país onde é quase impossível encontrar uma aldeia ou encruzilhada que não tenha uma lenda povoada de detalhes misteriosos e criaturas sobrenaturais - nem que seja um simples “bicho papão” para amedrontar os forasteiros -, Pelos Caminhos Assombrados de Portugal, o novo livro da jornalista Vanessa Fidalgo, propõe uma visita a muitos dos cantos e recantos de Portugal onde a memória popular não falhou e onde, sem receios nem vergonhas, há um povo que continua a identificar-se com a sua história, as suas tradições populares e a mais peculiar herança dos seus antepassados: o seu património oral.”

    https://www.almedina.net/pelos-caminhos-assombrados-de-portugal-1589887310.html

  • “Corpos celestes” de Jokha Alharthi

    “Vencedor do Man Booker International Prize 2019.

    “Fascinante. Mostra-nos uma cultura muito pouco conhecida no Ocidente.” [The Guardian]

    Corpos Celestes narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã.

    Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá.

    Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo.

    Elegantemente estruturado e sempre tenso, Corpos Celestes é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.”

    https://relogiodagua.pt/produto/corpos-celestes/

  • “Nados líquidos: transformações do terceiro milénio” de Zygmunt Bauman e Thomas Leoncini

    “Este livro contém as páginas em que Zygmunt Bauman estava a trabalhar quando faleceu.

    Em diálogo com Thomas Leoncini, o autor de Amor Líquido dirige-se pela primeira vez à geração surgida nos anos 80, ou seja, aos que já nasceram numa sociedade líquida em permanente mudança.

    Bauman, um dos maiores sociólogos e filósofos da contemporaneidade, aborda neste pequeno livro questões como a transformação do corpo, as tatuagens, a cirurgia estética, os hipsters, fenómenos de agressividade como o bullying e as transformações amorosas.

    Thomas Leoncini nasceu em La Spezia, em 1985. É jornalista, tendo colaborado em diversos jornais e revistas e entrevistado personalidades que se destacaram na economia, política internacional e cultura.

    Empenhou-se no estudo dos movimentos psicológicos e sociais da modernidade líquida, de que Bauman foi o principal teórico.”

    https://relogiodagua.pt/produto/nados-liquidos-transformacoes-do-terceiro-milenio/

  • “Desoras” de Julio Cortázar

    “Último livro de contos de Julio Cortázar, inédito em Portugal, Desoras culmina de forma brilhante a carreira de contista deste nome incontornável da literatura mundial.

    «A capacidade de Cortázar para nos apresentar os objetos de perspetivas estranhas, como se os tivesse acabado de inventar, proporciona ao leitor uma experiência única.» — Time

    «Uma imaginação literária de elite.» — The New York Times Review of Books

    «A capacidade criativa do autor atira-nos exatamente para esse território das situações menos comuns, onde o que às vezes importa é a escrita e os sonhos que ela transporta para defronte dos nossos olhos.» - Fernando Sobral, Jornal de Negócios”

    https://cavalodeferro.pt/livros/desoras

  • “Como sofrer em 10 passos fáceis” de William H. Arntz

    “Ser Feliz não Tem Ciência… O Que Tem Valor É Saber Sofrer!

    Quase todos os livros de autoajuda que existem são sobre como ser feliz, como sentir-se empoderado, como ter uma relação harmoniosa, como ser milionário… ou seja, como ser tudo menos aquilo que inevitavelmente somos e seremos, pelo menos algumas vezes na vida: infelizes.

    Por isso, o físico, informático e documentarista de sucesso William H. Arntz decidiu-se pela abordagem oposta (com resultados bastante cómicos): ensinar a sofrer.

    Todos sofremos, por isso, para quê fugir ao sofrimento? O mais sensato é aceitar o sofrimento, compreendê-lo e saber viver com ele. Se compreendermos os mecanismos da infelicidade, da frustração e da insatisfação, poderemos até, quem sabe, descobrir como as ultrapassar, e viver melhor com menos sofrimento.

    Com 10 Lições simples e acessíveis, Como Sofrer ensina-lhe a sofrer melhor para sofrer menos.”

    https://www.pergaminho.pt/produtos/ficha/como-sofrer-em-10-passos-faceis/23806274

  • “Biologia evolutiva” de Ulrich Kutschera

    “Biologia Evolutiva é um manual didáctico de referência de que é autor Ulrich Kutschera, Professor Catedrático de Fisiologia Vegetal e Biologia Evolutiva da Universidade de Kassel (Alemanha), destinado principalmente a alunos e professores universitários e a professores do ensino secundário, bem como a técnicos e jornalistas científicos.

    Nesta obra são apresentados os conhecimentos mais recentes do estudo da evolução, atendendo a uma grande variedade de temas e áreas, como a paleobiologia, a evolução química e a origem da célula, a endossimbiose e a evolução celular, a filogenética molecular, a etologia evolutiva e o estudo experimental da evolução. Adicionalmente, o livro contém mais de duzentas ilustrações que esclarecem os conceitos tratados e inclui um interessante capítulo final que passa em revista as principais objecções esgrimidas contra a teoria da evolução e enuncia os respectivos contra-argumentos.”

    http://www.naturfun.pt/index.php?route=product/product&product_id=679

  • “Vendeta” de Amadeu Baptista

    “Mais um livro de Edições Mortas acaba de ser publicado: “Vendeta”, do poeta Amadeu Baptista. A editora portuense, em especial vocacionada para a literatura considerada “desalinhada”, pretende espaços novos e arejados no panorama editorial português.”

    http://ibnmucanapoesia.blogspot.com/2019/01/0542-novo-livro-de-edicoes-mortas.html

  • “Jezabel” de Irène Némirovsky

    “Bela, fascinante e rica, Gladys Eysenach viveu toda a sua vida rodeada de luxo, frequentando a melhor sociedade e as suas festas elegantes, e seduzindo os homens mais atraentes. Agora, aos sessenta anos, vê-se perante a barra de um tribunal, no papel de acusada do assassinato de um jovem, seu pretenso amante.

    À medida que decorre o interrogatório, Gladys esconde-se nas suas memórias, evocando os episódios da sua vida que a levaram àquele momento. A infância, o pai ausente, o casamento por conveniência, a turbulenta relação com a filha indesejada, e o esforço para esconder de todos e de si mesma o inevitável declínio do corpo e a derrocada da sua beleza. Agora, é a sua própria alma que está em julgamento.

    Publicado originalmente em 1936, e até hoje inédito no nosso país, Jezabel é um dos mais importantes romances de Irène Némirovsky.”

    https://cavalodeferro.pt/catalogo?q=jezabel

  • “Ser espiritual: da evidência à ciência” de Luís Portela

    “Aparentemente, a Humanidade tem feito uma grande progressão no domínio tecnológico, mas, mantendo-se embriagada com a exploração material e distraída com um mar de futilidades, tem deixado para segundo plano a exploração do espiritual. O ter tem-se sobreposto ao ser. E, recentemente, parece que já nem faz falta ter, basta parecer.

    Tendo assumido a ilusão tal dimensão, parece oportuno procurar recentrar o Homem no âmago do ser. Foi o que o autor procurou fazer, cruzando os saberes tradicionais com os resultados da investigação científica recente e sugerindo um prévio despojamento de conceitos e preconceitos, uma grande abertura a uma perspectiva diferente dos conhecimentos aceites pela cultura vigente. Ou seja, uma real abertura do leitor a perspectivar o Universo a partir do seu eu espiritual.”

    https://www.gradiva.pt/catalogo/14896/ser-espiritual-

  • “Conundrum, enigma: história da minha mudança de sexo” de Jan Morris

    “Um testemunho real e corajoso.

    Conundrum é um livro de culto, verdadeira referência na comunidade LGBTQI e baptizado de «canónico» pelo New York Times no que diz respeito a «memórias trans». A conceituada escritora britânica Jan Morris relata aqui a mais pessoal de todas as suas viagens, desde o tempo em que era James até à operação de mudança de sexo que fez em 1972, em Casablanca.

    «Perguntam‑me muitas vezes se não lamento nada, e eu respondo em tom frívolo que não. Mas é claro que lamento várias coisas. Lamento o choque que causei nas outras pessoas. Lamento o tempo perdido. Esporadicamente, lamento a perda da minha masculinidade, nos momentos em que gostava que os outros ouvissem a minha opinião. Lamento que tudo isto tenha sido necessário, assim como lamento os anos perdidos de plenitude, enquanto homem ou enquanto mulher, de que poderia ter gozado. Mas nem por um momento me arrependo da mudança em si. Não via outra alternativa, e a operação a que me submeti tornou‑me feliz.»”

    https://tintadachina.pt/produto/conundrum/

  • “Manuscrito corvo” de Max Aub

    “Uma das obras mais singulares de Max Aub, Manuscrito Corvo (1955) é o caderno de notas de um certo corvo Jacobo, em que o nosso alado narrador relata, com ironia e em prol da comunidade corvina mundial, as suas impressões sobre a estranha espécie humana. E é num dos «centros culturais de maior nomeada» – o campo de concentração de Vernet, onde Max Aub esteve encarcerado nos anos 40 – que Jacobo perscruta o quotidiano, perplexo com a irracionalidade e os absurdos das criaturas sem penas. Neste tratado sobre a condição do Homem, sobre as suas contradições e supostas certezas, resta ao sagaz pássaro concluir que, depois de tudo observar, o melhor é voar dali para fora.”

    https://antigona.pt/products/manuscrito-corvo-1

  • “A ascensão e queda dos dinossauros” de Steve Brusatte

    “Há sessenta e seis milhões de anos, os dinossauros, as mais temíveis feras que alguma vez habitaram a Terra, extinguiram-se quase de um momento para o outro. No entanto, ainda hoje exercem um enorme fascínio sobre nós, apesar de a sua existência permanecer um dos maiores mistérios do nosso planeta.

    Steve Brusatte, paleontólogo especializado em biologia evolutiva e uma das mais brilhantes figuras da paleontologia da atualidade, é responsável pela identificação de 15 novas espécies de dinossauros. As suas investigações científicas e no terreno que resultaram na descoberta de factos surpreendentes sobre estas fascinantes criaturas e deram origem a uma história completa, surpreendente e inovadora dos dinossauros. Recorrendo à ciência e a tecnologia de ponta para dar vida a este mundo perdido, Steve Brusatte lança uma nova luz sobre as suas origens enigmáticas, o seu desenvolvimento espetacular, a espantosa diversidade de espécies, a extinção cataclísmica que sofreram, mas também sobre o seu inquietante legado com que ainda convivemos atualmente.

    Contendo mais de setenta fotografias e ilustrações originais, A Ascensão e Queda dos Dinossauros — Uma Nova História de um Mundo Perdido leva-nos numa viagem que começa no início do período Triásico e se prolonga por 200 milhões de anos até ao apogeu dos dinossauros nos períodos Jurássico e Cretácico, quando os T. rex, os Triceratops, os Brontossaurus e outros dominavam a Terra. E, claro, sem esquecer também as teorias científicas relativas ao que provocou a extinção brutal e repentina que varreu os dinossauros do planeta.

    Escrita num estilo conciso e cativante, longe dos formalismos académicos, esta é uma obra acessível a todas as idades. Repleta de factos científicos, contém ainda histórias entusiasmantes e divertidas vividas pelo autor no seu trabalho de campo um pouco por todo o mundo, incluindo em Portugal.”

    https://www.contrapontoeditores.pt/produtos/ficha/a-ascensao-e-queda-dos-dinossauros/23009706

  • “É hora do chá, Mimi!” de Laura Owen

    “Duas histórias deliciosas sobre a Mimi, a bruxa mais divertida do mundo, e o seu gato Rogério, destinadas especialmente a crianças que começam a ler de forma autónoma.

    Em «A Mimi e os Morcegos», a Mimi recebe a inesperada ajuda dos amigos morcegos, quando a sua irmã mandona aparece para tomar chá.

    Em «Mimi Agricultora», descobre que cultivar a comida para um piquenique não é tão fácil como parece!”

    https://www.gradiva.pt/catalogo/46838/mimi-e-rogerio---e-hora-do-cha-mimi!

  • “Menina” de Edna O'Brien

    “Um livro perturbador e actual, descrito como uma obra-prima pela crítica, que reconstrói ficcionalmente a história das meninas raptadas pela seita jiadista Boko Haram.

    Numa terrível noite, Maryam é raptada na escola e feita escrava por uma seita jiadista, tornando-se testemunha e vítima de atos brutais cometidos em nome de uma ideologia. Roubada da sua inocência e dignidade, ela, apenas uma menina, resiste valorosamente, até que, de forma inesperada, as portas para a liberdade se abrem. Contudo, novas provações e horrores se escondem: nos caminhos da floresta selvagem, que devolve Maryam, já com uma filha nos braços, e numa sociedade marcada pela guerra e pelo preconceito.

    Escrito com base num artigo de jornal sobre as meninas raptadas pelo Boko Haram na Nigéria, Menina é um romance perturbador, que confronta o leitor com a natureza humana do mal. Uma obra-prima no dizer da crítica, na qual Edna O’Brien desafia as convenções da ficção, continuando a explorar os seus temas de eleição: a violência de género e a misoginia perpetuadas em nome das convenções sociais e da religião.

    A autora é uma das mais importantes e admiradas escritoras de língua inglesa, e vencedora de inúmeros prémios literários, entre os quais se contam: The Irish PEN Lifetime Achievement Award for Literature, The American National Art's Gold Medal, Ulysses Medal e PEN/Nabokov Award for Achievement in Literature.

    «Uma narrativa emocionante, atroz e, ao mesmo tempo, magnífica.» — Le Monde”

    https://cavalodeferro.pt/livros/menina-edna-o-brien

  • “O homem que via tudo” de Deborah Levy

    “Finalista do Man Booker Prize.

    “Olá, Saul. Como vão as coisas?”
    “Estou a tentar atravessar a rua”, respondi.
    “Sim”, disse ela. “Há trinta anos que tentas atravessar a rua, mas aconteceram várias coisas entretanto.”

    Em 1988, Saul Adler é atropelado em Abbey Road. Aparentemente, fica bem. Levanta-se e vai ter com a namorada, Jennifer Moreau. Fazem sexo e terminam o relacionamento amoroso, mas não antes de ela o ter fotografado a atravessar a mesma rua onde fora atropelado.
    Saul parte para estudar na Berlim Leste comunista, dois meses antes da queda do Muro, e aí encontra o tradutor que lhe foi atribuído e a irmã deste, que jura ter visto um jaguar a deambular pela cidade. Saul apaixona-se; preocupa-se obsessivamente com o pai, um homem difícil e autoritário; e trava amizade com um hippie, que pode ou não ser um agente da Stasi, mas que o vai assombrar num futuro próximo.
    Movendo-se entre tempos diferentes e deixando um rasto em espiral, Levy analisa o que vemos e o que não conseguimos ver, as consequências do descuido, o peso da história e as nossas desastradas tentativas de o sacudir dos ombros.

    “Levy é uma escritora indelével.” [The New York Times]”

    https://relogiodagua.pt/produto/o-homem-que-via-tudo/

  • “Frente ao contágio” de Paolo Giordano

    “Frente ao contágio” de Paolo Giordano

    “A epidemia do coronavírus é candidata ao título de emergência sanitária mais importante da nossa época. Não a primeira, não a última e talvez nem sequer a mais horrível. É provável que, quando terminar, não tenha produzido mais vítimas do que muitas outras, mas três meses passados sobre o seu aparecimento obteve já um primeiro lugar: o SARS-CoV-2 é o primeiro novo vírus a manifestar-se tão velozmente à escala global.”

    https://relogiodagua.pt/produto/frente-ao-contagio/

  • “Mónica: uma montanha de emoções” de Margarida Fonseca Santos e Maria João Lopo de Carvalho

    “A Mónica tem 15 anos e vai entrar para o 10.º ano. No entanto, aquelas férias grandes e o início do ano letivo foram muito diferentes do habitual!
    Mónica, a maria-rapaz da família, enfrenta um turbilhão de emoções, a começar pela sua relação com o Filipe, que sofreu um enorme abalo. Nem tudo é um mar tranquilo quando se cresce. Mas crescer é mesmo assim: saber resistir, decidir, levantar a cabeça e seguir em frente. Apoiada por uma família muito unida e pelos amigos inseparáveis, será a Mónica capaz de lidar com tudo o que descobriu? Do acampamento de BTT à estadia em casa dos avós; do Plano de Poupança Familiar, que os Machados vão pôr em prática, ao estágio numa clínica de veterinária, passando pela chegada do misterioso Hans – o rapaz alemão que vem para casa dos 7 Irmãos por um ano inteiro –, uma verdadeira montanha de emoções espera pela Mónica.
    Corajosa, amiga dos seus amigos e solidária, tudo isto não a impede de se sentir por vezes a rapariga mais infeliz do mundo! Será que tem razão?”

    http://oficinadolivro.pt/pt/infantil-e-juvenil/10-anos/monica-uma-montanha-de-emocoes/

  • “O lobo que encontrou a amizade” de Rachel Bright

    “O pequeno lobo não quer a ajuda de ninguém, ele é destemido e pensa que consegue fazer tudo sozinho. Mas quando se perde da matilha, descobre algo importante: às vezes, todos nós precisamos da ajuda de um amigo!
    Uma história sobre a amizade e a entreajuda, dos criadores do sucesso O Leão Que Temos Cá Dentro.”

    https://www.presenca.pt/products/o-lobo-que-encontrou-a-amizade

  • “Livro da pequena bailarina” de Fiona Watt

    “Este livro irá encantar qualquer pequena bailarina!
    Pressiona os botões para ouvires música encantada de ballet - perfeita para andares em pontas, rodopiares e saltares.”

    https://www.wook.pt/livro/livro-da-pequena-bailarina/23866322

  • “Parabéns a você!“ de Nosy Crow

    “Quatro amigos a caminho de uma festa vão Onde haverá música, bolo e muita diversão!”

    https://www.almedina.net/parab-ns-a-voc-1599835035.html

  • “Que seca!” de Shinsuke Yoshitake

    “Era uma vez um menino que estava tão, mas TÃO aborrecido que começou a pensar em coisas aborrecidas e na razão para serem tão chatas. Até que encontrou uma forma de se divertir. Um livro muito pouco aborrecido, ideal para divertir meninos e meninas que já não sabem o que fazer para passar o tempo!”

    https://www.almedina.net/que-seca-1589877485.html

  • “As melhores histórias de unicórnios”

    “Um livro com ilustrações mágicas, em capa dura, cheia de glitter, e quatro contos com as mais divertidas aventuras de unicórnios.

    As Melhores Histórias de Unicórnios é ideal para ler em voz alta às crianças, e transportá-las para mundos de fantasia e páginas cheias de cor.

    Inclui os contos: Unicórnio e o Gato Perdido, O Unicórnio e a Princesa Aventureira, O Unicórnio e os Cavalos Selvagens, O Unicórnio e a Aventura Mágica.

    Histórias clássicas e sempre apelativas, muito procuradas pelos pais e avós, ideais para momentos de partilha entre família.”

    https://booksmile.pt/livros/as-melhores-historias-de-unicornios

  • “É só desta vez!” de Tracey Corderoy

    “O livro perfeito para ensinar às crianças o conceito de cidadania e como juntos podemos tornar o mundo mais agradável para todos!

    A vida na Cidade da Harmonia corre perfeita. Até ao dia em que o Rinoceronte atira o papel de um rebuçado para o chão.

    "Que mal tem? É só um! É só desta vez!", diz ele. Só que não foi… Depressa a cidade se torna suja, barulhenta e MUITO mal-educada! Conseguirá alguém salvar a situação?”

    https://www.minutosdeleitura.pt/livros/793261/e-so-desta-vez/

  • “O Principezinho” de Valentina Deiana

    “Surpresa! Puxa as abas em cada uma das páginas e segue as personagens deste fantástico conto.”

    https://www.wook.pt/livro/o-principezinho/23936210

  • “A aldeia verde e vermelha” de Paulo M. Morais

    “Uma aldeia como tantas outras, com a sua ordem e os seus costumes, metade verde, metade vermelha. Uma nova família que chega para desafiar os hábitos cromáticos instalados e resolve construir uma casa multicolor. Irão os habitantes da aldeia superar o choque inicial e aceitar a diferença e a mudança com que são confrontados? Que nova aldeia resultará daí? Uma história sobre o valor da tolerância e da compreensão do outro.”

    https://www.almedina.net/a-aldeia-verde-e-vermelha-1583237213.html

  • “Os Cinco salvam o cordeirinho” de Enid Blyton

    “OS CINCO estão a fazer um piquenique à beira mar quando avistam um cordeirinho em apuros.

    Sem ninguém por perto para ajudar, cabe aos Cinco montar uma operação de resgate.

    Conseguirão salvar o cordeirinho a tempo?”

    https://www.almedina.net/os-mini-cinco-n-10-os-cinco-salvam-cordeirinho-1601551183.html

  • “O mundo da Inês: mudanças, segredos e despedidas” de Sara de Almeida Leite

    “A vida de Inês muda completamente quando ela passa a frequentar um colégio interno para raparigas, a partir do 7.º ano. A adaptação não é fácil pois algumas colegas parecem empenhadas em dificultar-lhe a vida - incluindo as próprias primas. No entanto, Inês consegue integrar-se num grupo divertido, faz boas amizades e torna-se bastante popular...
    Conseguirá ela lidar com todos os desafios que se lhe deparam e ainda desfrutar em pleno da sua adolescência?
    Agora que já tem namorado, Inês sente-se mais apoiada, mas nem por isso deixa de sofrer reveses e ter preocupações, tal como as suas amigas. E as coisas complicam-se quando há um segredo que se espalha pelo Roseiral, vindo perturbar o ambiente e provocar uma mudança repentina numa das alunas mais irreverentes.”

    https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/o-mundo-da-ines-mudancas-segredos-e-despedidas/23891934

  • “Hackers, golpes & flechas em chamas” de Robert Muchamore

    “Polícias corruptos acusam um pirata informático de um crime que ele não cometeu. Apesar de inocente, o homem é preso, e, no mesmo dia, o filho foge para a perigosa floresta de Sherwood.
    Muitos dirão que o rapaz não resistirá mais do que uma semana... Mas não imaginas os truques que o pai lhe ensinou, nem as dicas de luta que aprendeu no YouTube...
    E o seu nome é Robin Hood.
    O novo bestseller pelo autor preferido dos jovens leitores portugueses.”

    https://www.wook.pt/livro/robin-hood-hackers-golpes-flechas-em-chamas-robert-muchamore/23964249

  • “365+1 piadas de rebolar no chão a rir!” de Maria João Medeiros

    “Um ano inteiro de gargalhadas, surpresas nas tuas datas favoritas e mais além, é o que te espera com estas 365+1 piadas de rebolar no chão a rir.
    Começa já a divertir-te com as ilustrações loucas e as anedotas originais deste livro super-hipermega cómico!”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/7-9-anos/literatura-infantil/365-1-piadas-de-rebolar-no-chao-a-rir/

  • “O Elmer e as emoções” de David McKee

    “O Elmer vive muitas aventuras com os seus amigos, todas elas cheias de emoções... na selva, todos os dias são diferentes. Há espaço para a felicidade e a coragem, a surpresa e o orgulho, mas também para a tristeza, o medo, a vergonha.
    Neste livro, cada aventura vai levar-te a explorar uma emoção, enquanto pintas, desenhas, percorres labirintos ou fazes sopas de letras.
    Diverte-te.”

    https://www.wook.pt/livro/o-elmer-e-as-emocoes-david-mckee/24031885

  • “E tu, vês o que eu vejo?” de Ed Emberley

    “Que livro é este? Que animal é este? Segura a página contra a luz e verás.
    Na maioria dos livros olhamos para a página de forma a ver as ilustrações, mas neste não. Para vermos a ilustração completa, e encontrar a solução para a adivinha proposta por uma pequena pista, há que olhar através das páginas. Criado por Ed Emberley no final dos anos 70, este livro-jogo nasceu sem prazo de validade. O seu design mantém-se fresco, e o original e engenhoso jogo de transparências demonstra uma vez mais a qualidade interactiva do papel, que não pára de surpreender leitores de todas as idades. Sem pilhas para gastar, este livro vai ser difícil de pousar.”

    https://www.bruaa.pt/loja/e-tu-ves-o-que-eu-vejo/

  • “Essência da alma” de Paula Laranjo

    “"Amar é

    Sentir o teu olhar

    aquecer a minha alma".

    https://www.chiadobooks.com/livraria/essencia-da-alma

  • “A coragem de confiar: o medo é o seu pior inimigo” de Roberto Shinyashiki

    “As pessoas vivem angustiadas, preocupadas e depressivas, com medo de tudo. Medo de perder o emprego, de ser roubadas, de ficar sozinhas, de arriscar e de que as suas tentativas não deem certo. Elas têm receio de falhar e de não dar conta do que se propõem a fazer. O medo está virando um estilo de vida.

    O mundo está tomado pela insegurança. Isso mata a alegria de viver e sufoca o seu desejo de ser feliz e de se realizar. No entanto, se você quer mais da vida, essa não é uma boa opção. Você não pode deixar que os seus receios se tornem o seu estilo de viver.

    A saída para eliminar os seus medos é ir além do sentimento de angústia e estabelecer uma confiança que o mova para frente - acreditar sempre em você mesmo, no outro e em Deus é o segredo para superar seus receios e dar a volta por cima.

    É preciso ter a coragem de confiar, pois essa é a melhor vacina contra a insegurança e as preocupações.

    O autor convida o leitor a empreender uma revolução na sua vida!”

    https://www.wook.pt/livro/a-coragem-de-confiar-roberto-shinyashiki/10747278

  • “Os dez espelhos de Benjamin Zarco” de Richard Zimler

    “Benjamin Zarco e o seu primo Shelly foram os únicos membros da família a escapar ao Holocausto. Cada um à sua maneira, ambos carregam o fardo de ter sobrevivido a todos os outros. Benjamin recusa-se a falar do passado, procurando as respostas na cabala, que estuda com avidez, em busca daquilo a que chama os fios invisíveis que tudo ligam. E Shelly refugia-se numa hipersexualidade, seu único subterfúgio para calar os fantasmas que o atormentam.

    Construído como um mosaico e dividido em seis peças, Os dez espelhos de Benjamin Zarco entretecem-se entre 1944, com a história de Ewa Armbruster, professora de piano cristã que arrisca a vida para esconder Benni em sua casa, e 2018, com o testemunho do filho de Benjamin acerca do manuscrito de Berequias Zarco, herança do pai, talvez a chave para compreender a razão por que Benjamin e Shelly se salvaram e o vínculo único que os une.

    Um romance profundamente comovente e redentor, com personagens inesquecíveis. Uma ode à solidariedade, ao heroísmo e ao tipo de amor capaz de ultrapassar todas as barreiras, temporais e geográficas.”

    https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/os-dez-espelhos-de-benjamin-zarco/22175695

  • “Kudos” de Rachel Cusk

    “Nomeado um dos melhores livros do ano pelo The Guardian, o The Times Literary Supplement, a The New Yorker, o The New York Times e o Financial Times.

    Uma mulher num avião escuta o desconhecido sentado a seu lado que lhe revela a história da sua vida: o seu emprego, o casamento e a angustiante noite que acabara de passar a enterrar o cão da família.Esta mulher é Faye, que está a caminho da Europa para promover o seu livro, acabado de publicar. Assim que aterra, as conversas que tem com as pessoas que conhece — sobre arte, família, política, amor, tristeza e alegria, justiça e injustiça — suscitam as perguntas mais abrangentes que o ser humano pode fazer. Estas conversas, sendo a última com o seu filho, levam Faye a uma conclusão bela mas dramática.Kudos completa de uma forma exuberante a trilogia de Rachel Cusk, iniciada com A Contraluz e Trânsito.

    «No seu esforço de expor as ilusões da ficção e da vida, Cusk poderá ter descoberto a forma mais genuína de escrever hoje um romance.» [The Atlantic]

    «Rachel Cusk é comparável a escritores como J. M. Coetzee e Philip Roth.» [The New York Times]

    Kudos atinge uma espécie de perfeição formal.» [Sally Rooney]”

    https://relogiodagua.pt/produto/kudos/

  • “Angel” de Elizabeth Taylor

    “Com apenas quinze anos, Angel sabe que é diferente, que está destinada a tornar-se uma autora célebre e a possuir enormes riquezas. O seu primeiro romance, uma obra-prima, serve apenas para confirmar as suas suspeitas, pensa ela.

    Após lerem o romance, os editores têm certeza de que A Lady Irania será um êxito, apesar do — e talvez devido ao — seu estilo exagerado. Mas têm curiosidade em saber quem poderia ter escrito um romance assim: “uma velhinha a imaginar histórias românticas por trás de cortinas de renda… Angelica Deverell é um nome bom de mais para ser verdadeiro… pode tratar-se de um velhinho. Seria uma variante divertida. Estamos à espera de conhecer Mary Anne Evans e entra-nos pela porta George Eliot a retorcer o bigode.”

    Por isso, nada os preparou para a jovem pálida que se senta diante deles, sem um grão de ironia ou de humor no espírito.

    “Divertido de uma forma subtil e devastadora.” [Hilary Mantel]

    “Uma obra-prima. Angel é uma criação brilhante.” [Guardian]”

    https://relogiodagua.pt/produto/angel/

  • “Lagoa: olhar a terra, olhar o mar” de Luís Gaivão

    “A ideia surgiu na última manhã dos dias de férias no Verão: ia-me embora mas queria ficar. Na tarde desse mesmo dia, entrei na Câmara Municipal de Lagoa e consegui que alguém me ouvisse a narrar o sonho tido na praia: fazer o livro de desenhos e textos e nele caberia tudo o que despertasse os sentidos e as memórias da natureza, da história e do homem. Unicamente no concelho, e seria um livro de arte, tão só, à medida das emoções, rigoroso e sem cedências, um livro tocado pelas mãos do pintor e a imaginação do escritor. Saí da Câmara Municipal e, ao telemóvel, comuniquei o acontecido ao meu companheiro destas andanças e senti o seu entusiasmo a crescer relativamente à proposta. Ficou decidido. Numa nota, direi que ambos temos ascendência algarvia, pois então!”

    https://www.cm-lagoa.pt/index.php/pt/servicos-municipais/cultura/atividades-culturais#lagoa-olhar-a-terra-olhar-o-mar

  • “Terra fraturada - portal dos obeliscos” de N. K. Jemisin

    “Vencedor do Hugo Award 2017 para Melhor Romance.

    O Portal dos Obeliscos é o segundo livro da série Terra Fraturada. O primeiro volume, Quinta Estação, venceu também o Hugo Award, em 2016. O terceiro livro, The Stone Sky, publicado em agosto de 2017, venceu o Hugo Award 2018 e o Nebula Award 2018 na categoria de melhor romance.

    A estação dos fins cresce na escuridão, à medida que a civilização desaparece na noite longa e fria. Essun — outrora Damaya, antes Syenite, e agora vingadora — encontrou abrigo. Alabaster Tenring, destruidor dos mundos, tem um pedido. Mas se Essun faz o que ele pede, poderia pôr em causa o destino de Sossego. Longe de tudo isto, a sua filha, Nassun, torna-se mais poderosa a cada dia. E, assim, as suas decisões podem significar a destruição deste mundo magnífico.

    «Intrincado e extraordinário.» [New York Times]

    «Excecional.» [Library Journal]

    «Deslumbrante, novamente.» [Kirkus]”

    https://relogiodagua.pt/produto/o-portal-dos-obeliscos/

  • “Valores e interesses: desenvolvimento económico e política comunitária de cooperação” de Eduardo Paz Ferreira

    “Ainda não tinha terminado a segunda guerra mundial e já Roosevelt assumira o compromisso de criar um mundo livre da opressão e da necessidade. Em 1949, Truman lançava as bases decididas para a cooperação para o desenvolvimento. Em 1966, o Papa Paulo VI anunciava ao Mundo que o desenvolvimento era o novo nome da paz.

    Várias décadas passadas, uma elevadíssima percentagem da humanidade continua a viver em situação de miséria absoluta, enquanto que muitos pensam que o desenvolvimento económico mais não é do que um mito irrealizável e outros o encaram como algo que lhes é alheio.

    Este livro corresponde, antes do mais, a uma indagação sobre como se chegou a esta situação. Como puderam os valores que tantos proclamaram e os interesses que tantos prosseguiram conduzir a estes resultados e como se poderá invertê-los? E das respostas possíveis, qual a da União Europeia, perdida entre um passado de originalidade e uma tentação de alinhamento que poderá deixar os países pobres mais pobres e mais sós? Como fará a Europa para não perder o Sul?”

    https://www.almedina.net/valores-e-interesses-desenvolvimento-econ-mico-e-pol-tica-comunit-ria-de-coopera-o-1563793885.html

  • “As superpotências da inteligência artificial: a China, Silicon Valley e a nova ordem mundial de Kai-Fu Lee

    “Kai-Fu Lee, um dos mais respeitados especialistas mundiais em inteligência artificial (IA), revela-nos o modo como subitamente a China alcançou os Estados Unidos nesta corrida. Neste livro, o autor demonstra que, devido aos desenvolvimentos sem precedentes na área da IA, as mudanças que se avizinham serão muito mais rápidas do que julgamos. À medida que os dois países competem pelo domínio da IA, Lee apela a ambos para que entendam a responsabilidade que advém do domínio de um tão enorme poder científico. Muitos especialistas já referiram que a IA terá um impacto de- vastador nos trabalhos rotineiros. Mas a previsão de Lee aponta para que a IA tenha impacto mesmo em empregos mais complexos, que outrora se pensou estarem seguros. Será o pagamento de um rendimento básico incondicional a solução? O autor pensa que não. Mas Lee fornece uma descrição clara dos empregos que serão afetados e de quão cedo tal acontecerá, assim como das atividades que poderão ser melhoradas através da IA, e, mais importante ainda, do modo como podemos encontrar soluções para uma das mais profundas alterações na história da vida do ser humano. Para isso baseia-se na mudança surgida no modo de encarar a relação com os outros a partir de um episódio dramático da sua vida.”

    https://relogiodagua.pt/produto/as-superpotencias-da-inteligencia-artificial/

  • “Chernobyl: a zona” de Natacha Bustos e Francisco Sánchez

    “Por trás de cada catástrofe, esconde-se uma história humana. Como reagem as pessoas quando são forçadas, de um momento para o outro, a abandonar as suas casas, a terra que sempre conheceram? Este é o relato de uma das muitas famílias que deixaram os seus lares, depois do terrível acidente nuclear de Chernobil, convencidas de que iriam regressar uns dias depois. Mas um inimigo invisível tinha-se apoderado da sua cidade, das suas terras, das suas casas, e estava disposto a permanecer por muito tempo. Longe do sensacionalismo e da controvérsia, Francisco Sánchez e Natacha Bustos mostram-nos todo o drama, através de um conjunto de personagens fictícias que poderiam perfeitamente ter existido, convidando o leitor a reflectir sobre o que ainda hoje significa o acidente de Chernobil. Passaram-se 30 anos desde aquele 26 de Abril de 1986, poucos, comparados com as dezenas de milhares de anos que os resíduos nucleares da central vão permanecer activos. Este livro é uma homenagem a todas essas gentes que sofreram as consequências da energia nuclear fora de controlo. Para que nunca nos esqueçamos do que passou.”

    https://www.wook.pt/livro/chernobyl-natacha-bustos/18993534

  • “O 25 de abril começou em África” coordenado por António Simões do Paço e outros

    “Apesar de a historiografia portuguesa da revolução tender a tratar a resistência ao regime do Estado Novo e o seu derrube como se fosse um assunto interno do rectângulo português, ignorando a dimensão colonial, a revolução que na metrópole se iniciou em 25 de Abril de 1974 é largamente tributária das guerras de libertação travadas pelos movimentos independentistas de Angola, Guiné e Moçambique entre 1961 e 1974.

    O 25 de Abril começou em África é um contributo e um apelo a que mais estudos se dediquem a essa evidência que é o entrelaçamento da revolução anticolonial com a revolução na metrópole colonizadora que era Portugal. Inclui, logo a abrir, um longo artigo de Perry Anderson, o historiador inglês, professor de História e Sociologia na Universidade da Califórnia em Los Angeles e editor da New Left Review, que continuava inédito no nosso país: “Portugal e o Fim do Ultracolonialismo”, bem como outros que refletem a produção científica mais recente do Grupo de História Global do Trabalho da UNL.”

    https://www.almedina.net/o-25-de-abril-come-ou-em-frica-1591635131.html

  • “O rei João” de William Shakespeare

    “«The Life and Death of King John associa, no imaginário popular, histórias povoadas das nobres figuras de valorosos cavaleiros em luta contra tiranos e viciosos usurpadores: o rei ausente regressa e viaja, oculto, entre os seus súbditos, observa e julga o degradado “estado da nação” e, por fim, com a ajuda dos súbditos fiéis, repõe a justiça e restaura a ordem ofendida. A simples menção da figura evocará o universo ficcional de Robin Hood, o Robin dos Bosques acolhido à floresta de Sherwood, quartel-general dos justiceiros românticos, tão picarescos como Frei Tuck ou João Pequeno, que desafiam o arbítrio e a tirania do usurpador enquanto aguardam a vinda do seu D. Sebastião, o Ricardo Coração de Leão ausente nas Cruzadas e aprisionado depois na Áustria, para satisfação do rei mal-amado, desesperadamente agarrado a um trono que verdadeiramente lhe não pertence.» [Da Introdução]”

    https://relogiodagua.pt/produto/o-rei-joao/

  • “Exterminador implacável: destino sombrio” realizado por Tim Miller

    “Mais de duas décadas depois de Sarah Connor impedir o Dia do Julgamento, a sua luta recomeça quando percebe que uma nova estirpe de ciborgue foi enviada do futuro pela Skynet – o sistema informático que controla as máquinas e que está determinado a exterminar o que resta da raça humana. Desta vez o objectivo é matar a jovem Dani Ramos, futura líder da Humanidade. Mas a ajudar Sarah nesta luta desigual estará T-800 (novamente protagonizado por Arnold Schwarzenegger), o ex-exterminador que agora luta ao lado dos bons.”

    https://www.fnac.pt/Exterminador-Implacavel-Destino-Sombrio-DVD-Linda-Hamilton-DVD-Zona-2/a7551332

  • “Mr Jones: a verdade da mentira” realizado por Agnieszka Holland

    “A extraordinária história nunca contada de Gareth Jones, um ambicioso jovem jornalista galês que viagem para a União Soviética em 1933 e revela a aterradora verdade por detrás da “utopia” soviética e do regime estalinista. Inicialmente uma investigação jornalística banal, a inquirição de Jones depressa se transforma numa viagem de vida-ou-morte… o que inspira a famosa alegoria de George Orwell – O Triunfo dos Porcos.”

    https://www.fnac.pt/Mr-Jones-A-Verdade-da-Mentira-DVD-James-Norton-DVD-Zona-2/a7551479

  • “Jumanji: o nível seguinte” realizado por Jake Kasdan

    “Depois das espantosas aventuras onde quase se perderam numa outra dimensão, as vidas de Spencer, Fridge, Bethany e Martha voltaram à normalidade. Isto até ao dia em que Spencer resolve reactivar o jogo Jumanji na cave do avô. Numa tentativa de o consertar, é novamente sugado para o seu interior. Quando o resto do grupo se dá conta do que se passou, vê-se forçado a engolir o medo e voltar lá para dentro. Contudo, neste novo nível, as regras e os cenários são totalmente diferentes e eles ficam novamente em grandes apuros. Para tornar tudo ainda mais complicado, Eddie, o avô de Spencer, e Milo Walker, um vizinho deste, são inadvertidamente sugados com eles. Agora, para que seja possível o seu regresso ao mundo real, eles terão de controlar o pânico e aprender a trabalhar em equipa. Mas estarão preparados para este novo desafio?”

    https://www.fnac.pt/Jumanji-O-Nivel-Seguinte-DVD-Dwayne-Johnson-DVD-Zona-2/a7614924

  • “Uma aventura voadora” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

    “Um príncipe das arábias decide visitar a Falcoaria Real de Salvaterra de Magos, arte que sobremaneira ele aprecia, e decide fazer um concurso com falcões cujo prémio é uma joia valiosíssima.

    Os ladrões decidem roubar a joia, mas, como se encontra muito bem guardada, não a conseguem roubar. A alternativa é raptar o filho do príncipe e pedir um resgate.

    Vamos ver como atuam os nossos heróis para resolver mais este crime.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/7-9-anos/literatura-infantil/uma-aventura-voadora/

  • “Quem disse que namorar era simples?” de Sara de Almeida Leite

    “A vida de Inês muda completamente quando ela passa a frequentar um colégio interno para raparigas, a partir do 7.º ano. A adaptação não é fácil pois algumas colegas parecem empenhadas em dificultar-lhe a vida - incluindo as próprias primas. No entanto, Inês consegue integrar-se num grupo divertido, faz boas amizades e torna-se bastante popular...

    Conseguirá ela lidar com todos os desafios que se lhe deparam e ainda desfrutar em pleno da sua adolescência?

    No 2.º período do 8.º ano, começam os dramas sentimentais: Inês e as amigas vivem momentos de grande tensão emocional, à medida que se descobrem atrações e se geram ciúmes, por vezes causados por mal-entendidos. Conquistar e ser conquistado é algo que quase todos desejam, mas a insegurança torna tudo mais difícil... Afinal, quem acha que namorar é simples?”

    https://www.wook.pt/livro/o-mundo-da-ines-quem-disse-que-namorar-era-simples-sara-de-almeida-leite/23587734

  • “Modelos de gestão das escolas públicas em Portugal no pós 25 de abril de 1974” de Jorge Manuel da Silva Pereira Barros

    “Este livro constitui não apenas um repositório de toda a legislação sobre a administração e gestão das escolas públicas portuguesas do Ensino Básico e do Ensino Secundário, como anteriormente já referido, de 1974 aos dias de hoje, o que o torna um útil instrumento de consulta para investigadores e estudiosos da área, mas também nos permite perceber as transformações conceptuais, sociais e políticas explícitas e implícitas nos processos de organização e governança dessas escolas em Portugal, em quase meio século de história.”

    https://www.wook.pt/livro/modelos-de-gestao-das-escolas-publicas-em-portugal-no-pos-25-de-abril-de-1974-jorge-manuel-da-silva-pereira-barros/24356077

  • “Tópicos para uma catástrofe: o Homem, a natureza e as alterações climáticas” de Elizabeth Kolbert

    “Uma brilhante descrição da real ameaça do aquecimento global e um apaixonado desafio para agirmos enquanto ainda há tempo.

    Escrito a partir de um conjunto de reportagens de grande impacto publicado na revista The New Yorker, este livro tornou-se, desde a sua publicação, num dos mais aclamados ensaios sobre o aquecimento global e as possibilidades que existem do planeta ser salvo da catástrofe e é já considerado um dos mais importantes livros publicados sobre a vida na terra, nos últimos quarenta anos.

    À medida que os efeitos do aquecimento global vão sendo cada vez mais impossíveis de ignorar, há um desafio que se nos impõe: seremos capazes de lhe dar uma resposta global? É quase impensável que uma sociedade tecnologicamente avançada possa decidir destruir-se a si própria, mas é exactamente isso que, no fundo, está em vias de acontecer.

    Este livro é simultaneamente um relatório e um alerta para a catástrofe que se avizinha. Do Alasca ao Irão, passando pela Holanda ou pela Costa Rica, a autora faz uma espécie de reportagem da frente de batalha, neste caso de uma guerra desigual, pois opõe o Homem à Natureza. Uma síntese brilhante do maior desafio que a Humanidade enfrenta.”

    https://www.wook.pt/livro/topicos-para-uma-catastrofe-elizabeth-kolberg/197136

  • “Topologia da violência” de Byung-Chul Han

    “A violência é uma constante da vida humana. Mas as suas formas variam de acordo com a evolução das sociedades.

    Hoje em dia ainda há bastante violência aberta. Mas, em muitos aspetos, a violência transformou-se de visível em invisível, de direta em mediada, de real em virtual, de física em psíquica, de negativa em positiva. Retirou-se para espaços menos comunicativos, de tal modo que dá a impressão de que quase desapareceu.

    No essencial, verifica-se uma transformação topológica da violência na atual sociedade de rendimento, que Byung-Chul Han tem caracterizado como sociedade do cansaço e da transparência.”

    https://relogiodagua.pt/produto/topologia-da-violencia/

  • “A visão das plantas” de Djaimilia Pereira de Almeida

    “Foi ao ler Os Pescadores de Raul Brandão que Djaimilia Pereira de Almeida encontrou a frase que haveria de inspirar anos depois A Visão das Plantas.

    Raul Brandão fala de personagens que conheceu quando era levado pela mão até ao colégio. Entre eles, estava o capitão Celestino:

    «[T]endo começado a vida como pirata a acabou como um santo, cultivando com esmero um quintal de que ainda hoje me não lembro sem inveja. Falava pouco. […] A sua vida anterior fora misteriosa e feroz. De uma vez com sacos de cal despejados no porão sufocara uma revolta de pretos, que ia buscar à costa de África para vender no Brasil. Outras coisas piores se diziam do capitão Celestino… Mas o que eu sei com exactidão a seu respeito é que para alporques de cravos não havia outro no mundo.»”

    https://relogiodagua.pt/produto/a-visao-das-plantas/

  • “Manual de cosplay” de Leonor Grácias

    “Leonor Grácias, uma das mais conhecidas e antigas Cosplayers em Portugal, apresenta o primeiro livro sobre o tema.

    Tudo o que há para saber para começar ou para aprimorar os cosplay (máscaras ou fantasias escolhidas).

    Os fatos, as personagens, as perucas, a maquilhagem, os acessórios, tudo, absolutamente tudo e mais um pouco sobre como ser cosplayer.

    E ainda curiosidades... sobre onde nasceu o cosplay, quem são os seus protagonistas, quais os eventos mais importantes.

    Inclui moldes de costura, dicas práticas, etc.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/turismo-e-lazer/tempos-livres-jogos/manual-de-cosplay/

  • “A odisseia de Baldassare” de Amin Maalouf

    “Existem noventa e nove nomes para Deus no Alcorão. Será possível que haja um centésimo nome secreto?

    Neste conto de magia e mistério, de amor e perigo, a missão final de Baldassare é encontrar o segredo que pode salvar o mundo.

    Antes do amanhecer do apocalíptico «Ano da Besta» em 1666, Baldassare Embriaco, um comerciante levantino genovês, embarca numa aventura que o levará por todo o mundo civilizado, de Constantinopla, através do Mediterrâneo, até Londres, pouco antes do Grande Incêndio.

    A missão urgente de Baldassare é localizar uma cópia de um dos livros mais raros e cobiçados alguma vez impressos, um volume chamado O Centésimo Nome, cujo conteúdo é considerado de vital importância para o futuro do mundo. Existem noventa e nove nomes para Deus no Alcorão, e saber este centésimo nome mais secreto irá, acredita Baldassare, garantir a sua salvação.”

    https://www.presenca.pt/products/a-odisseia-de-baldassare

  • “O mistério de Edwin Drood” de Charles Dickens

    “«A história, ou a parcela da história que Dickens escreveu, pode ser lida nas páginas deste volume. O tema, como verão, é o desaparecimento do jovem arquitecto Edwin Drood, depois de uma noite festiva, à primeira vista destinada a comemorar a sua reconciliação com um inimigo temporário, Neville Landless; o serão tem lugar na casa do tio de Drood, John Jasper. Dickens prosseguiu a escrita da história o suficiente para explicar ou dinamitar o primeiro e mais óbvio dos seus enigmas. (…) uma narrativa terminada pode conferir a um homem a imortalidade, no sentido ligeiro e literário do termo; uma narrativa incompleta, porém, sugere uma outra imortalidade, mais urgente e mais estranha.»

    [Do Posfácio de G. K. Chesterton]

    «Trata-se de uma história em que o criminoso não confessa a sua culpa e não é castigado. Os seus motivos, embora os possamos adivinhar, não são esmiuçados. Em bom rigor, não chegamos a ter a certeza absoluta da identidade do criminoso, nem sequer da natureza do crime cometido. O mal, em certa medida, triunfa. Não é feita justiça. Chesterton disse que este foi o primeiro romance policial. Talvez, mas, a ser assim, O Mistério de Edwin Drood é também o supremo romance policial.»

    [Do Prefácio de Paulo Faria]”

    https://relogiodagua.pt/produto/o-misterio-de-edwin-drood/

  • “O abismo de fogo: o grande terramoto de Lisboa ou apocalipse na idade da ciência e da razão” de Mark Molesky

    “No Dia de Todos os Santos, em 1755, um sismo abalou a terra, desde o fundo do oceano Atlântico até às costas ibérica e africana. No caminho estava Lisboa, então uma das cidades mais ricas do mundo e capital de um vasto império. Em minutos, parte da cidade transformou-se em ruínas.Mas isto foi apenas o começo. Meia hora depois, um maremoto originado pelo terramoto atingiu o litoral português, provocando uma enchente no rio Tejo, arrastando milhares de pessoas para o mar. No final do dia, ondas gigantes haviam feito vítimas em quatro continentes.Completando a destruição, uma tempestade de fogo engoliu quase tudo o que restava da cidade, atingindo os sobreviventes com temperaturas que excederam os 1000 ºC. As chamas prolongaram-se por várias semanas.Tendo por base novas fontes, as últimas descobertas científicas e um profundo conhecimento da história da Europa, Mark Molesky dá-nos um relato do Grande Desastre de Lisboa e do seu impacto no Ocidente, em que se inclui a descrição do primeiro movimento de ajuda humanitária mundial, do aparecimento de uma ditadura em Portugal (que, apesar de tudo, serviu para modernizar o país) e do efeito da catástrofe no Iluminismo europeu.Muito mais do que uma crónica sobre destruição, O Abismo de Fogo é um emocionante drama humano onde surgem personagens inesquecíveis, como o marquês de Pombal, que encontra no caos o caminho para o poder, ou Gabriel Malagrida, o carismático jesuíta que acabou por ser morto devido à sua interpretação do terramoto como castigo divino.

     

    «As batalhas perenes da humanidade entre a fé e a razão sempre foram postas à prova nos momentos de calamidade. O terramoto de 1755 foi o primeiro e mais dramático desses momentos na era moderna, e aguardava pacientemente o seu historiador. Tem finalmente, em Mark Molesky, o seu brilhante analista.»[Simon Schama]”

    https://relogiodagua.pt/produto/o-abismo-de-fogo-o-grande-terramoto-de-lisboa/

  • “Época de migração para norte: romance” de Tayeb Salih

    “«Um clássico fugidio, de profundidade infinita.» - The Guardian

    Depois de um período de vários anos a estudar na Europa, o jovem protagonista deste romance regressa à sua aldeia natal, no Sudão, e já não a reconhece. Nesta, trava conhecimento com um desconhecido, um homem misterioso chamado Mustafá Saíd, que o cativa e de quem se torna amigo, ouvindo o perturbador relato da sua vida. Tal como ele, Saíd passara no Ocidente os anos da sua juventude. Em Londres, após a Primeira Guerra Mundial, tirara partido do seu exotismo para se envolver com várias mulheres e participar na vida intelectual e boémia da cidade, acabando porém por se ver envolvido num terrível escândalo que o viria a destruir. Caído em desgraça, voltara para o Sudão um homem perturbado. Agora, depois desta terrível confissão, o trágico destino dos dois homens e da pequena aldeia nas margens do Nilo parecem estar para sempre unidos.

    Publicado originalmente em 1966 e posteriormente proibido no Sudão e em vários países árabes, Época de Migração para Norte é considerado um dos romances mais marcantes sobre o impacto do colonialismo europeu. Foi eleito em 2001, por um painel de críticos e escritores, como o mais importante romance árabe do século XX, constando igualmente da lista de Obras Literárias Representativas da Unesco.

    «A elegância quase formal da escrita contrasta com uma astuta visão anticolonial de uma forma que torna o livro fascinante.» - Chimamanda Ngozi Adichie”

    https://cavalodeferro.pt/livros/epoca-de-migracao-para-norte

  • “Dias birmaneses” de George Orwell

    “Baseando-se na sua experiência como agente da polícia na Birmânia, o primeiro romance de George Orwell mostra-nos uma imagem devastadora do domínio colonial britânico, descrevendo em detalhe a corrupção e intolerância que se viveram numa sociedade onde “apesar de tudo, os nativos eram nativos — interessantes, sem dúvida, mas (…) um povo inferior de pele negra.”

    Quando Flory, um comerciante branco de madeiras, trava amizade com o Dr. Veraswami, um indiano, ele desafia esta ortodoxia.

    O doutor está em perigo: U Po Kyin, um magistrado corrupto, planeia a sua ruína, sendo que a única coisa que o pode salvar é a filiação ao clube dos membros brancos a que Flory pertence.

    A vida de Flory sofre ainda uma alteração mais profunda com a chegada de Paris da bela Elizabeth Lackersteen, que lhe oferece um escape à solidão e à “mentira” da vida colonial.”

    https://relogiodagua.pt/produto/dias-birmaneses/

  • “Ética em investigação científica” de Luis Adriano Oliveira

    “A vertente ética da investigação científica atual exige séria reflexão. De facto, o universo dos investigadores deixou de se restringir ao que era antes uma elite de "sábios", para passar a abranger toda uma gama de "seres normais", cujo contributo para o avanço do conhecimento consiste essencialmente em pequenos passos incrementais. Em resultado desta vertiginosa "democratização" do conceito de cientista, a capacidade de publicar passou a ser condição imprescindível para que qualquer investigador científico possa salvaguardar, enquanto seu, esse mesmo estatuto.

    Tal necessidade de sobrevivência, em ambiente altamente competitivo, pode constituir fator de pressão e, por essa via, abrir caminho à tentação de enveredar por formas de atuação cuja maior celeridade na obtenção de resultados de sucesso seja conseguida em prejuízo da imprescindível garantia de qualidade e de fiabilidade. Circunstâncias desta natureza atentam contra a integridade do conhecimento científico, ameaçando gravemente a confiança que a sociedade nele deposita.

    Promover o respeito pelas chamadas boas práticas em investigação científica é o objetivo central deste livro.”

    https://www.lidel.pt/pt/catalogo/apoio-ao-ensino-superior-investigacao/apoio-ao-ensino-superior-investigacao/etica-em-investigacao-cientifica/

  • “Pintado com o pé” de Djaimilia Pereira de Almeida

    “A primeira parte deste livro reúne textos dispersos, escritos pela autora entre 2013 e 2019 e que vão da crónica ao conto e ao ensaio breve.

    Os temas são tão diversos como “A angústia de não ler o suficiente”, a “Vida adulta”, “Uma fotografia com Mariam”, “Canção de um mundo que persiste”, “Longe da praia”, “Pensar com as mãos”, “Direito de desaparecer”, “Morrer pela primeira vez” ou “Chegar atrasado à própria pele”, e ainda vários outros.

    A segunda parte é formada por dois ensaios, “Inseparabilidade” e “Amadores”.”

  • “Ética aplicada: protecção social” coordenado por Maria do Céu Patrão Neves e António Bagão Félix

    “A Ética é, na sua essência, um todo. Não há «éticas parcelares», mas, nas Éticas Aplicadas, sempre poderemos encontrar aspectos predominantes ou específicos adaptados aos diferentes campos de acção. Este volume reflecte posições que incidem sobre a Protecção Social, entendendo este conceito de um modo alargado e também com especial enfoque no Serviço e Intervenção Sociais.

    A primeira parte trata dos principais conceitos sobre protecção social, os requisitos e as abordagens éticas. Já a segunda parte debruça-se sobre questões mais específicas, como a responsabilidade dos intervenientes e das partes interessadas, as respostas necessárias a questões sociais novas e desafiantes ou ainda os aspectos geracionais num tempo de sobressalto demográfico.

    Tratando-se de uma área tão indelevelmente ligada aos anseios e à esperança das pessoas, famílias e gerações, e sendo protagonizada num contexto de meios escassos para atingir fins ideais, sempre se formularão opções e prioridades, e se enfrentarão conflitos e dilemas. É nesta vasta teia de variáveis humanas, sociais, económicas, demográficas e comportamentais que as questões valorativas e éticas ganham uma acrescida importância. Nesse sentido, os contributos para a concretização deste livro dão pistas e lançam caminhos, consubstanciados em visões diversas e plurais do futuro da Protecção Social.”

    https://www.almedina.net/tica-aplicada-protec-o-social-1563810314.html

  • “Cozinha vegetariana: doces e sobremesas” de Gabriela Oliveira

    “Sobremesas deliciosas, fáceis e rápidas de preparar, com ingredientes saudáveis, com menos gorduras, com pouco (ou nenhum) açúcar e com opção sem glúten. Quem não as deseja?!

    Gabriela Oliveira, a autora de cozinha vegetariana de maior sucesso em Portugal, já mostrou aos leitores, de todas as idades, que com ingredientes de origem vegetal se faz doces e sobremesas irresistíveis. Agora, apresenta algumas das suas mais saborosas receitas de bolos, pastéis, muffins, tartes, mousses, cheesecakes, gelados, brownies e muito, muito mais! São mais de 100 receitas, sendo 40 completamente inéditas, para lhe deixar um gostinho especial no final de uma bela refeição saudável.

    O que pode ser melhor do que umas pataniscas de legumes, um bom rolo de seitan, um grão com alho-francês à Brás, uma cachupa vegetariana ou uns hambúrgueres de feijão bem apuradinhos? Bom, só mesmo uma sobremesa vegan… destas deliciosas, saudáveis, 100% vegetais, de comer e chorar por mais!”

    https://www.arteplural.pt/autor/gabriela-oliveira/39951

  • “Munique” de Robert Harris

    “Munique, Setembro de 1938

    Hitler está determinado a começar uma guerra. Chamberlain tudo fará para conservar a paz.

    Os dois líderes vão reunir-se numa cidade que ficará para sempre conhecida pelo que nela está prestes a acontecer.

    Enquanto o avião de Chamberlain faz a travessia turbulenta do Canal da Mancha e o comboio do Führer avança para sul a todo o vapor, dois jovens viajam com os seus chefes. Amigos em tempos de paz, veem-se agora em lados opostos do conflito.

    À medida que a hora mais negra da Europa se aproxima, o destino de milhares de vidas poderá depender deles - e dos segredos que se empenham em esconder.”

    https://www.presenca.pt/products/munique

  • “Libertem as crianças: a urgência de brincar e ser ativo” de Carlos Neto

    “«Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável.»

    Em 2015, esta afirmação do professor Carlos Neto tornou-se viral e fez o país acordar para a situação dramática das crianças de hoje. Em Portugal, escola e modelo de aprendizagem estão ultrapassados há muito, mas é lá que as crianças passam a maior parte do dia, fechadas dentro das salas de aula. Os períodos de recreio são cada vez mais curtos e os espaços de brincadeira padronizados, aborrecidos e pouco desafiantes. O trajeto casa-escola-casa, que antes era feito a pé juntamente com os colegas, passou a ser feito de carro. Os nossos filhos quase nem têm tempo para brincar, apenas aqueles minutos que se conseguem encaixar na agenda, por entre as inúmeras atividades extracurriculares.

    Fora da escola, não os deixamos brincar ao ar livre e fechamo-los em casa, numa redoma almofadada dominada pelo poder sedutor e anestesiante dos ecrãs. A rua, que desempenhou um papel determinante nas nossas infâncias e na nossa formação como adultos, tornou-se território proibido para os nossos filhos. Crianças de 3 anos queixam-se de que estão cansadas ao fim de vinte minutos de brincadeira. Outras, aos 7 anos, são capazes de programar em computador mas não sabem atar os sapatos. Quase metade das crianças do 2º ano do 1º ciclo não consegue dar uma cambalhota.

    É inegável: as nossas crianças brincam e mexem-se cada vez menos. O analfabetismo motor tornou-se um problema gravíssimo. Ao queremos superprotegê-las daquilo que entendemos ser perigoso, estamos a comprometer o seu desenvolvimento e a impedi-las de se tornarem adultos funcionais, tanto em termos físicos, como cognitivos.

    Em Libertem as Crianças — A urgência de brincar e ser ativo, o professor Carlos Neto apresenta-nos as estratégias para invertermos esta situação potencialmente catastrófica e devolvermos a magia da infância aos nossos filhos. Só assim poderemos ter adultos felizes e saudáveis. «A rua está em vias de extinção. Olhamos para a cidade e já não vemos crianças a brincar. Passeiam-se mais os cães do que as crianças.»

    (declaração do autor ao Expresso, 6/04/2019)”

    https://www.contrapontoeditores.pt/produtos/ficha/libertem-as-criancas/24338217

  • “A invenção do passado” de Tamim Ansary

    “Da linguagem à cultura, da idade da pedra à era virtual, o relato de como os humanos inventaram a história.

    Quando analisava três livros de História sem relação aparente, Tamim Ansary reparou num facto curioso e provocador: a construção da Grande Muralha da China influenciou a queda do Império Romano. Intrigado com esta interligação, prosseguiu a sua investigação e encontrou mais exemplos. A conquista de Jerusalém no século XII podia ser ligada à perda de colheitas na Escandinávia séculos antes. A invenção do descaroçador de algodão nos Estados Unidos devastou a vida familiar na África subsariana… e a lista parecia não ter fim.

    Embora estejamos cada vez mais interligados, vivemos em muitos mundos diferentes. O que conhecemos como História do Mundo é uma mera narrativa social centrada em alguém, dependente de fatores geográficos, religiosos ou políticos. Há uma narrativa eurocêntrica, uma islamocêntrica, uma sinocêntrica e muitas outras. Elas cimentam-se à medida que rejeitam as ideias que desgastam a sua estrutura e acolhem as ideias que a corroboram.

    Todos queremos fazer parte de algo maior, mas, para entrevermos a estrada à nossa frente, temos de olhar para a que ficou para trás. Como foi que chegámos aqui? E, no mundo extraordinário de hoje, podemos criar novas narrativas suficientemente inclusivas e globais para construir um futuro melhor para a humanidade?

    «Uma visão bem escrita e valiosa das diversas narrativas que moldaram a história humana.» — Kirkus Reviews”

    https://vogais.pt/livros/a-invencao-do-passado-50-mil-anos-de-cultura-conflitos-e-ligacoes-humanas

  • “A teoria da aprendizagem significativa: sua fundamentação e implementação” de Jorge António Valadares e Marco António Moreira

    “«[...] Neste livro, os autores baseiam-se nas suas experiências para apresentar um tratado conciso sobre os fundamentos epistemológicos necessários para compreender a aprendizagem significativa e uma visão geral cuidadosa das ideias-chave e das práticas necessárias para alcançar altos níveis de aprendizagem significativa e de compreensão nas escolas e nas universidades. [...] Este livro pode servir como um guia conveniente para todo o educador que procura compreender melhor o poder da aprendizagem significativa e que procura novos caminhos para melhorar o ensino que tem por finalidade elevar os esforços dos aprendizes para se tornarem autónomos.»”

    https://www.almedina.net/a-teoria-da-aprendizagem-significativa-sua-fundamenta-o-e-implementa-o-1563798665.html

  • “Nós” de Evgueni Zamiatine

    “Neste romance, escrito em 1920, Zamiatine descreve, mais do que um mundo futuro, as relações humanas nesse mundo, que é eficazmente produtivista, limpo, desprovido de emoção. As figuras humanas visíveis são apenas as dos adultos; os velhos e as crianças não estão presentes na narrativa. Os homens e as mulheres são aparentemente iguais, a começar pelo vestuário, funcional e simples (os unifs); todos têm números, e não nomes.

    O meio circundante corresponde necessariamente a este tipo humano: visto a individualidade não existir, os apartamentos são transparentes. Só nas relações sexuais, superiormente organizadas, obedecendo sempre a um dia e a uma hora pré-determinados, surge um vislumbre de privacidade: fecham-se as persianas do quarto. Trata-se, enfim, de uma ficção sobre o triunfo da racionalidade num sistema social em que cada pessoa se dissipa numa ideia de comunidade.”

    https://antigona.pt/products/nos

  • “Uma faca nos dentes e outros textos” de António José Forte

    “António José Forte (1931-1988), o «mano Forte», como Luiz Pacheco o apelidava, é um dos mais admirados poetas portugueses. Integrou, nos anos 50 e 60, com Mário Cesariny, Herberto Helder e outros, o chamado grupo do Café Gelo. Ligado ao movimento surrealista, traçou contudo um percurso singular, obstinado, aproximando-se das ideias situacionistas e afastando-se de convicções partidárias. Durante os mais de 20 anos em que foi Encarregado das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, transportando-se numa Citroën abastecida de livros, levou a cultura e o prazer da leitura a regiões isoladas do país. A sua obra, breve mas poderosa, foi publicada em vários jornais, revistas e antologias, edições originais (de que se destaca Uma Faca nos Dentes, de 1983, que dá nome a este livro) e duas colectâneas póstumas com textos dispersos e inéditos.”

    https://antigona.pt/products/uma-faca-nos-dentes-1

  • “Entendendo a dislexia: um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura” de Sally Shaywitz

    “Com base em descobertas científicas recentes, a Dra. Shaywitz desmistifica a matérias das dificuldades de leitura e explica como se pode ajudar uma criança a tornar-se um bom leitor.”

    https://www.bertrand.pt/livro/entendendo-a-dislexia-sally-shaywitz-m-d-/173344

  • “A invenção ocasional” de Elena Ferrante

    “«No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado.»   [Da Introdução de Elena Ferrante]

     

    O resultado deste convite foi A Invenção Ocasional, uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida.

    O livro “começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez”.

    Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar.”

    https://relogiodagua.pt/produto/a-invencao-ocasional/

  • “Dia alegre, dia pensante, dias fatais” de Maria Filomena Molder

    “«O que estás a tentar fazer nem sempre tem bons resultados. Deita fora essa proximidade contigo, põe de lado esse feitiço da rememoração a quente. Põe o lamento na boca de outrem. Desfaz essa amizade com o teu próprio lamento. Deita pela borda fora os objectos sensíveis com os quais encheste a memória, alguns são surpreendentes, mas tens de te livrar deles e talvez te reapareçam desfigurados, macerados pelas ondas, transformados em pertenças do mar. Já não são mais teus, já não te protegem. Estão prontos para serem pastos das tuas chamas. Assim como os tens são refractários ao fogo, não consegues transformá-los em cinzas. E é isso por que anseias, sem saberes como fazê-lo. Tenta o que te disse. Requer uma disciplina feroz, uma frieza, um desprendimento, a que terás de obedecer sem teres de te decidir. Às vezes, sem dares por nada, já começaste a experiência que, também inadvertidamente, interrompes, e de novo te prendes amorosamente às tuas lembranças. Não encostes o ouvido à concha, o segredo que ouvias foi enterrado. Agora desce entre os mortos. Ao terceiro dia, ressurreição. Isso não sei.» - Do capítulo «Motivos obrigados»

    A composição de Dia alegre, dia pensante, dias fatais constitui uma amálgama, a entender, de preferência, no sentido goethiano (alquímico). Duas indicações apenas, os textos foram escritos entre 2003 e 2016, e a ordem não é cronológica.”

    https://relogiodagua.pt/produto/dia-alegre-dia-pensante-dias-fatais/

  • “O anjo camponês” de Rui Nunes

    “O anjo é sem enquanto, não o teve, não o tem, nem o terá. Sabe desde sempre o que chamavam ao filho de Hilde, chamavam-lhe tortulho, chamavam-lhe maricas, não tinha nome, e continua sem ele, morto, restituir-lhe-ão aquele que o baptismo lhe deu: na cripta de Rosenheim, a omissão ficará reduzida a um traço entre duas datas. Envelheceu, o anjo. Taxidermizado. Ou: envelheceram-no os meus olhos? Irrompe a chiadeira dos pardais. Uma, duas, três, quatro, cinco badaladas. E o corpo desenha-se, de imperceptível em imperceptível, até à revelação: este é o meu corpo: uma merda de corpo, a água entornada no tampo de mármore da mesa-de-cabeceira, o vidro sujo que apaga o fulgor da anunciação.”

    https://relogiodagua.pt/produto/o-anjo-campones/

  • “Casas de vidro” de Louise Penny

    “Agatha Award 2017 para Melhor Romance Contemporâneo.

    Num frio dia de novembro, uma misteriosa figura aparece na povoação de Three Pines, provocando incómodo, alarme e confusão a quem a vê.O Superintendente-Chefe Armand Gamache percebe que qualquer coisa está profundamente errada, mas só pode observar, espe- rando que os seus piores receios não se concretizem. No entanto, quando a misteriosa figura desaparece e é descoberto um cadáver, Gamache tem de se lançar nas investigações.Nos primeiros dias do inquérito, e meses mais tarde quando o processo de acusação começa, Gamache tem de enfrentar as consequências das suas decisões e ações.

    “Não vai querer que este livro termine.” [The Washington Post]

    “Uma história perturbante, que criou personagens fascinantes, um enredo inesperado e um final surpreendente.” [Ann Cleeves]”

    https://relogiodagua.pt/produto/casas-de-vidro/

  • “Zama” de Antonio di Benedetto

    “«Um grande escritor que deveríamos conhecer.» - J.M. Coetzee

    Publicado pela primeira vez em 1956, Zama é unanimemente considerado um dos grandes romances em língua espanhola do século XX.

    Don Diego de Zama, obscuro funcionário da coroa espanhola relegado para cumprir serviço na pequena cidade de Assunção, um canto remoto do império, na fronteira com a selva e nos confins da civilização, sonha com um cargo de prestígio na capital da colónia que resgate a sua vida. Longe da família, afastado dos centros de poder, aguardando por notícias que tardam em chegar, Zama cai vítima de uma espera interminável, em que o próprio significado da sua existência se vai diluindo entre o sonho e a realidade, em imagens cada vez mais visionárias e delirantes que o levam ao limiar da loucura.

    Romance de um exílio, que reconstrói o passado com uma linguagem intemporal e arcana, é um livro perfeito em que qualidade filosófica se entrecruza com uma prosa deslumbrante, na esteira de autores como Dino Buzzati ou Albert Camus.

    «Escrito com o pulso firme de um neurocirurgião.» - Roberto Bolaño

    «[Di Benedetto] escreveu páginas essenciais que me comoveram e continuam a comover.» - Jorge Luis Borges”

    https://cavalodeferro.pt/livros/zama

  • “Singela proposta e outros textos satíricos” de Jonathan Swift

    “Conjunto de cinco ensaios satíricos de Jonathan Swift, entre os quais a pertinente «Singela Proposta» (destinada a «evitar que os filhos dos pobres na Irlanda se convertam num fardo para os seus pais ou para o país»), que viria a converter-se num modelo de sátiras políticas. Além da «Dissertação Relativa à Estimulação Mecânica do Espírito» e de «Meditação acerca de Uma Vassoura», este livro inclui reflexões sobre a abolição do cristianismo na Inglaterra, denunciando o absurdo da religião organizada, e «A Batalha dos Livros». Em todos eles, Swift, espicaçado por diferentes motivações, dá largas ao seu espírito mordaz, reflectindo sobre as fraquezas humanas.”

    https://antigona.pt/products/singela-proposta-e-outros-textos-satiricos

  • “60 histórias” de Donald Barthelme

    “60 Histórias (1981) é uma espécie de greatest hits de Donald Barthelme. Desconcertantes devido ao amplo espectro de personagens e de temas abordados (Edward Lear, Montezuma e o Fantasma da Ópera, problemas domésticos e o planeamento urbano), os diversos registos e o retrato de situações quotidianas resvalam subitamente para o absurdo, culminando numa sátira da vida contemporânea. Este conjunto de breves histórias inclui os melhores contos dos anos 60 e 70, entre os quais os memoráveis «O Balão», «A Escola» e «A Chuva de Ouro», provas do humor ímpar e da perspicácia invulgar de Donald Barthelme.”

    https://antigona.pt/products/60-historias

  • “Alamedas escuras: contos” de Ivan Búnin

    “Alamedas Escuras é um conjunto de contos delicadamente poéticos sobre o amor. Histórias que retratam pequenas epifanias, instantes fugazes marcados pelo prazer sensual da existência e a fragilidade da vida. Em cada uma delas é-nos contado um episódio da vida de uma personagem completamente diferente e, em todas elas, os heróis de Búnin vêem o seu amor testado pelo drama da separação, provocada pela loucura, a guerra, a morte ou, simplesmente, pela ambição pessoal e os acasos da vida.

    Em Alamedas Escuras encontramos também a angústia pelo tempo perdido, a dor pelo destino da Rússia, o peso da memória, a beleza dos sentimentos e os recantos mais obscuros da alma humana, que colocam obstáculos à luta pelo que é bom e amado.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/alamedas-escuras/

  • “Diccionario da linguagem das flores” de António Lobo Antunes

    “O novo romance de António Lobo Antunes, Diccionario da Linguagem das Flores, tem como personagem principal Júlio Fogaça, membro proeminente do PCP nos anos trinta do século passado.

    Ao longo de vinte e quatro capítulos, numa escrita disruptiva a que Lobo Antunes já nos habituou, o leitor é levado a interrogar-se sobre a verdadeira identidade desse protagonista. Temas como o tempo, a memória e a identidade, caros ao autor, estão também presentes neste romance. Todavia, a verdadeira pedra angular da narrativa é a descoberta de um livro antigo, que está na origem do título do romance, e que origina uma surpreendente oscilação gráfica entre o português atual e o português do final do século XIX.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/diccionario-da-linguagem-das-flores/

  • “História elementar das drogas” de Antonio Escohotado

    “Antonio Escohotado narra no presente volume – uma espécie de resumo da sua Historia general de las drogas o maior tratado sobre o tema – o percurso da humanidade a partir das drogas naturais ou sintéticas. Para além das inevitáveis polémicas em torno deste professor – seja porque o proibicionismo político-social e os seus perigos assim o ditam ou pela insistência no próprio gesto provocatório tantas vezes credo da vaidade – há que ressalvar tal virtude especialmente quando a noite nos fecha as «portas da percepção». Escohotado afronta o medo percorrendo-o desde a mais remota aplicação das drogas até à sociedade do consumo e do espectáculo que exige um cada vez maior número de substâncias criadas em laboratório alimentando a teoria dos sucedâneos avançada ainda no século XIX por William Morris. E vários são os nomes citados incluindo alguns grandes da constelação canónica como Coleridge, Baudelaire, Rimbaud ou Aldous Huxley, todos na tentativa de injuriar terrores ou esporear talentos, misturando arte e droga.”

    https://antigona.pt/products/historia-elementar-das-drogas

  • “O olhar misterioso de Helena Fourment” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

    “Obra que remete para um quadro de Peter Paul Rubens, patente no Museu Gulbenkian, que retrata a mulher do pintor flamengo do século XVII (Helena Fourment).

    https://www.rtp.pt/noticias/cultura/calouste-gulbenkian-recordado-hoje-pela-fundacao-com-abertura-de-portas-ao-publico_n845806

  • “Cosméticos: arte e ciência” de Eduardo A. F. Barata

    “Esta obra tem como finalidade apresentar algumas propostas relativas aos COSMÉTICOS, nomeadamente no que respeita ao local de aplicação, a pele, e à forma de os utilizar e de apreciar os devidos resultados, pois verifica-se cada vez mais a necessidade de justificar a actuação dos produtos com ensaios de eficácia. A Cosmética é realmente uma CIÊNCIA, dado que as vertentes técnicas são várias e muito científicas.

    Não deixa igualmente de haver uma atmosfera de irreal e de mistério na aplicação dos produtos cosméticos e, portanto deverá haver ARTE na sua apresentação.

    O conteúdo desta obra abarca vários temas que se situam tanto na preparação como na descrição dos elementos intervenientes, como certas matérias-primas mais específicas. Dado que os cosméticos e a higiene corporal estão classificados como produtos de saúde são sujeitos a regulamentações nacionais e comunitárias, pelo que são referidas as principais leis aplicáveis que definem não só o produto cosmético, mas também as formas de apresentação e as exigências do mercado.”

    https://www.wook.pt/livro/cosmeticos-eduardo-a-f-barata/75394

  • “As origens psicológicas da toxicomania” de José Pedro Sequeira

    “Com este livro José Pedro Sequeira dá-nos uma visão original sobre as origens psicológicas da toxicomania. Ao contrário de muitas obras, esta resulta de uma prática, enquanto psicólogo clínico e psicoterapeuta. Esta prática temperada por um discurso universitário é elucidada ao longo dos diversos capítulos que compõem a obra, que abordam questões tão complexas como a terminologia, o sentido e os sentidos do problema da toxicomania, a psicopatologia e a semiologia na toxicodependência e a estrutura familiar dos sujeitos toxicómanos. A obra de José Pedro Sequeira não é uma obra fácil. O autor tem a coragem de discutir e questionar, de se perplexizar, obrigando por isso o leitor à inquietação e à perplexidade.”

    https://www.wook.pt/livro/as-origens-psicologicas-da-toxicomania-jose-pedro-sequeira/17424124

  • “Asma brônquica na prática clínica” coordenado por Maria da Graça Freitas

    “A asma brônquica, num contexto de incidência e prevalência crescentes, tem sido alvo do interesse de numerosos investigadores. Nos últimos anos ocorreram enormes avanços no domínio da epidemiologia, etiopatogenia, prevenção e tratamento. A enfatização da natureza inflamatória desta afecção permitiu o desenvolvimento de toda uma metodologia diagnóstica e terapêutica, preventiva ou interventiva, que tem sido amplamente divulgada através de guidelines, que procuram normalizar a actuação dos vários profissionais de saúde envolvidos.

    O livro Asma Brônquica na Prática Clínica foi especialmente concebido para dar aos médicos uma visão global sobre a natureza desta doença. Focando, nos vários capítulos, aspectos que, no seu todo, podem contribuir para uma abordagem clínica efectiva, o clínico encontra aqui a resposta aos problemas que no dia-a-dia lhe surgem, quando pretende uma aproximação terapêutica individualizada.

    Trata-se de uma obra eminentemente prática, tendo como principal alvo os Internos das especialidades médicas, os Clínicos Gerais, os Pneumologistas e os Imunoalergologistas.”

    https://www.wook.pt/livro/asma-bronquica-na-pratica-clinica-maria-da-graca-freitas/75396

  • “O mapa municipal português” de António Cândido de Oliveira e António Pedro Manique

    “Portugal foi o primeiro país da Europa a fazer uma reforma territorial dos municípios que combinou a população e o território com a finalidade de adquirirem uma dimensão adequada, que permitisse levar a bom termo a missão que lhes cabe.

    Houve, por um lado, a preocupação de extinguir municípios demasiado pequenos e, assim, com insuficiência de meios e, por outro, dividir os demasiados grandes, criando inclusive novos.

    Tal sucedeu em 1836, com a reforma de Passos Manuel, estando os motivos desta bem explicados, no muito breve, mas claro, relatório que acompanha o mapa anexo ao Decreto de 6 de Novembro de 1836 que reduziu, no Continente, o número de concelhos de aproximadamente 800 para cerca de 350.”

    https://www.wook.pt/livro/o-mapa-municipal-portugues-1820-2020-antonio-candido-de-oliveira/24369179

  • “O tratado dos olhos de Pedro Hispano” de A. Mark Smith e Arnaldo Pinto Cardoso

    “Pedro Hispano, ou João XXI, o único Papa português, era também um reconhecido médico cujo receituário marcou decisivamente a História da Medicina, perdurando até aos nossos dias. O conhecido pintor Miguel Ângelo, por exemplo, adoeceu dos olhos quando lhe foi passada a tarefa de pintar a capela sistina, só vindo a recuperar após seguir as indicações de Pedro Hispano. É a importância de Pedro Hispano que este álbum revela, com a excelência da casa italiana Franco Maria Ricci, para a Fundação Champalimaud.”

    https://www.aletheia.pt/products/o-tratado-dos-olhos-de-pedro-hispano

  • “O meu unicórnio” ilustrado por Jess Moorhouse

    “O meu unicórnio gosta de comer doces e de dançar ritmado, espalha arco-íris e voa para todo o lado. Um livro mágico onde o Meu Unicórnio ganha vida, através de um fantoche de dedo.”

    https://www.fnac.pt/O-Meu-Unicornio-Livro-com-Fantoche-de-Dedo/a8195789

  • “Os números” de Jonny Lambert

    “Neste livro criado por Jonny Lambert, os animais ganham vida e fazem da aprendizagem dos números uma brincadeira sem fim!

    Aprende a contar e a reconhecer os números com a ajuda dos teus amigos animais!

    E não percas as surpresas escondidas nas abas.”

    https://www.almedina.net/brinca-e-descobre-os-n-meros-1564008042.html

  • “A melhor forma” de Naomi Jones e James Jones

    “Será que o Triângulo vai encontrar a melhor forma para ser feliz? Esta é a história absolutamente irresistível de um triângulo que está à procura do seu lugar no mundo. Pois é. O triângulo sente-se sozinho. Não conhece mais nenhum igual a ele... Além disso, acha que ninguém quer brincar com ele, porque não se encaixa nas outras formas. Porém, os círculos, os quadrados, os hexágonos e as estrelas demonstram-lhe o contrário. Juntos, descobrem novos jogos e possibilidades de brincar. O triângulo é a única forma que consegue encaixar-se em todas as formas. Ele é… a forma perfeita.

    Este é um livro com um estilo gráfico elegante, afetuoso e com uma mensagem muito importante sobre diversidade, interação e integração de pessoas de culturas e aspetos diferentes. As crianças vão adorar os diferentes padrões e desenhos, enquanto aprendem que a singularidade não é um problema e que quanto maior a variedade, melhor.”

    https://www.fnac.pt/A-Melhor-Forma-Naomi-Jones/a8360982

  • “Eu não tenho (muito) medo do escuro” de Anna Milbourne

    “Quando o sol se põe, o Escuro estica-se. Torna-se maior e maior até cobrir tudo.

    O Escuro pode ser assustador; mas também pode ser outras coisas - tudo depende de como olhas para ele.”

    https://www.bertrand.pt/livro/eu-nao-tenho-muito-medo-do-escuro-anna-milbourne/24465542

  • “Enciclopédia dos sentimentos” de Felicity Brooks e Frankie Allen

    “Como te sentes hoje? Feliz? Com fome? Talvez estejas a sentir-te triste? Todos temos sentimentos, mas a forma como os mostramos muda à medida que crescemos. Um guia que explora os diferentes sentimentos e vai ajudar as crianças mais pequenas a entender melhor o que estão a sentir, ou o que os outros sentem, através das mensagens corporais, expressões faciais ou outros sinais.”

    https://www.fnac.pt/Enciclopedia-dos-Sentimentos-Felicity-Brooks/a8195782

  • “Um sétimo homem” de John Berger

    “«Pode acontecer que um livro, em contraste com os seus autores, rejuvenesça à medida que os anos passam.» Disse-o John Berger sobre Um Sétimo Homem (1975), ensaio poético em imagens e palavras, estarrecedor retrato da experiência de trabalhadores migrantes na Europa dos anos 70 – e financiado com parte do que lhe rendeu o Prémio Booker (terá dado o restante ao ramo britânico dos Panteras Negras). Feito em colaboração com o fotógrafo Jean Mohr, este verdadeiro álbum de família (em que fotografias de casamentos, primogénitos e velas de aniversário são substituídas pela coragem da partida, o choque da chegada e a nostalgia do regresso) capta as mutações no corpo e no espírito de personagens sem rosto nem nome, portugueses, sicilianos, gregos e turcos, mercadoria viva em terras alienígenas. Com um equilíbrio notável entre teoria e experiência, entre política e poesia, John Berger narra os instantes desta diáspora como metáfora perfeita das dinâmicas do «desenvolvimento» e contradições do neoliberalismo – no que é hoje uma desarmante resposta à retórica anti-imigração.”

    https://antigona.pt/products/um-setimo-homem

  • “A canção do croupier do Mississípi e outros poemas” de Leopoldo María Panero

    “A Canção do Croupier do Mississípi e Outros Poemas reúne os textos mais emblemáticos de Leopoldo María Panero, extraídos de nove livros e escritos entre 1979 e 1994 – para muitos, o período de maior relevância artística do autor. Contemplando composições marcantes como «A canção do croupier do Mississípi», «Ma mère», «O lamento do vampiro» ou «Projecto de um beijo», a presente antologia é uma chave para a compreensão de um dos autores espanhóis mais subversivos e transgressores da contemporaneidade. Na senda maldita de Lautréamont, Antonin Artaud e Jean Genet, a lúcida loucura dos poemas dilacerantes de Leopoldo María Panero não poupou as misérias do inconsciente, os «ninhos de corrupções» quotidianos, os desvios e humilhações, e fez de cada verso, nas suas palavras, «um grito que nunca morre».”

    https://antigona.pt/products/a-cancao-do-croupier-do-mississipi-e-outros-poemas

  • “Somos todos assassinos” de Jean Meckert

    “Somos Todos Assassinos (1952), romance escrito a partir do guião do filme homónimo de André Cayatte e Charles Spaak, centra-se em René Le Guen, membro da Resistência durante a Ocupação, o qual, acusado de vários crimes de homicídio no pós-guerra, é condenado à pena de morte, essa «sequela dos tempos da barbárie». Na prisão, René passa em revista os acontecimentos que o levaram ao cadafalso, e o leitor não sairá incólume da leitura desta obra. Uma terrível condenação da pena capital (abolida em França somente em 1981) e uma reflexão sobre a injustiça de um sistema por vezes dominado por regras absurdas, e tão perverso como os próprios homens.

    Jean Meckert (1910-1995) é uma figura rebelde das letras francesas e autor de uma vasta obra que se reparte por romances policiais (sob o pseudónimo Jean Amila), peças de teatro e guiões. Conheceu precocemente o desespero e guardará da sua infância a repulsa pelo ensino religioso e a memória da fome. Apaixonado pela literatura, mas forçado a deitar a mão a todo o tipo de trabalhos precários, é no fim dos dias de trabalho extenuante que se dedica à escrita. Foi mobilizado em 1939, e a experiência da guerra viria a despertar nele um profundo antimilitarismo. A sua verve original faz de Meckert um franco-atirador da literatura, alguém que batia à máquina, solitário, como se fustigasse os botões da hipocrisia e da mesquinhez da sociedade. É autor das obras Abismo e Outros Contos e Golpes, publicadas pela Antígona.

    https://antigona.pt/products/somos-todos-assassinos

  • “O visitante da noite & outros contos” de B. Traven

    “N’O Visitante da Noite e Outros Contos – visões do México rural, entre índios e covis de bandoleros –, os poderes de observação e de descrição de Traven esboçam o retrato da identidade e das forças vitais de um país. A presente colectânea inclui, entre outros contos, «Macario», a lenda de um lenhador que faz um pacto com a Morte, «O Visitante da Noite», no qual a história do México desfila nos sonhos de um solitário forasteiro americano, e «Uma História verdadeiramente Sangrenta», ou as vicissitudes bem-humoradas de um gringo que aspira a ser repórter.”

    https://antigona.pt/products/o-visitante-da-noite-outros-contos

  • “Cartas de Veneza: uma viagem pela Suíça e pela Itália” de Robert Dessaix

    “Na tradução de Mario Dias Correia, revista e anotada por Igor Miazmov, quase nada foi preciso fazer em termos de revisão, ou seja, apenas o mínimo. Tradução maravilhosa à altura do texto original de Dessaix. Traddutore, traditore - mas não neste caso.

    São 238 páginas de uma viagem por Veneza e seus labirintos. Um livro intenso e sofisticado que começa com uma citação do Inferno de Dante:

    «No meio do caminho em nossa vida, eu me encontrei por uma selva escura porque a direita via era perdida. Ah, só dizer o que era é cousa dura esta selva selvagem, aspra e forte, que de temor renova à mente a agrura! Tão amarga é, que pouco mais é morte; mas, por tratar do bem que eu nela achei, direi mais cousas vistas de tal sorte.» Dante, Inferno, Canto I (retirado da tradução de Vasco Graça Moura)”

    http://olivroimpossivel.blogspot.com/2010/02/vou-comecar-por-robert-dessaix.html

  • “O estranho acontecimento que ocorreu em Huggabie Falls” de Adam Cece

    “Estranho acontecimento que ocorreu em Huggabie Falls venceu o prémio 2017 Text Prize. E é fácil perceber o porquê: é uma leitura divertida, cheia de brincadeiras e aventuras inacreditáveis.

    Huggabie Falls, a cidade mais estranha do planeta, onde podes encontrar piranhas vegetarianas, morcegos-vampiros assassinos, um rato de laboratório que fala francês, um pirata que detesta piratas, e doce de ovos, toneladas de doce de ovos.

    Mas isto não é tudo. As coisas vão tornar-se muito mais estranhas. Extremamente estranhas não é o suficiente para descrever o quanto mais estranhas!”

    https://www.fnac.pt/O-Estranho-Acontecimento-que-Ocorreu-em-Huggabie-Falls-Andrew-Weldon/a8104265

  • “4 visões memoráveis” de William Blake

    “Em O Casamento do Céu e do Inferno (1790), o poeta dá início à poderosa antinomia que estrutura toda a sua obra. Através da voz do diabo e dos provérbios do inferno, denuncia a moralidade da Igreja e do Estado e proclama a soberania do desejo e da energia natural da vida. Esta perspectiva heterodoxa surge também em Visões das Filhas de Albion (1793), na representação livre da sexualidade e na crítica ao colonialismo e à escravatura. Os dois últimos poemas – O [Primeiro] Livro de Urizen (1794) e O Livro de Ahania (1795) – constituem uma paródia dos livros do Génesis e do Êxodo. Nesta «Bíblia do Diabo», a narrativa da criação do universo – que produz a separação da eternidade – é reescrita através do conflito entre razão e prazer. Estes quatro poemas integram-se no ciclo de livros iluminados que a Antígona tem vindo a publicar. Além do texto inglês a edição reproduz 32 gravuras a cores.”

    https://antigona.pt/products/quatro-visoes-memoraveis?variant=31529824402

  • “O casamento” de Julie Garwood

    “Lady Brenna deixa Inglaterra rumo à Escócia e a um casamento arranjado. A longa viagem dá-lhe tempo para encontrar alguma paz e resignação. A jovem, que está prestes a conformar-se com uma existência solitária e insípida, não podia adivinhar que a grande aventura da sua vida está apenas a começar…

    Quando um bando de destemidos guerreiros a captura, Brenna aceita corajosamente casar com o seu líder – e pior inimigo do seu noivo – o temperamental Connor MacAlister.

    A jovem não ousa sequer sonhar com o amor do marido, mas o passado em comum dá-lhe alguma esperança. Talvez o escocês que em tempos visitou a castelo do seu pai e a encantou com o seu sorriso inesperado e deslumbrante ainda exista por detrás da fachada severa de Connor.

    Mas enquanto ela tenta conquistar o homem que aprendeu a amar, é apanhada numa espiral de violência e vingança entre clãs.

    Apenas a sua fé em Connor a pode agora salvar.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/o-casamento/

  • “O Magriço: a verdadeira história de D. Álvaro Gonçalves Coutinho, um dos Doze de Inglaterra” de Tiago Salazar

    “D. Álvaro Gonçalves Coutinho – conhecido por Magriço por causa da sua figura débil – foi celebrizado numa passagem d’Os Lusíadas, que destaca a sua coragem entre os Doze de Inglaterra, cavaleiros portugueses que, no reinado de D. João I, participaram num combate que visava lavar a honra de doze damas ofendidas e do qual saíram vencedores.

    Porém, mesmo tratando-se de um cavaleiro de linhagem na Corte do Mestre de Avis, o Magriço não aceitou que o seu monarca lhe negasse casamento com a mulher que amava, partindo para a Borgonha onde lutou por mais de uma década entre os pares de João Sem Medo, que o considerou um dos mais destemidos guerreiros que alguma vez o serviram.

    Aventureiro, defensor de causas justas e sempre na senda de glória para os seus amos, Álvaro Coutinho era também um filho segundo, afastado da herança paterna, um homem amargo a quem a memória da desfeita do rei nunca abandonou, um guerreiro sem medo da morte, um ancião que resistiu à peste e se tornou uma espécie de eremita no fim da vida.

    Tiago Salazar, nesta que é a sua primeira incursão no romance histórico, instala-se de armas e bagagens na Idade Média e, vestindo a pele desta personagem controversa, dá-nos um testemunho das suas andanças e tribulações num relato em forma de autobiografia romanceada, ao jeito dos melhores livros de cavalaria, a que nunca falta uma pitada de colorido e humor.”

    https://www.almedina.net/o-magri-o-1601462554.html

  • “Rainha vermelha” de Juan Gómez-Jurado

    “Nunca leu um thriller como este. Nunca conheceu ninguém como ela.

    Antonia Scott é uma mulher muito especial. Tem um dom, que ao mesmo tempo é uma maldição: uma inteligência extraordinária. Não é polícia nem criminalista. Nunca empunhou uma arma, nem tem distintivo, e, no entanto, resolveu dezenas de crimes.

    Mas já há algum tempo que Antonia não sai do seu sótão em Lavapiés. O que perdeu interessa-lhe muito mais do que tudo o que a espera lá fora. Também não recebe visitas. Por isso não gosta nada, nada, quando ouve uns passos desconhecidos a subir as escadas até ao último piso… Sabe que a vêm buscar.

    O inspetor Jon Gutiérrez, acusado de corrupção, com o emprego e o salário suspensos, sem nada a perder, aceita a proposta aparentemente fácil de um misterioso desconhecido que se apelida de Mentor: ir buscar Antonia e convencê-la a resolver mais um caso, em troca de ver o seu nome limpo.”

    https://www.planetadelivros.pt/livro-rainha-vermelha/313869

  • “O mapeador de ausências” de Mia Couto

    “Diogo Santiago é um prestigiado e respeitado intelectual moçambicano. Professor universitário em Maputo, poeta, desloca-se pela primeira vez em muitos anos à sua terra natal, a cidade da Beira, nas vésperas do ciclone que a arrasou em 2019, para receber uma homenagem que os seus concidadãos lhe querem prestar.

    Mas o regresso à Beira é também, e talvez para ele seja sobretudo, o regresso a um passado longínquo, à sua infância e juventude, quando ainda Moçambique era uma colónia portuguesa.

    Menino branco, é filho de um pai jornalista e sobretudo poeta, e de uma mãe toda sentido prático e completamente terra-a-terra. Do pai recorda o que viveu com ele: duas viagens ao local de terríveis massacres cometidos pela tropa colonial, a sua perseguição e prisão pela PIDE, mas sobretudo, e em tudo isto, o seu amor pela poesia.

    Mas recorda também, entre os vivos, o criado Benedito (agora dirigente da FRELIMO) e o seu irmão Jerónimo Fungai, morto a tiro nos braços da sua amada, a bela e infeliz Mariana Sarmento, o farmacêutico Natalino Fernandes, o inspector da PIDE Óscar Campos, a tenaz e poderosa Maniara, e muitos outros; e de entre os mortos sobressaem o régulo Capitine, que vê uma mulher a voar.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/o-mapeador-de-ausencias/

  • “Ler o mundo: experiências de transmissão cultural na actualidade” de Michèle Petit

    “Este livro é uma apologia. Para que a literatura, oral e escrita, e a arte sob todas as suas formas tenham um lugar na vida de todos os dias, em particular na das crianças e dos adolescentes. Nasceu de uma revolta contra o facto de se estar cada vez mais obrigado, se se defende as artes e as letras (ou as ciências, também), a fornecer provas da sua rentabilidade imediata, como se essa fosse a sua única razão de ser.

    Ao longo das múltiplas intervenções feitas perante bibliotecários, professores, promotores da leitura ou alunos que se preparam para tais funções, Michèle Petit foi levada a responder – sem nostalgia nem receio face às revoluções da comunicação – a estas questões simples e actuais: para que serve ler, porquê ler hoje, porque devemos incitar as crianças a fazê-lo?

    Quais são os fundamentos da importância da literatura, mas também, de forma mais genérica, da transmissão cultural? Como transmitir o gosto da leitura e o das práticas artísticas?”

    https://www.fnac.pt/Ler-o-Mundo-Experiencias-de-Transmissao-Cultural-na-Actualidade-Michele-Petit/a8112741

  • “Um crime da solidão: sobre o suicídio” de Andrew Solomon

    “Andrew Solomon, conhecido dos leitores portugueses através dos livros O Demónio da Depressão e Longe da Árvore, reúne neste volume uma série de textos sobre o suicídio, analisado sempre a partir de uma história pessoal ou de um caso concreto: quer do círculo mais íntimo do autor, como, por exemplo, o inesperado suicídio do exuberante amigo Terry, ou o suicídio assistido da mãe; quer de figuras públicas, como os de Anthony Bourdain ou Robin Williams, ou até os de celebridades literárias, como David Foster Wallace ou Sylvia Plath.

    Um Crime da Solidão reflete sobre o suicídio, as suas causas e circunstâncias (solidão, depressão), o efeito de imitação, os aspetos facilitadores (como o fácil acesso a armas) e a incompreensível incidência em pessoas aparentemente realizadas e bem-sucedidas. São nove magníficos textos, na prosa sempre inteligente e cativante de Andrew Solomon.”

    https://www.quetzaleditores.pt/produtos/ficha/um-crime-da-solidao/23989758

  • “O bisavô: a saga de três gerações de uma poderosa família portuguesa” de Maria João Lopo de Carvalho

    “Talvez por culpa da mãe, Cândida Patrício, o jovem Manoel Caroça fez-se um sonhador. A pesada e granítica cidade da Guarda já não lhe bastava, nem o vale rochoso onde o pai imperava. Queria conhecer mundo. E o mundo era Lisboa, era Paris, eram as Colónias onde enriqueciam os portugueses…

    O Bisavô é a biografia romanceada de Manoel Caroça, o bisavô da autora. Através dele acompanhamos a saga de três gerações de uma família beirã, desde o fim do século xix até às vésperas da Guerra Civil Espanhola. Anos abalados pela queda da Monarquia, pela Grande Guerra, pela devastação da tuberculose e da pneumónica, pela grande depressão.

    História até hoje inédita, surge agora rigorosamente reconstruída graças às memórias ainda vívidas de uma descendência vasta, bem como às cartas, retratos e documentos desenterrados dos baús que foram sobrevivendo aos sótãos por onde passaram…

    E ironicamente, ao escrever a sua obra mais íntima até à data, a autora de Marquesa de Alorna oferece-nos um impressionante fresco do nosso país – a saga desta família é o retrato de Portugal.”

    https://www.almedina.net/o-bisav-1601461866.html

  • “O stress na vida de todos os dias” de Adriano Vaz Serra

    “No presente livro o autor convida o leitor a percorrer os diversos caminhos do stress. Na parte introdutória refere-se à sua definição, descreve as circunstâncias que o induzem, as características que levam um indivíduo a sentir-se em stress e a importância do apoio social como factor atenuante. De seguida salienta as alterações que determina no indivíduo, a nível biológico, do pensamento, das emoções e do comportamento observável. Menciona a associação que se pode estabelecer entre stress, doença física e psíquica. A partir daí relata situações específicas de stress, a que se dá actualmente grande importância, tais como o stress no trabalho, os comportamentos de mobbing no local de trabalho, o stress nos profissionais de saúde e na família. Os últimos capítulos são dedicados ao tratamento do stress. Se tiver a curiosidade de folhear as diversas páginas do livro pode verificar que nele são citados inúmeros exemplos que facilitam a clarificação do texto. São igualmente apresentados quadros e figuras que ajudam a sintetizar a exposição. Em suma: é um livro abrangente, que aborda o stress nas suas numerosas facetas e que procura responder às dúvidas específicas que qualquer pessoa possa ter. Atendendo a estas características cremos que é, verdadeiramente, um livro para si!”

    https://www.fnac.pt/Stress-na-Vida-de-Todos-os-Dias-Adriano-Vaz-Serra/a218369

  • “100 mulheres que fizeram história” de Stella Caldwell e outros

    “Uma merecida homenagem a todas as mulheres cuja determinação fez o mundo evoluir.

    100 Mulheres que Fizeram História está repleto de feitos femininos inscritos nas páginas da coragem e da inovação da História Mundial.

    Porque é que se diz que a imperatriz Catarina é Grande? De que forma conseguiu Anne Frank comover a humanidade? O que defende Malala Yousafzai? E o que tem Serena Williams a mostrar ao mundo?

    De governantes de sucesso a líderes incontestáveis, de estrelas de cinema e televisão a astros no desporto, e de cientistas a ativistas fora de série, vem conhecer as mulheres sem as quais o mundo atual não seria seguramente o mesmo.”

    https://www.almedina.net/100-mulheres-que-fizeram-hist-ria-1564007962.html

  • “Uma bolota prodigiosa” de Ana Ventura

    “Nova coleção "O Meu Planeta" que pretende ajudar a criar consciência ambiental nos mais pequenos, com alguns dos melhores Autores e Ilustradores nacionais. Afinal, não há tema mais urgente do que transmitir a importância da preservação do planeta Terra, de forma a garantir o seu futuro.

    Esta é a história de uma bolota que deu muitas cambalhotas até chegar ao seu destino. Depois de trambolhões e tropeções, ela chega à festa da floresta, onde a sua viagem ganha sentido e ela renasce um carvalho belo e generoso. Descobre tudo sobre a grande aventura desta bolota prodigiosa e aprende mais sobre o ciclo de vida das árvores.”

    https://www.almedina.net/uma-bolota-prodigiosa-o-meu-planeta-1602603614.html

  • “A menina dos anos” de Haruki Murakami

    “Naquele dia, o do seu vigésimo aniversário, a jovem atendia às mesas como de costume. Trabalhava sempre às sextas-feiras, mas, se tudo corresse como planeado, nessa noite teria folga.

    Numa chuvosa Tóquio, o banal vigésimo aniversário de uma empregada de mesa conhece uma estranha reviravolta quando lhe pedem que entregue o jantar ao proprietário do restaurante, homem recluso e pouco sociável.

    Depois das edições ilustradas de Sono e Os Assaltos à Padaria, chega agora A Menina dos Anos, com ilustrações de Kat Menschik.”

    https://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/a-menina-dos-anos/

  • “O pequeno livro da felicidade” de Geronimo Stilton

    “Era o aniversário do meu sobrinho Benjamin e enquanto comemorávamos com toda a família Stilton e os nossos amigos, ele abraçou-me e perguntou o que é a felicidade. Eu tentei explicar-lhe que a felicidade está em tudo, e tudo pode ser felicidade, até as pequenas coisas e as ações mais simples. Compete-nos a nós aproveitar cada momento de alegria que a vida nos oferece!

    Porque ler ajuda-nos a crescer e a descobrir o mundo. Palavra de Stilton.”

    https://www.presenca.pt/products/o-pequeno-livro-da-felicidade-1

  • “Capitão Rosalie” de Timothée de Fombelle, Isabelle Arsenault

    “Corre o ano de 1917. Rosalie é uma menina de cinco anos e meio.

    O pai está longe, em combate, e a mãe trabalha na fábrica.

    Rosalie passa o dia na escola dos rapazes crescidos. É a menina que não faz nada, em quem nem sequer reparam. Mas Rosalie tem um plano secreto. É um soldado em missão. E um dia vai receber uma medalha.

    Capitão Rosalie é uma narrativa ficcional histórica e de tom biográfico passado durante a Grande Guerra. Para leitores de 8 anos e mais será um novo clássico que conta com as ilustrações tocantes e Isabelle Arsenault e o texto poético de Timothée de Fombelle, professor e autor premiado de literatura para jovens leitores.”

    https://www.orfeunegro.org/products/capitao-rosalie

  • “Caça-olhares” de Marina Núñez e Avi Ofer

    “Caça-Olhares é o espelho da realidade em que muitas crianças se vêem amiúde refletidas face a uma sociedade presa aos seus dispositivos móveis. Porém, por mais infinita que seja a oferta de chamadas, mensagens, fotos, música, redes sociais, aplicações e sites por onde navegar, nada é equiparável “às coisas mais maravilhosas” que se podem apreciar, não através de um ecrã, mas graças à retina. A protagonista desta obra, que foi finalista do XII Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados, com autoria de Marina Núñez e Avi Ofer, decide tomar a iniciativa e inverter essa tendência, fazendo com que a comunicação interpessoal volte a fazer parte da vida quotidiana. Para tal, Vera contará com a ajuda de alguém muito especial, alguém que não sucumbiu aos encantos do digital e que, acima de tudo, dedica o seu tempo ao que é verdadeiramente importante.”

    https://www.almedina.net/ca-a-olhares-1598954769.html

  • “Energia: descubra o seu perfil pessoal de energia e recupere o vigor e a vitalidade” de Jo Salter

    “Precisa De Recarregar Baterias? Encha-se De Energia Positiva E Aprenda A Aproveitar Ao Máximo Novos Desafios E Experiências!

    Os níveis de energia podem ser afetados por vários fatores. O excesso de trabalho, os problemas com relacionamentos ou simplesmente as alterações sazonais podem ter efeitos desgastantes mas invisíveis. Quer sinta uma exaustão marcada, ou aquele simples cansaço ligeiro e persistente ao fim do dia, este livro é para si. Sim, é possível recuperar a sua energia, vitalidade e motivação. Em Energia, Jo Salter descreve seis áreas energéticas (física, emocional, intelectual, pessoal, criativa e espiritual) e inclui um questionário detalhado que lhe permitirá compreender o seu perfil energético único e pessoal. Em seguida, sugere técnicas para aumentar e sustentar o seu nível de energia, desde exercício e visualização até dieta e ergonomia.”

    https://www.almedina.net/energia-1604575030.html

  • “Birras de mãe” de Isabel Stilwell e Ana Stilwell

    “Muitos anos depois do sucesso de 49.233$00 de telefone, Diário de uma mãe, Diário de uma filha. Isabel e Ana Stilwell voltam para falar de educação, parentalidade, e do inevitável conflito de gerações na educação das crianças.

     

    No BIRRAS de MÃE, uma avó/mãe (e também sogra) e uma mãe/filha, escrevem cartas uma à outra, para falar dos medos, irritações, perplexidades, raivas, mal-entendidos, mas também da sensação de perfeita comunhão que, ocasionalmente, as invade.

    Na esperança de que quem as leia, avó, mãe ou filha adulta, sinta que é de si que falam.”

    https://www.almedina.net/birras-de-m-e-1612283800.html

  • “Mega livro do mundo e do espaço”

    “Este livro ensina às crianças tudo sobre o mundo e o espaço. Aprende alguns factos surpreendentes. Os testes muito divertidos e as imagens encantadoras, tornam este mega livro numa obra de referência que se guarda para sempre!”

    http://www.yoyobooks.pt/detalheArtigo.aspx?id=5603486240653

  • “Ao ritmo do tempo dos monges” de Anselm Grün

    “Os homens modernos são instigados a perseguir constantemente novos objetivos e, assim, não é raro perderem de vista o profundo sentido das suas vidas. Quando o tempo se transforma em dinheiro e a vida em «última oportunidade», existe uma sobrecarga do tempo de vida e o quotidiano acaba por perder o sentido. Do mesmo modo, o aumento do tempo livre nem sempre trouxe, no nosso mundo, o tão desejado bem-estar temporal.

    Anselm Grün está convencido de que, «a experiência temporal dos monges, que é vivida nos mosteiros, tem algo a dizer às pessoas do mundo moderno». A arte e a forma de viver dos monges, que hoje fascinam muitas pessoas, estão, de facto, ligadas também às outras noções de tempo. Os monges são os mestres do tempo.

    Esta obra fala-nos dessa experiência temporal dos monges e abre e transmite a verdadeira «mensagem» da experiência e organização temporais, típicas da vida no mosteiro, às pessoas que vivem fora dos mosteiros.”

    https://www.paulinas.pt/loja/livros/espiritualidade/horizontes-de-luz/ao-ritmo-do-tempo-dos-monges/

  • “Mulheres e liderança” de Linda L. Carli e outros

    “Como equilibrar a balança de género no local de trabalho?

    Se nunca leu nada sobre a dinâmica de género no local de trabalho, leia estes artigos essenciais. A Harvard Business Review analisou centenas de textos, estudos e as melhores práticas e selecionou os melhores artigos para se atualizar e perceber o que significa «igualdade de género» no mundo de hoje e que caminho ainda temos à nossa frente.

     

    Este livro vai inspirá-lo para:

    - Perceber qual o melhor caminho para uma mulher rumo à liderança.

    - Encontrar as razões que explicam as barreiras existentes entre homens e mulheres.

    - Analisar os preconceitos ligados a questões de género e desmistificá-los.

    - Gerir um programa de diversidade mais eficaz.

    - Reconhecer os problemas que as mulheres enfrentam quando lidam com o preconceito e assédio.

    - Ajudar as mulheres a retornar ao local de trabalho após o tempo de licença e criar novas oportunidades para alcançarem as suas ambições.”

    https://www.almedina.net/mulheres-e-lideran-a-1572531767.html

  • “Os mestres da humanidade” de Karl Jaspers

    “O filósofo Karl Jaspers chamou-lhes "as figuras determinantes decisivas". Para ele, durante o primeiro milénio antes de Cristo, mais concretamente por volta do século VI - época conhecida como "tempo-eixo" -, deu-se uma transformação essencial na consciência humana em áreas geográficas distantes e aparentemente sem interferência: Índia, China, Pérsia, Grécia e Israel. O homem passou de uma consciência predominantemente cósmica a uma consciência reflexiva, de uma consciência submersa no grupo e na colectividade a uma consciência de identidade individual e pessoal. Foi também nesse quadro que emergiu uma decisiva transformação religiosa, com a necessidade e a procura da salvação pessoal, com o aparecimento das religiões universais e uma mudança na concepção do divino, com três orientações fundamentais: o monismo, o monoteísmo, a exigência crítica racional na sua representação. É dessas correntes que ainda hoje vivemos. Escusado será dizer que, se Jesus aparece inserido neste "tempo-eixo", é por causa da sua continuidade com os grandes profetas de Israel, mais ou menos contemporâneos de Confúcio na China, Buda na Índia, Zaratustra no Irão, os pré-socráticos, Sócrates, Platão e os trágicos na Grécia clássica.

    [...] O leitor português tem agora o privilégio de, guiado pela mão sábia de Karl Jaspers, poder dialogar com cada um deles, pondo-os a eles próprios a dialogar entre si. Um diálogo interminável, tanto mais iluminante quanto a relação com eles não poderá ficar na pura teoria, já que eles são também mestres e modelos para viver e morrer.

    In: Nota de Apresentação de Anselmo Borges”

    https://www.almedina.net/os-mestres-da-humanidade-s-crates-buda-conf-cio-jesus-1563810415.html

  • “Os nomes dos pássaros” de António Amaral Tavares

    “António Amaral Tavares, de 53 anos, poeta e colaborador da Fundação ADFP de Miranda do Corvo, nomeadamente no Espaço da Mente, onde escreve alguns dos seus poemas, “Os Nomes dos Pássaros” é o seu último livro, editado com a chancela da Língua Morta.”

    https://www.adfp.pt/noticias/graca-capinha-e-teresa-carvalho-apresentaram-no-espaco-da-mente-ecomuseu-os-nomes-dos-passaros-o-ultimo-livro-de-antonio-amaral-tavares

  • “O demónio das imagens: sobre Aby Warburg” de António Guerreiro

    “Reunião de sete textos anteriormente publicados ou proferidos, directa ou indirectamente incidentes sobre o pensamento de Aby Warburg. Deambulações em torno da história, da memória, do tempo, do espaço e das imagens - onde se condensa o intrincado jogo de sombras da existência humana e área de estudo duma "ciência da cultura" que se abre à sua compreensão -, na companhia dos que dedicaram a sua reflexão aos problemas suscitados por Warburg.”

    https://www.goodreads.com/book/show/39710937-o-dem-nio-das-imagens---sobre-aby-warburg

  • “A vida em chamas: uma antologia” de Luis Alberto de Cuenca

    “Sempre fui um apaixonado por Portugal e pelas letras portuguesas, de maneira que a perspectiva de os meus versos soarem em português, graças à estupenda versão de Miguel Filipe Mochila, me enche de satisfação e coroa um desejo até agora não cumprido. Sou dos que pensam que a Península Ibérica constitui uma unidade geográfica indiscutível e que só os azares inconsistentes do devir histórico fizeram com que os seus povos não concorram unidos à comum pátria europeia. Portugal foi sempre a minha casa. A cortesia, a moderação e a pontada de melancolia que assomam na panóplia das virtudes portuguesas foram, também, as minhas impressões digitais ao longo de toda a minha vida. A linha clara da minha poesia atravessa hoje as arbitrárias fronteiras que separam os dois países irmãos e acende-se com a chama linguística que arde na fogueira de Camões, Eça de Queirós, Eugénio de Castro, Pessoa, do meu querido amigo Nuno Júdice. E, chegada a hora do brinde, levanto o meu copo e brindo pela riquíssima literatura lusa, que tanto contribui para fazer das letras ibéricas um episódio imprescindível na história das letras universais, e pela esplêndida versão dos meus poemas, que servirá para estreitar ainda mais os laços existentes entre Portugal e Espanha, dois corações que pulsam em uníssono no concerto da História.” - Luis Alberto de Cuenca

    https://www.almedina.net/a-vida-em-chamas-uma-antologia-1563823959.html

  • “Mil e outras noites: uma antologia” de Eduardo Guerra Carneiro

    “A poesia de Eduardo Guerra Carneiro oscila (também mas não) só entre a paisagem e o povoamento, entre as corridas e os cafés. (…) Findo o livro de 202 páginas fica o desafio de sempre e para sempre: «É um desafio permanente esta aventura da escrita, corpo-a-corpo com o desejo de inventar a comunicação ou descrever o desejo. Desafio, pois, entre os muros da ignorância, os canais da imaginação, na paisagem real ou recriada.»”

    https://mesaextravagantes.blogspot.com/2018/10/mil-e-outras-noites-uma-antologia-de.html

  • “A mulher do meio” de Ivone Mendes da Silva

    “O novo livro de Ivone Mendes da Silva, A Mulher do Meio, teve uma boa crítica no Ípsilon e isso deixa-me contente. Porque são merecidos o juízo e a divulgação. A escrita diária de Ivone, publicada nas «redes sociais», é um bálsamo de inteligência e sentido estético. Abrigamo-nos nela da hediondez quotidiana. Vão e leiam-na.”

    http://canhoes.blogspot.com/2019/09/a-mulher-do-meio.html

  • “Boa noite” de Meritxell Martí e Xavier Salomó

    “Quando anoitece, a Lua vem para inspirar os nossos sonhos. Chiu! Está na hora de dormir! Um livro com mecanismos móveis para acompanhar todos na hora de dormir. Boa noite!

    Formato transportável; mecanismos de fácil utilização em cada página que revelam uma segunda ilustração; associação de imagem e significado; compreensão de momentos do dia-a-dia de forma cronológica; treina a motricidade fina dos bebés.”

    https://www.almedina.net/boa-noite-1564016368.html

  • “Bom dia” de Meritxell Martí e Xavier Salomó

    “Bom dia! O Sol surge no horizonte e começa um novo dia. Está na hora de acordar!

    Um livro com mecanismos móveis para acordar toda a família e vizinhos com alegria.”

    https://www.almedina.net/bom-dia-1564016365.html

  • “Nós, os micróbios e uma visão alargada da vida” de Ed Yong

    “Estes companheiros microscópicos esculpem os nossos órgãos, protegem-nos das doenças, orientam o nosso comportamento e bombardeiam-nos com os seus genes. E neles reside também a chave para compreender a vida na Terra. Neste livro, Ed Yong convida-nos a ver o organismo humano e o dos outros animais a uma nova luz: menos como indivíduos e mais como ecossistemas florescentes. Ficamos a conhecer a ciência invisível dos corais que constroem os recifes imponentes e das lulas que criam espetáculos luminosos.

    Percebemos como as bactérias alteram a reação aos medicamentos oncológicos, afinam o sistema imunitário, influenciam a evolução e modificam até a constituição genética. E ficamos a conhecer os cientistas que manipulam estes parceiros microscópicos em nosso proveito. Este livro alterará radicalmente o modo como pensamos na natureza e como nos vemos a nós próprios.”

    https://www.temasedebates.pt/produtos/ficha/nos-os-microbios-e-uma-visao-alargada-da-vida/18978594

  • “O som das cores” de Paula Teixeira

    “Um livro onde as personagens das ilustrações fazem língua gestual portuguesa (LGP). Contém os abecedários em LPG e em Braille, para as crianças aprenderem a falar com as mãos e a escrever picotando numa língua diferente. Inclui ainda um DVD lúdico-pedagógico, com o videoclip da música original criada a partir da história. O DVD é também audiolivro, pois a história é contada em LGP e sonorizada.”

    https://www.platanoeditora.pt/?q=C/BOOKSSHOW/7541

  • “Climaat 100: uma estória sobre as alterações climáticas em Loulé” de Maria Adelaide Fonseca

    “O livro “CLIMAAT 100” e o seu “Caderno de Atividades” «foram desenvolvidos com o propósito de alertar e informar de forma clara e divertida os alunos do 1ºciclo do concelho para a problemática das alterações climáticas, com grande enfoque no território concelhio. Ambas as publicações resultam do trabalho do Município na implementação da Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas, proporcionando aos mais novos um maior conhecimento sobre as vulnerabilidades e impactos atuais e futuros, para melhor prepararem o presente e o futuro do planeta», explica a autarquia.”

    https://www.sulinformacao.pt/2020/06/loule-lanca-livros-sobre-acao-climatica-no-dia-da-crianca/

  • “Fratelli tutti: carta encíclica do Santo Padre Francisco sobre a fraternidade e amizade social” de Papa Francisco

    “Fratelli tutti é o título que o Papa estabeleceu para sua nova encíclica dedicada, como lemos no subtítulo, à "fraternidade" e à "amizade social". As primeiras palavras da nova "carta circular" (este é o significado da palavra "encíclica") são inspiradas no grande santo de Assis cujo nome o Papa Francisco escolheu para inaugurar uma reflexão sobre um tema com o qual se preocupa muito como a fraternidade e a amizade social e por isso pretende se dirigir a todas as suas irmãs e irmãos, todos os homens e mulheres de boa vontade que povoam a terra. A todos, de uma forma inclusiva, jamais exclusiva.”

    https://www.almedina.net/fratelli-tutti-carta-enc-clica-sobre-a-fraternidade-e-a-amizade-social-1601448737.html

  • “Os testamentos” de Margaret Atwood

    “Finalmente a sequela de A História de Uma Serva

    A obra-prima distópica de Margaret Atwood, A História de Uma Serva, tornou-se um clássico do nosso tempo cuja conclusão conhecemos nesta deslumbrante sequela.

    Quinze anos depois de A História de Uma Serva, o regime teocrático da República de Gileade mantém-se no poder, mas há sinais de que está a começar a cair por dentro.

    Neste momento crucial, os percursos de três mulheres radicalmente diferentes cruzam-se com resultados potencialmente explosivos. Duas cresceram em diferentes territórios, separadas por uma fronteira: uma, a filha privilegiada de um Comandante de alta patente, em Gileade, e a outra no Canadá, onde acompanha ativamente os horrores praticados pelo regime do país vizinho. Às vozes destas duas jovens, saídas da primeira geração que cresceu sob a nova ordem, junta-se a voz de uma terceira, uma mulher que é um dos carrascos do regime de Gileade, cujo poder se baseia nos segredos que foi reunindo sem escrúpulos e que usa de forma cruel. São estes segredos, há muito enterrados, que irão aproximar estas três mulheres, forçando-as a aceitarem-se e a defenderem as suas convicções mais profundas.

    «O evento literário do ano». - The Guardian

    «Um romance selvagem e belo, que hoje nos interpela, em todo o mundo, com uma convicção e uma força extraordinários... As expectativas em relação a Atwood eram muito elevadas e ela superou-as.» - Peter Florence, presidente dos juízes do Booker Prize. - The Guardian”

    https://www.almedina.net/os-testamentos-1583316545.html

  • “A pequena idade do gelo: como o clima fez a história: 1300-1850” de Brian Fagan

    “O relato extraordinário de como as mudanças climáticas transformaram o mundo ao longo da história.

    Só na última década os climatologistas desenvolveram um quadro preciso da evolução das condições climáticas anuais em tempos históricos. Este desenvolvimento confirmou uma suspeita de longa data: o mundo sofreu uma onda de frio de 500 anos – a Pequena Idade do Gelo – que durou aproximadamente de 1300 até 1850.

    A Pequena Idade do Gelo explica como o clima afetou eventos fundamentais da História mundial, da exploração nórdica à colonização da América do Norte e à Revolução Industrial. Diz-nos também que as mudanças de temperatura no mar levaram os pescadores ingleses e bascos a seguir vastos cardumes de bacalhau até ao Novo Mundo; que, em França, uma crise alimentar que atravessou gerações contribuiu para a desintegração social e, finalmente, para a revolução; e que os esforços ingleses para melhorar a produtividade agrícola ante a deterioração do clima ajudaram a abrir o caminho para a Revolução Industrial e, portanto, para o aquecimento global.

    Com recurso a fontes tão diversas como os registos das campanhas das vindimas ou os assentos dos mosteiros medievais, passando pela análise química dos núcleos de gelo, Brian Fagan descortina o modo como a Humanidade tem estado à mercê das alterações climáticas. E explica como, infinitamente engenhosos, os nossos antepassados se adaptaram a um aquecimento global universal irregular, desde o fim da Idade do Gelo, com um impressionante sentido de oportunidade.

    A Pequena Idade do Gelo conta a história dos séculos turbulentos, imprevisíveis e muitas vezes gélidos da História da Europa entre os anos de 1300 e 1850. Revela também que as alterações climáticas não acontecem em fases suaves e regulares, mas em saltos súbitos cujas causas nos são desconhecidas e cujo rumo escapa ao nosso controlo. E que a influência destes fenómenos na vida humana pode ser profunda e até decisiva.”

    https://www.almedina.net/a-pequena-idade-do-gelo-1604062165.html

  • “Aquilo em que creio” de Hans Küng

    “Em numerosas ocasiões, ao longo da sua extensa carreira de teólogo, Hans Küng ouviu a pergunta seguinte: «Com toda a sinceridade, senhor Küng, em que crê pessoalmente?» Agora, neste livro construído sobre o conjunto da sua obra e da sua experiência, Hans Küng elabora a sua resposta. Trata-se da confissão pessoal da fé de alguém que transformou de maneira profunda o pensamento teológico em todo o mundo.

    Hans Küng escreve sobre a «confiança na vida», a «alegria de viver», o «sentido da vida» e o «sofrimento vital», oferecendo com isso uma summa da sua própria existência e da sua esperança mais íntima. Deste modo, a completa visão religiosa do mundo deste pensador e teólogo universal fica concentrada nas questões essenciais que inquietam todas as pessoas: em que devo acreditar? Em quem posso confiar? Que posso esperar? Como devo configurar a minha vida?”

    https://www.temasedebates.pt/produtos/ficha/aquilo-em-que-creio/15700988

  • “Pensar o acolhimento residencial de crianças e jovens” coordenação de Maria João Leote de Carvalho e Anabela Salgueiro

    “O livro “Pensar o Acolhimento Residencial de Crianças e Jovens”, coordenado por Maria João Leote de Carvalho e Anabela Salgueiro, publicado em 2018, detalha diferentes perspetivas sobre o trabalho realizado pela Fundação nos últimos anos nesta área, dando voz às pessoas e organizações envolvidas. Tendo por enquadramento uma intervenção de Marta Santos Pais, Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas sobre Violência contra a Criança, esta publicação inclui reflexões sobre aprendizagens, conquistas, desafios deste percurso, abordando as estratégias e metodologias seguidas e os mecanismos de supervisão e avaliação implementados, bem como os principais impactos e resultados alcançados.”

    https://gulbenkian.pt/publication/pensar-o-acolhimento-residencial-de-criancas-e-jovens/

  • “Kill shot” de Vince Flynn

    “For months, Mitch Rapp has been steadily working his way - bullet by bullet - through a list of the men responsible for the slaughter of 270 civilians, including his own girlfriend, in the Pan Am Lockerbie bombing.

    His next target - a Libyan diplomat - should be easy. Prone to drink and currently in Paris without a bodyguard, Rapp quickly tracks the man down and sends a bullet into his skull while he's sleeping. But in the split second it takes the bullet to leave the silenced pistol, everything changes. The door to the hotel room is kicked open and gunfire erupts all around Rapp.

     

    When the news breaks that Libya's Oil Minister has been killed along with three innocent civilians and four unidentified men, the French authorities are certain that a wounded gunman is still on the loose in Paris. As the finger-pointing begins, Rapp's handlers have only one choice - deny any responsibility for the incident and race to do damage control. Rapp has become a liability, and he must not be taken alive by the French authorities. But alone in Paris, on the run from the authorities and from his own employers, Mitch Rapp must prepare to fight for his life.”

    https://www.fnac.pt/Kill-Shot-Vince-Flynn/a1054744

  • “A armadilha Daesh: o Estado Islâmico ou o retorno da história” de Pierre-Jean Luizard

    “Ensaio límpido e erudito, A Armadilha Daesh analisa a origem e a estrutura do Estado Islâmico, inscrevendo-o no contexto político e histórico do Médio Oriente. Pierre-Jean Luizard traça um completo panorama a dois tempos – fazendo dialogar a história remota e os acontecimentos recentes na região –, e aponta este grupo salafista como fruto de dois grandes erros do Ocidente: as fronteiras artificiais traçadas nos anos de 1920 pelas potências ocidentais, aquando do desmembramento do Império Otomano, e a invasão americana do Iraque em 2003. Tirando partido de um vazio de poder e jogando perfidamente com os medos ocidentais, o Estado Islâmico provocou uma verdadeira convulsão geopolítica, atraindo os adversários para uma armadilha: uma coligação sem objectivos políticos para a região. Sem recuar perante a monstruosidade das práticas deste califado, mas recusando falar de loucura ou de irracionalidade na sua génese, A Armadilha Daesh relembra a importância de lições esquecidas da História.”

    https://antigona.pt/products/a-armadilha-daesh

  • “Marketing estratégico: as quatro etapas para criar vantagem competitiva e melhorar o desempenho” de Manuel Maçães

    “Um livro que pretende dar respostas às práticas de marketing relevantes para o planeamento estratégico de uma organização. Abrange as principais questões de marketing estratégico, com uma visão dirigida a encontrar respostas às quatros questões fundamentais: Onde estamos? Para onde queremos ir? Como podemos lá chegar? Conseguimos lá chegar?”

    https://www.almedina.net/marketing-estrat-gico-as-quatro-etapas-para-criar-vantagem-competitiva-e-melhorar-o-desempenho-1563811803.html

  • “Eduardo Lourenço: hermeneuta do imaginário português” de Maria Teresa Rodrigues

    “O texto em apreço retoma o projecto de dissertação de Mestrado em “Hermenêutica, Linguagem e Comunicação”, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com o qual a autora recebeu o prestigiado prémio Doutor Miguel Baptista Pereira de 2007, instituído pela Fundação Eng. António de Almeida.

    Trata-se de um trabalho com vários méritos e pontos de interesse dos quais, desde logo, se destacará o facto de se situar nos férteis lugares de fronteira onde, na diferença de perspectivas que sempre tornam mais profundos os pontos de encontro, a reflexão filosófica se fortifica.”

    https://digitalis-dsp.uc.pt/bitstream/10316.2/35609/1/RFC45_artigo14.pdf

  • “Novas & velhas tendências no cinema português contemporâneo” de João Maria Mendes

    “Que ideia do cinema têm os realizadores e produtores portugueses? O que pensam dos seus públicos nacionais e estrangeiros? Quais lhes parecem ser as suas maiores insuficiências e fraquezas? Como se definem face ao art cinema e ao world cinema contemporâneos? O que os distingue da indústria cinematográfica dominante e do main stream? Que tipo de identidade pensam ter adquirido desde os tempos do cinema novo? Como vêem o seu próprio futuro e o do cinema? Quem os influencia, e quem são os seus aliados e adversários nacionais e internacionais? O que os aproxima e o que os separa? Como se adaptaram ao fim tendencial da película e à era da convergência digital? Que pensam do actual ensino do cinema?

    Este livro, resultante de um projecto de investigação apoiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e desenvolvido na Escola Superior de Teatro e Cinema, no âmbito do Centro de Investigação em Artes e Comunicação, com a colaboração de investigadores da Universidade do Algarve, esboça, nos seus textos introdutórios, nas entrevistas nele antologiadas e nas suas conclusões, respostas a estas e outras questões. É ao mesmo tempo um inquérito à cultura organizacional do meio cinematográfico português e um retrato inter-geracional dos agentes criativos que contribuem para a definição dos perfis marcadamente sui generis da cinematografia portuguesa nestes primeiros anos do século XXI.”

    https://www.gradiva.pt/catalogo/14858/novas-&-velhas-tendencias-no-cinema-portugues-contemporaneo

  • “Biografia do silêncio: breve ensaio sobre meditação” de Pablo d'Ors

    “Este pequeno livro é uma jóia. A sua edição em Espanha alcançou um sucesso enorme, sendo considerado uma das surpresas do ano.

    O segredo talvez esteja no facto de Pablo d'Ors, o seu autor, não nos apresentar uma teoria, mas sim a sua experiência pessoal com os espaços de silêncio, propícios a um encontro consigo mesmo. Num mundo tão acelerado e ruidoso essa escolha pode parecer um dispêndio inútil, e à sua maneira é. Mas há "tempos inúteis" que são portas abertas para o desfrute gratuito e reconciliador, para o mergulho nas profundezas, para a reaprendizagem da arte de existir. «Estou convencido de que fui eu que configurei esta caminhada espiritual que tenciono explicar nestas páginas. Não quero dizer que não tenha sido orientado por leituras luminosas nem que não tenha recebido conselhos pertinentes de alguns mestres de meditação. Contudo, tenho a impressão de que fui eu e só eu quem caminhou, guiado pelo meu mestre interior, até onde agora me encontro. É verdade que, a princípio, tudo me parecia mais importante do que meditar; mas chegou o momento em que sentar-me e não fazer outra coisa além de estar em contacto comigo mesmo, estar presente a mim próprio, me parecia o mais importante.

    A meditação concentra-nos, devolve-nos a casa, ensina-nos a conviver com o nosso ser. Sem essa convivência connosco mesmos parece-me difícil, para não dizer impossível, uma vida que se possa qualificar de humana e digna.» O leitor que pegar neste livro vai querer tê-lo consigo sempre.”

    https://www.almedina.net/a-biografia-do-sil-ncio-breve-ensaio-sobre-a-medita-o-1564013570.html

  • “À tona de água II” coordenação de Teresa Costa Pinto e outros

    “Neste segundo volume, dá‑se voz a actores que protagonizam alguns perfis‑tipo considerados analisadores das mudanças na sociedade portuguesa: as famílias‑sanduíche, caracterizadas por experimentarem a gestão de orçamentos exíguos, em patamares de rendimentos situados ligeiramente acima do limiar oficial de pobreza; os protagonistas de actividades económicas de pequena escala; os trabalhadores sobreocupados, que vivem na tensão entre trabalho e vida familiar e pessoal; os adultos em processo de requalificação já durante a vida activa; os indivíduos em passagem recente à situação de reforma; e as pessoas idosas (com 75 ou mais anos) que vivem sós. Relacionando capacidades individuais e oportunidades sociais, reflecte‑se sobre a extrema racionalidade dos actores entrevistados na experiência de uma sociedade de risco e de imponderabilidade. Se, para uns, esta percepção é penosa e entendida como uma ameaça, para outros, a incerteza oferece um contexto de oportunidades a explorar, investindo em si e acreditando num futuro melhor.

    Retratos de um Portugal em mudança, procura de novos sentidos na construção do seu destino.”

    https://tintadachina.pt/produto/tona-de-agua-ii/

  • “À tona de água I” coordenação de Teresa Costa Pinto e outros

    “Como se vive hoje num Portugal em mudança? Como conseguem os diferentes grupos sociais, na diversidade dos seus modos de vida, satisfazer as suas necessidades e traçar projectos de vida? Como encaram o futuro dos seus filhos e que confiança depositam nos outros e nas instituições para a sobrevivência quotidiana?

    Estas e outras interrogações atravessaram o estudo Necessidades em Portugal, Tradição e Tendências Emergentes, que propôs conhecer as necessidades consideradas não satisfeitas em Portugal continental, conferindo particular atenção às tendências latentes e emergentes que perturbam e prejudicam a optimização das oportunidades da vida individual e colectiva no país. A incerteza e a dúvida sobre o futuro aliam‑se à noção de acaso, o que gera uma certa sensação de imponderabilidade do esforço individual, aliada a um certo fechamento sobre a própria esfera individual/familiar e a um afastamento simbólico e prático dos outros e das instâncias de vida colectiva, sinais de uma fraca vinculação cidadã.”

    https://tintadachina.pt/produto/tona-de-agua-i/

  • “Problemas da família e da criança” de Alberto B. Sousa

    “O presente livro foca-se na criança e na sua família, nos problemas do casal e dos filhos, de bebés a adultos, desmascarando os problemas com que se deparam e indicando como reagir, como proceder e o que mudar para que a criança cresça feliz, equilibrada e viva numa família feliz. Se é pai, filho ou faz a diferença na vida das crianças, este livro é para si.”

    https://www.almedina.net/problemas-da-fam-lia-e-da-crian-a-1563800057.html

  • “História da guerra do Peloponeso” de Tucídides

    “Séc. V a.C. O mundo grego divide-se em dois blocos que se antagonizam. De um lado Atenas, com um poderio naval sem rival, do outro Esparta, sem tradição marítima mas com grande fama nas forças terrestres e valorizando como nenhuma outra cidade a formação militar dos cidadãos. É a confrontação entre estas duas realidades geopolíticas distintas que Tucídides nos descreve na sua monumental obra, escrita segundo as suas palavras «não como um ensaio para obter o aplauso do momento, mas como uma obra para durar para todo o sempre». Na verdade, a História da Guerra do Peloponeso foi, é e será uma fonte de sabedoria militar, política, moral e filosófica cristalina onde se podem beber ensinamentos sobre como se movem e o que motiva os homens na acção criadora da história.”

    https://silabo.pt/catalogo/ciencias-sociais-e-humanas/historia-ciencias-sociais-e-humanas/livro/historia-da-guerra-do-peloponeso/

  • “Despachos” de Michael Herr

    “«Despachos, de Michael Herr, eclipsou-nos a todos.» Hunter S. Thompson

    «Um livro que, ancorado no seu tempo, é intemporal. Revelar-se-á tragicamente relevante onde quer que se travem guerras.» Robert Stone

    «Um dos melhores livros sobre a Guerra do Vietname.» NYRB

    Novembro de 1967. Com 27 anos, Michael Herr aterra em Saigão. «Fui cobrir a guerra e a guerra cobriu-me a mim.» Uma década depois, publica Despachos, um dos testemunhos mais intensos acerca da Guerra do Vietname, o conflito que abalou os EUA até aos alicerces, assinalando o fim de uma certa inocência. Este livro mergulha-nos em episódios de uma extraordinária violência, e o leitor sente-se cuspido para o âmago do turbilhão, de Khe Sanh ao delta do Mekong, ao som de Jimi Hendrix e da explosão de granadas de morteiro. Obra acolhida pelo público como um fresco genuíno da guerra, nela transparece, com frieza e lucidez, o retrato das pulsões mais íntimas do combatente. Implacável, Herr diz-nos sempre o que não queremos ouvir, confronta-nos com os nossos fantasmas e deixa-nos sem fôlego. Pondo a nu a dimensão absurda e monstruosa do espírito belicista, Despachos denuncia a incompreensão e o ressentimento norte-americanos perante o inconquistável.”

    https://antigona.pt/products/despachos

  • “Seis formas de morrer no Texas” de Marina Perezagua

    “China, 1984: o coração de Zhou Hongqing é-lhe retirado ainda em vida, na prisão, para ser enviado para um comprador necessitado nos Estados Unidos. A partir desse dia, filho e neto levarão a cabo a busca desesperada pelo hospedeiro desse coração, para que o possam recuperar e devolver ao seu dono, permitindo assim que o seu espírito possa descansar.

    Texas, 2017: Robyn, de 32 anos, está no corredor da morte, à espera do dia da sua execução. Cega, acusada de um homicídio que julga ter cometido, acaba por receber os olhos do seu pai, redescobrindo assim o significado do mundo, de si mesma e da relação que tem com o seu passado.

    Através das cartas que as personagens trocam entre si, Seis Formas de Morrer no Texas torna-se tanto um documento, real e contundente, sobre a violenta realidade do sistema penal norte-americano e do submundo do tráfico de órgãos, como uma história ousada e visceral que desafia as regras comuns do romance.

    «Uma escritora que possui uma capacidade impressionante para descrever a beleza dolorosa que se esconde no inesperado.» — El País”

    https://elsinore.pt/livros/seis-formas-de-morrer-no-texas

  • “Insubmissos” de Richard Zimler

    “Depois da morte de muitos dos seus amigos, um professor de guitarra clássica, mundano, judeu e antiga estrela da equipa de basquetebol de Greenwich Village, decide abandonar os Estados Unidos e procurar uma nova vida em Portugal. Mas aquilo a que ele chama o eclipse viral da sexualidade persegue-o até ali, quando António, o seu mais talentoso aluno, testa positivo para VIH e ameaça desistir da vida aos vinte e quatro anos. Desesperado por mostrar ao jovem que ele ainda tem um futuro pela frente, «o Professor» organiza uma viagem de carro com destino a Paris, esperando ser capaz de convencer um virtuoso a aceitá-lo como aluno. O pai de António, um homem rígido e presença distante na sua vida, decide acompanhá-los e, de passagem, os três mergulham num triângulo de aventuras, violência e revelações pessoais. Será que de caminho vão encontrar uma oportunidade de redenção?

    Publicado originalmente em 1996, e inédito até agora em Portugal, Insubmissos é um romance vívido e intimista que ousa dar luz a temas que ainda persistem nas sombras.”

    https://www.almedina.net/insubmissos-1603957994.html

  • “A estação da sombra” de Léonora Miano

    “No coração de África, nas terras do clã mulongo, um incêndio grassa, e doze homens da tribo desaparecem misteriosamente. Uma mulher, uma das mães banidas da comunidade, empreende então um longo périplo, que a conduzirá à atroz verdade. A Estação da Sombra, prémio Femina de literatura 2013, é a odisseia dos vencidos, daqueles cuja sociedade é destruída pela aparição de um odioso comércio instaurado pelos europeus, prenunciando tempos negros em que a vileza engendra o cativeiro de todo um continente. Da prosa impregnada de misticismo de Léonora Miano, emanam o canto dos escravos acorrentados e a angústia que invade os seus entes queridos perante o inexplicável, culminando num poderoso exercício de restituição de humanidade e de voz a todos os que delas se viram privados.”

    https://antigona.pt/products/a-estacao-da-sombra

  • “Belo como uma prisão em chamas” de Julius Van Daal

    “Nos primeiros dias de Junho de 1780, os pobres de Londres sublevam-se aos gritos: «Escravatura, não!» As caves dos altos responsáveis e as destilarias de aguardente são pilhadas. As prisões são incendiadas. O Banco de Inglaterra é cercado pela populaça em fúria. Esta insurreição sem chefe nem doutrina foi ocultada ou caluniada pelos historiadores de todas as tendências, que esperavam que ela fosse esquecida para sempre. Eis uma breve narrativa estimulante e necessária no actual momento que se vive em Portugal e no mundo.”

    https://antigona.pt/products/belo-como-uma-prisao-em-chamas

  • “Homo Sacer e os ciganos” de Roswitha Scholz

    “Este livro destaca o real significado do anticiganismo, como variante específica do racismo no seio do capitalismo. A tese central que a autora expõe neste ensaio consiste na ideia de que o cigano se situa desde sempre no exterior da lei e, por isso, representa a sua matriz inadmitida, não sendo a exclusão e a idealização romântica senão as duas faces da mesma moeda racista. «O desprezo pelo cigano é testemunha de uma forma, nada despicienda, do medo da despromoção na escala social, como estado de espírito fundamental e ubíquo no capitalismo», assevera a autora.”

    https://antigona.pt/products/homo-sacer-e-os-ciganos

  • “Correios” de Charles Bukowski

    “Ponto de partida ideal para qualquer leitor que se queira iniciar na prolífica obra de Bukowski, encontramos em Correios as qualidades dos seus restantes trabalhos. Repleto de cenas hilariantes, este romance é também um retrato fiel das frustrações de um funcionário público sofredor.

    As suas personagens, entre a ficção e a realidade, captam a essência e a universalidade do ser humano e nós, leitores, continuaremos a topar, em Bukowski, com bebedeiras, mulheres, zaragatas, eventuais rebates de consciência, enfim, com os trambolhões da vida.”

    https://antigona.pt/products/correios

  • “Anais do município de Faro, XLII, 2020”

    “Neste volume de 2020, destaca-se um conjunto de artigos sobre a história do concelho e da região, da autoria de especialistas nas diversas áreas de investigação, sem esquecer os textos da secção denominada “Vistos e Vistas”, consagrada a um passado mais recente.

    Os Anais são um valioso registo da história e do património material e imaterial das gentes de Faro, e o leque diversificado de autores e a variedade das temáticas apresentadas nesta nova edição, procurará uma vez mais, corresponder às expectativas e ao reconhecimento que tem granjeado na comunidade e no panorama literário nacional.”

    https://www.cm-faro.pt/pt/noticias/54353/nova-edicao-dos-anais-do-municipio-de-faro-agora-dirigida-por-guilherme-doliveira-martins-e-apresentada-dia-26-de-setembro.aspx